Instrumentos cirúrgicos desenvolvidos em Portugal patenteados no Japão

primage_14644O Japão acaba de se tornar no primeiro país a nível mundial a aprovar a patente de um conjunto de instrumentos cirúrgicos para tratamento do Síndrome do Túnel do Carpo (STC) desenvolvido em Portugal e cujo processo de patenteamento está a decorrer em mais 38 países. O autor desta inovação, o cirurgião-ortopedista Dinis Carmo, acredita que este parecer positivo alcançado no Japão poderá, em breve, “desbloquear” e acelerar os processos de patenteamento submetidos nos 28 países que compõem a União Europeia e em mais 11 países de geografias diversas, como a Austrália, Índia, Israel, Brasil, EUA, Canadá, China e México.

O Japão é um país credível, com métodos reconhecidamente rigorosos e acredito que o facto de ter concedido a patente a esta inovação no prazo de apenas 2 anos e meio se deve à eficiência e capacidade de decisão que caraterizam este país e que fazem com que seja uma das maiores potências industriais do mundo“, refere Dinis Carmo.

Entretanto, com a aprovação da patente no Japão, o cirurgião-ortopedista enuncia os próximos passos estratégicos a realizar, até que a comercialização dos instrumentos cirúrgicos naquele país seja uma realidade: “Por um lado, há que divulgar o método junto de quem pratica esta intervenção, ou seja, os cirurgiões. Nesse sentido, vamos contactar a sociedade japonesa de cirurgia da mão, bem como os principais hospitais universitários do país. Por outro lado, será fundamental celebrar um contrato de distribuição com os distribuidores de material cirúrgico locais, sendo que temos já um contacto bem estabelecido com uma empresa produtora de material cirúrgico na Coreia do Sul, a Imedicon, com uma vasta rede de distribuição internacional“, explica.

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Dinis Carmo sublinha contudo que, antes de mais, a comercialização dos instrumentos cirúrgicos à escala internacional está dependente da sua produção a nível industrial.”Neste momento estamos a trabalhar em conjunto com duas empresas nacionais – a FAMOLDE, da Marinha Grande, especialistas na confeção de moldes de plástico, e a MCM, de Braga, especialistas em metalurgia“, revela.

Quanto ao custo que a aquisição do conjunto de instrumentos cirúrgicos poderá vir a ter no Japão, o cirurgião-ortopedista esclarece que é um assunto a ser resolvido tendo em consideração os custos de produção e as recomendações dos agentes locais.”Para o universo da América do Norte, Europa e Japão estimamos um custo de cerca de 150 a 200 Euros por unidade descartável, o que é cerca de 50 a 100 Euros mais barato que outros conjuntos existentes no mercado, com a vantagem adicional de não ser necessária a utilização de qualquer outro equipamento dispendioso, como por exemplo material específico de artroscopia ou ecografia“, justifica Dinis Carmo.

O STC é uma doença caracterizada pela constrição (aperto) de um dos mais importantes nervos da mão, o nervo mediano, por debaixo de um ligamento que se encontra na região palmar da mão, zona do carpo, conhecido como o “ligamento anular do carpo” (LAC). O STC tem como consequência dores, formigueiros e adormecimentos a nível do punho, mãos e dedos, manifestando-se sobretudo no período noturno, sendo suficientemente fortes para despertarem o doente, impedindo o repouso. Contudo, os mesmos sintomas podem manifestar-se durante o dia, interferindo com as atividades diárias e o desempenho da atividade profissional. Atividades que implicam o uso repetitivo das mãos, como os teclados e os ‘ratos’ dos computadores têm vindo a ser implicadas pelo aumento do número de casos.

Segundo dados estatísticos do New York Times Health Guide (março de 2012), o número anual de casos de STC nos EUA ronda os 500 mil, sendo a segunda intervenção cirúrgica mais comum naquele país.”Como não há evidência de grandes variações na frequência desta patologia em países industrializados, tendo em conta a população japonesa, que ascende a cerca de 127 milhões de habitantes, por extrapolação, podemos calcular um número de cerca de 180 mil casos anuais“, avança Dinis Carmo.

Em Portugal, a partir do Porto, o cirurgião ortopedista já aplicou a sua técnica cirúrgica em mais de 300 pacientes, observando uma taxa de sucesso muito próxima dos 100%, sendo que a boa tolerância à intervenção permite inclusive que esta possa ser feita simultaneamente às duas mãos.

Recorde-se que a técnica cirúrgica desenvolvida por Dinis Carmo consiste em permitir a realização da intervenção cirúrgica sem cortes na palma da mão, permitindo uma cirurgia mais segura, um período pós-operatório menos doloroso, uma recuperação mais rápida, menos efeitos secundários e reações adversas, bem como uma cicatriz esteticamente próxima da perfeição, uma vez que a mesma, efetuada a nível da prega palmar distal do punho, se torna praticamente indetetável após alguns meses.

 

Fotos: DR

Fundadores da start-up portuguesa Talkdesk na lista “30 Under 30″ da Forbes

talkdesk[1]Tiago Paiva e Cristina Fonseca, fundadores da start-up portuguesa Talkdesk, estão na lista dos “30 under 30”, na categoria de tecnologia empresarial da conceituada revista norte-americana Forbes.

A Talkdesk nasceu em 2012 e está direccionada para o desenvolvimento e venda de software para call centers. A startup lusa já conta com mais de 150 colaboradores distribuídos pelos seus escritórios de Lisboa e Silicon Valley.

A start-up tem como principal objectivo, ajudar as PME (Pequenas e Médias Empresas) na criação de call centers de maneira rápida e eficaz. A empresa apresenta já uma carteira de clientes que inclui as conceituadas Dropbox, Chevrolet, wheather.com, entre outras…

A lista de 2015 contemplou  3 portugueses entre 600 nomes de várias nacionalidades. O futebolista Cristiano Ronaldo, o artista Alexandre Farto (Vhils) e a investigadora Maria Pereira foram os nossos representantes.


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Foto: DR

ScaleUp Porto – Uma estratégia para empresas tecnológicas

scaleup_portoA Câmara do Porto, em parceria com a Universidade do Porto, o Instituto Politécnico do Porto, o UPTEC – Parque de Ciência e Tecnologia da U.Porto e a Agência Nacional de Inovação, apresentou, no dia 17 de dezembro, a estratégia ScaleUp Porto. O objectivo é apostar num paradigma mais competitivo para a cidade e região do Porto e apoiar as startups tecnológicas locais com potencial para escalar internacionalmente.

O Município do Porto quer fixar na cidade empresas de crescimento rápido.  O edil, Rui Moreira, afirmou, na cerimónia de apresentação, que a estratégia “ScaleUp Porto.” pretende criar condições para que as pequenas empresas “ganhem outra dimensão” e, com medidas estratégicas do município, possam “sair do ninho e voar”. Neste sentido, a Câmara Municipal vai juntar os esforços dos meios académicos e empresariais.

Para Rosário Gamboa, presidente do Instituto Politécnico do Porto (IPP), é necessário que as grandes empresas possam conviver com as pequenas, encontrando “mecanismos de ensino, formal e informal” como “experiências vividas” ou obstáculos “ultrapassados”.  Sebastião Feyo, reitor da Universidade do Porto (UP), considerou que este é um trabalho de grande dimensão, que quer criar estruturas para que “gente nova” avance com empresas.

O UPTEC, um dos parceiros no projecto, acolhe 164 projectos empresariais e já graduou 32 empresas que, no seu total, já criaram cerca de 1 800 postos de trabalho qualificados.

Veniam, Kinematix, Uniplaces, Adclick, Blip.pt, Nonius Software, MOG Technologies, Gema e MOVVO são algumas das empresas com nascimento averbado no Porto e que, pelo seu rápido desenvolvimento, comprovaram a capacidade da Invicta em competir internacionalmente no sector da inovação tecnológica.

Em maio de 2016, será realizada, na cidade do Porto,  a primeira conferência Europeia dedicada ao tema de ScaleUp. Esta conferência representa um ponto de partida para a criação de uma rede Europeia para ScaleUp.

Fonte: porto.pt
Foto: ScaleUp Porto

WIME abre loja pop-up no Saldanha

wime1A startup portuguesa introduz um novo conceito que ambiciona descobrir a preferência vínica de cada um. De cara lavada e com um novo nome, a WIME revela as novidades na primeira loja pop-up que se encontra aberta ao público no Saldanha até ao inicio do próximo ano.

WIME, antigamente conhecida como O Meu Copo, alia à forte presença online, uma loja pop-up no Atrium Saldanha durante o período de Natal, até pelo menos dia 6 de Janeiro de 2016. O espaço, que pretende servir de showroom e simultaneamente salão de provas (onde o cliente é convidado a descobrir que tipo de vinho gosta), revela as seguintes novidades: um novo nome, que reflecte as intenções de expansão para mercados internacionais e um novo método de satisfação garantida para o cliente. A ideia é simples: os amantes vínicos são convidados a participar numa prova composta por quatro vinhos em que os mesmos são divididos em duas dinâmicas – complexidade / nível de fruta. Durante a prova é contado a história de cada vinho bem como todos os preciosismos dos diferentes néctares, para que depois o provador seja convidado a dar o feedback do vinho que preferiu.

wime2Essa preferência corresponde a um quadrante no mapa do paladar. Ou seja, se gostou de um Touriga Nacional da Quinta de Couquinho, por exemplo, significa que tem um paladar mais complexo e mais frutado. A WIME sugere então através de um serviço de subscrição, dois novos vinhos todos os meses, cuidadosamente curados pelo prestigiado escanção, Rodolfo Tristão, com a garantia que receberá em casa apenas os vinhos da sua preferência. Os vinhos podem ser de regiões variadas, e de castas distintas. A ideia é que se deixe surpreender e abarcar na descoberta da riquíssima oferta vínica portuguesa, com a segurança que o vinho irá sempre ao encontro do seu paladar. Se não conseguir ir ao Atrium fazer a prova, poderá fazê-la em casa através de Pack Descoberta.

No fundo, a WIME, pretende ser o sommelier privado de cada um, que além de conhecer os melhores vinhos, conhece também o seu paladar melhor que ninguém.

Fotos: Rita Palma

Vai um chocolatinho?

12112472_1042661929099751_8496122854556919424_nO chocolatinho” começou a sua história de vida, em 2013, a partir de uma pequena e confortável loja situada na freguesia de Rabo de Peixe, na ilha de São Miguel, arquipélago dos Açores. Tiago Alves, com apenas 25 anos, aproveitou a sua capacidade empreendedora para criar e desenvolver de forma autodidacta um novo conceito de Chocolate.

Dando ênfase aos sabores típicos da sua ilha materna aliado ao seu amor pela cozinha, arriscou um investimento inovador que contempla uma diversidade de sabores inigualável em bombons, trufas artesanais, e muitos outros docinhos que podemos imaginar. Tiago abraçou este projecto de corpo e alma, sendo um investimento seu e um negócio de família que tem crescido e crescido dia após dia.

“Alves Devine” é o nome dado à marca regional de chocolates criada pela “O Chocolatinho”, que tem como objectivo utilizar o máximo de sabores existentes nas ilhas dos Açores, fundindo-os com o tão aclamado chocolate Belga. Na loja podemos experimentar aproximadamente sessenta sabores diferentes, referentes não só a produtos açorianos, mas de outras origens, que passam pela pimenta da terra, pelo queijo de São Jorge, o chá verde da Gorreana, o mel dos Açores, os licores típicos da região, vinho de cheiro, lajido, o ananás dos Açores, e outros.

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Com esta brilhante ideia, Tiago alcançou um sucesso que se materializou na abertura de mais duas lojas na ilha (Ribeira Grande e Ponta Delgada). Os apaixonados, por esta variada gama de sabores, aumentam de forma exponencial e a internacionalização já é também uma realidade.

A empresa consome cerca de mil quilos de chocolate por mês e produz milhares de bombons por mês. O bombom de queijo de são Jorge é o que tem mais saída.

Após conversar com alguns consumidores deste produto, o feedback é extremamente positivo, estando todos satisfeitos com este novo conceito que nasceu na Ilha e que proporciona uma pausa mais doce para o café.

“Vai um chocolatinho?”

Fontes: Chocolatinho
Fotos: DR

Atracção de talentos – Invest Lisboa lança vídeo promocional de Lisboa

LX_video_Factory2A Invest Lisboa, com o apoio da AICEP e Baía do Tejo, lançou o vídeo “Lisbon Welcoming Talents“, realizado por Manuel Gomes da Costa, em que 12 estrangeiros residentes em Lisboa testemunham as vantagens de Lisboa para viver, estudar, trabalhar e desenvolver novos negócios.

Após o recente lançamento do vídeo promocional Lisbon Your Creative Heart dirigido a artistas e criativos, a cidade de Lisboa continua a sua estratégia de captação de talentos com o lançamento deste novo vídeo. O vídeo conta com música original de Luísa Gonçalves e Jean Marc Chartier (também ele um estrangeiro residente em Lisboa).

À medida que o mundo se torna cada vez mais global cresce a competição pela atracção de talentos e é decisivo complementar as acções de captação de investimentos e empresas com acções específicas de captação de talentos, de todo o mundo, sejam eles empreendedores, criativos, artistas, investigadores, estudantes ou profissionais de outros sectores de actividade. Porque são os talentos que dão vitalidade às cidades e às economias, são os talentos que resolvem os problemas das sociedades. Lisboa já foi uma das cidades mais globais do mundo e oferece excelentes condições para viver, trabalhar e empreender pelo que deve incrementar a  captação de cada vez mais talentos de forma a melhorar a sua situação económica e a qualidade de vida da sua população.

Fontes: Invest Lisboa e CCIP
Foto: DR

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Lisboa quer ser a nova “capital criativa” da Europa

 

MESH sportswear – roupa desportiva para a mulher que ousa impressionar

mesh1A MESH sportswear é um projecto que tem cerca de 1 ano e meio e que cresceu com a ambição de oferecer às mulheres uma proposta de sportswear diferente, muito feminina e que seguisse as principais tendências da moda. Embora tenha nascido com especial enfoque no Padel – modalidade que tem atraído cada vez mais praticantes femininas no mundo, a marca já não se confina à mesma.

As amigas, Sara Leitão e Vera Eloy, consideravam que o mercado não oferecia vestuário desportivo feminino capaz de cativar a mulher que cumpre o lema da marca : “dare to impress”. A MESH veio colocar no mercado saias e vestidos coloridos e arrojados, que podem ser usados no ginásio ou fora dele.

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As duas sócias têm formação de base de Economia e Gestão da Universidade Católica, tendo a última realizado ainda uma pós-graduação de um ano em Harvard na área do empreendedorismo e ebusiness. Ambas trabalharam na área das telecomunicações (Optimus e Vodafone) e mais tarde criaram a Spoil, uma empresa líder de mercado na área da fotografia e retrato, que fez agora 10 anos de existência.

A MESH apresenta um conceito absolutamente inovador, dirigido às mulheres que querem marcar a diferença do estilo clássico e que procuram um equipamento original, divertido e muito confortável.
xMESH_banner_6.jpg.pagespeed.ic.qWl8PFGymY[1]Em declarações à Excelência Portugal, as duas responsáveis da marca confessaram ter a ambição de crescer cada vez mais no panorama internacional. Aliás, a marca arrancou primeiro no mercado internacional através da sua loja online.

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Vera Eloy e Sara Leitão

Em Portugal a MESH encontra-se à venda no El Corte Inglês, na Loja das Meias, no Clube VII, no aeroporto de Lisboa, e noutras lojas de deporto de referência no país. Online a MESH vende no site www.meshsportswear.com e na Amazon (UK, DE, ES, IT e FR).

A marca possui um showroom, em Lisboa, Rua Ruben A Leitão 4A, (Príncipe Real). Os preços rondam os 44,95€ a 89,95€.

Fonte: MESH
Fotos:
 Spoil

 

FORA Sunglasses – óculos de sol FORA de tudo

fora1FORA Sunglasses nasceu em julho de 2013 e quer mostrar que Portugal tem muita luz lá FORA. Miguel Barral e João Veiga, ambos de 25 anos, são os empreendedores responsáveis por esta marca de óculos de sol.

Os dois jovens formados na área de economia e de gestão hoteleira entraram no mundo dos óculos com uma marca de revenda de óculos vintage. Com a experiência adquirida, formaram então uma equipa e atiraram-se para o mercado com uma marca Portuguesa de óculos.

Esta marca pretende alcançar um público transversal à idade, estilo ou preconceitos, e rasga em modelos únicos desenhados à mão, concentrando-se em usar os melhores materiais existentes. Com lentes CR39 e em 100% de acetato italiano, garantem a qualidade para a protecção da luz do nosso país e todos os outros.

Todos os óculos são feitos à mão, numa fábrica no Norte do país e exibem orgulhosamente, nas hastes, a menção “handmade in Portugal”.

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FORA, por ser for a da caixa, fora de tudo. FOR A hero FOR A dreamer FOR A rocker, são alguns dos modelos da sua primeira colecção.

Todos os óculos são feitos à mão, numa fábrica no Norte do país e exibem orgulhosamente, nas hastes, a menção “handmade in Portugal”.

A marca possui um showroom, em Lisboa, na Avenida Álvares Cabral, 28A, estando também presente na EntreTanto (Lisboa), Óptica Bombarda(Porto) e Dê Luso’s (Madeira).

Os preços rondam os 98€ a 160€, exceptuando a edição especial desenhada por Luís Carvalho.

Fonte: FORA
Foto: © Bernardo Coelho

 

Lisboa quer ser a nova “capital criativa” da Europa

invest0aLisboa é referida com insistência nos media internacionais como destino de excelência, forte pólo de empreendedorismo europeu e “nova capital criativa” do velho continente. A agência Invest Lisboa atenta a este último factor de atracção acaba de lançar o seu mais recente vídeo Lisbon Your Creative Heart.

O vídeo é uma iniciativa da Invest Lisboa, agência de promoção económica de Lisboa e uma parceria entre a CML e a CCIP, com o apoio da AICEP e Baía do Tejo, com o objectivo de captar talentos das áreas criativas e artísticas para Lisboa.

O músico e produtor Makoto Yagyu (Paus + Riding Pânico), o pintor Francisco Vidal e a designer de moda e empreendedora Mónica Gonçalves foram os personagens escolhidos para demonstrar a criatividade de Lisboa. O vídeo foi produzido e dirigido pela www.todos.pt

A Invest Lisboa fez este filme por considerar que as cidades, para além de competirem pela captação de investimentos, empresas e turistas, competem cada vez mais pela captação de talentos, sejam eles empreendedores, criativos, artistas, investigadores, estudantes ou profissionais de outros sectores de actividade. A agência acredita que são os talentos que fazem a vitalidade das cidades e das economias, são os talentos que resolvem os problemas das sociedades e que Lisboa tem todas as condições para captar cada vez mais talentos e com isso melhorar a sua situação económica e qualidade de vida.

O jornal brasileiro NEXO também descobriu esta faceta da capital lusa e a jornalista Ana Freitas assina o elucidativo artigo Por que Lisboa é a nova capital criativa da Europa“. 

O artigo conta a história dos músicos Marcelo Camelo e Mallu Magalhães que se mudaram para Lisboa em 2013. Aqui aproximaram-se de um velho amigo – o baterista Fred Pinto Ferreira, de projectos como Buraka Som Sistema e Orelha Negra. Juntos, o trio formou a Banda do Mar e lançou um disco com o mesmo nome e gravado na nossa capital.

A jornalista relembra que há quem defenda até que Lisboa é a próxima Berlim e refere que incentivos económicos, preços baixos e qualidade de vida atraem jovens criativos à capital lusa. São apontados rankings e estudos internacionais que colocam Lisboa no top das melhores cidades do mundo para se viver.

A Web Summit, a arte urbana, a “cena cultural efervescente”, os incentivos para startups e os pólos tecnológicos, as características acolhedoras e a luz são destacados.

Fontes: Invest Lisboa e NEXO
Foto: DR

“Startup Next” – o novo programa de pré-aceleração de startups em Lisboa

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O “Startup Next” é o programa de pré-aceleração de empresas tecnológicas da Techstars, de origem norte-americana, e vai ser lançado a 10 de dezembro, em parceria com a Caixa Capital, Beta-i e Startup Lisboa.

Os americanos juntam-se, assim, ao grupo de pessoas que sabem que vale a pena investir no que é português. Sabendo que o nosso portfólio de startups é cada vez maior, e mais variado, a confiança de que estas nos possam conduzir a um melhor futuro, e mais lucrativo, não esqueçamos, levam a que as apostas no mercado português aumentem.

Como é que vai acontecer?

Karina Costa, directora global do programa, referiu que o programa é liderado por “empreendedores com provas dadas” ou por investidores que podem dar feedback relevante com base na sua própria experiência. E Stephan Morais afirmou que o “facto de Lisboa fazer parte do programa Startup Next significa que a reputação do ecossistema local está cada vez mais consolidada à escala global”.

O que quer isto dizer?

A Techstars sendo uma aceleradora de empresas tecnológicas (e um fundo de investimento), com 22 programas presentes em várias cidades do mundo e 498 investimentos em 456 empresas, não aposta num qualquer sítio: E este sendo um dos principais programas de aceleração de empresas do mundo, “costuma estar em cidades onde a empresa pode testar a solidez do ecossistema antes de avançar com um programa de aceleração de forma estruturada” explicou Karina Costa.

Então, em que consiste o programa?

O Startup Next é um programa não-residente, onde as startups estarão juntas uma vez por semana durante seis sessões. No final, apresentam os seus projetos num Demo Day local e as equipas de topo da cidade são convidadas para um dia de apresentação nos Estados Unidos da América.

Por cá, o Startup Next Lisboa vai contar com a parceria da Caixa Capital, Startup Lisboa e Beta-i, associação para a promoção do empreendedorismo. E ainda com a experiência de 25 mentores, como Pedro Rocha Vieira e Ricardo Marvão (Beta-i), João Vasconcelos (Startup Lisboa), Walter Palma e Ricardo Torgal (Caixa Capital), Cristina Fonseca (Talkdesk), Luís Roquette Geraldes (MLGTA), Jaime Jorge (Codacy), Miguel Amaro (Uniplaces), entre outros.

As candidaturas terminaram a 26 de novembro, e assim, a apresentação dos projetos vai decorrer a 3 de fevereiro, no dia do evento anual da Caixa Capital.

Boas notícias acontecem todos os dias, apenas temos que saber dar-lhes o devido valor. Esta é mais uma boa notícia que permite à Excelência Portugal cumprir a missão a que se comprometeu: valorizar Portugal.

Mas mais importante do que nós sermos capazes de cumprir a nossa promessa, é que de facto estas notícias acontecem e o nosso país desenvolve-se, valoriza-se, e o mérito é dos portugueses. Assim, desejamos boa sorte a todos aqueles que irão participar neste programa, e a todos os outros que trabalham para um futuro melhor.

Foto: DR