KPMG distingue a portuguesa ebankIT como uma das 10 “estrelas emergentes” no mercado global

kpmgA portuguesa ebankIT, fintech com sede no Porto e especialista no desenvolvimento de soluções tecnológicas orientadas para o setor financeiro, foi distinguida em Londres, pela consultora KPMG, como uma das 10 “estrelas emergentes” no mercado global.

Em conjunto com a empresa de investimentos H2 Ventures, a KPMG começou por elaborar um relatório, publicado em dezembro último, no qual escolheu a ebankIT para figurar na lista das 50 fintech a acompanhar no mercado internacional.

A seleção final das 10 “estrelas emergentes”, revelada no decorrer da cerimónia de entrega de prémios ‘Fintech 100 Awards Ceremony’, realizada em Londres a 9 de fevereiro, voltou a contemplar a ebankIT, que recebeu um galardão que a classifica como membro do restrito lote “Top 10 Global Emerging Stars in “KPMG – H2 Ventures Fintech 100″ 2015/16”.

“Este prémio prestigiante revela-se um grande feito para a empresa, provando uma vez mais a qualidade das soluções omnicanal inovadoras que desenvolvemos. O nosso foco passa por, diariamente, procurar simplificar cada vez mais a interação entre os bancos e os cidadãos e é reconfortante ver a ebankIT ser descrita como uma das 10 fintechs em todo o mundo com as ideias mais ousadas e disruptivas”, refere João Lima Pinto, CEO da ebankIT.

Entre as mais recentes novidades que a empresa apresentou na última semana em Londres, na FINOVATE Europe, a maior feira mundial de soluções tecnológicas para o setor financeiro, destaque para um sistema de reconhecimento visual e por voz que permite a realização de transferências bancárias, bem como uma assistente virtual que funciona no Apple Watch.

Fundada em 2014, com sede no Porto e escritórios em Londres, a ebankIT  foi criada  com base nos quadros técnicos e nos produtos inovadores para o setor financeiro da empresa ITSector, sua principal acionista.

Fonte: KMPG
Foto: KPMG

BICMINHO reconhecido como referência na União Europeia na área da bioeconomia

bicminho_O anúncio formal foi feito dia 11 de fevereiro, em Dublin, na Irlanda, no âmbito da Conferência Internacional ‘Bioeconomy Impact 2016’, um evento internacional que visa desafiar os investigadores europeus da área da bioeconomia a discutir sobre o valor e o impacto económico das suas pesquisas, nomeadamente ao nível da criação de riqueza e de novos empregos.

A bioeconomia será o grande motor de crescimento económico da Europa nos próximos anos – Nuno Gomes, CEO do BICMINHO

O BICMINHO vai assim desenvolver ações de mentoring,  business coaching e consultoria especializada a dois dos oito projetos de investigação na área da bioeconomia com elevado potencial de mercado: FOODSCAN, da Alemanha e PROteINSECT, do Reino Unido. FOODSCAN é um projeto que visa desenvolver um bio-sensor portátil e automatizado completamente inovador para detetar resíduos químicos e de pesticidas nas produções agrícolas e agroindústrias.  Por outro lado, o PROteINSECT desenvolveu uma tecnologia que permite a exploração de insetos como uma fonte sustentável de proteínas para alimentação animal.

A bioeconomia será o grande motor de crescimento económico da Europa nos próximos anos. Ao dar resposta às necessidades de uma população crescente, ao mesmo tempo que protege o nosso ambiente e os nossos recursos naturais, a bioeconomia será determinante para ajudar a Europa conseguir um crescimento económico  sustentável, inteligente e inclusivo, gerador de riqueza e de novos empregos”, afirma com convicção Nuno Gomes, CEO do BICMINHO, eleito no final de 2015 Presidente do Bioeconomy Special Interest Group da European Business and Innovation Centre Network e Perito Externo da CCDR-N para o sector agroalimentar do Grupo de Trabalho para a Competitividade Industrial da Macrorregião RESOE.

A Bioeconomia é um sector de elevado potencial e em forte crescimento, e de grande relevância para a melhoria competitiva da Euro-Região Norte de Portugal – Galiza, com forte influência sobre muitos sectores industriais e económicos. Segundo dados da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Económico a Bioeconomia movimenta no mercado mundial cerca de €2 triliões de euros e gera cerca de 22 milhões de empregos, assumindo-se portanto como a única economia alternativa para o século XXI para a União Europeia.

Fonte: BICMINHO
Foto: DR

Home Lisbon Hostel – O melhor Hostel do mundo é lisboeta

Home-Hostel-Lisbon[1]Os Hoscars, prémios que distinguem os melhores Hostels a nível mundial, atribuíram, na sua décima terceira edição,  o primeiro lugar ao Home Lisbon Hostel.

Este Hostel foi considerado não só o melhor “hostel médio” do mundo, mas também como o mais popular, como é possível verificar na lista de Hoscars publicada pelo Hostelworld. A unidade hoteleira lisboeta repete as vitórias conquistadas no ano passado nas mesmas categorias em que agora é distinguido.

O título de melhor estabelecimento deste sector de alojamento de baixo custo deveu-se aos viajantes de diversas nacionalidades que expressaram as suas avaliações, comentários e opiniões pessoais no site Hostelworld. Quanto à sua popularidade, esta foi apurada através do número de reservas feitas por unidade e da média das avaliações dos hóspedes.

137943726293c41bc3a214072f222c56f55e70a868[1]

Nas 50 cidades consideradas de topo pelo Hostelworld, o hostel lisboeta alcançou uma avaliação de 98%. O segundo lugar é também nacional e pertence ao Yes! Porto Hostel (96%).

O facto de ter um lugar cativo no coração desta maravilhosa cidade confere uma mais-valia aos seus hóspedes, possibilitando o seu deslocamento com facilidade, tanto a pé como através de meios de transporte que se encontram nas suas redondezas. Tanto a zona do Castelo como do Bairro Alto poderão ser facilmente conhecidas, incluindo os seus pontos históricos e de diversão que ambos têm para oferecer, tanto de dia como de noite.

13[1]

O Home Lisbon Hostel tem como máxima para todos os indivíduos que o escolhem para estadia, o usufruto de um “tempo perfeito” nas suas instalações e com quem lá trabalha. Através da recuperação deste edifício histórico, tornou-se possível proporcionar aos turistas uma área de banhos e uma cozinha totalmente renovadas para que não haja tempos de espera e para que os seus utilizadores estejam à-vontade nas suas lides diárias.

Como prova das incríveis instalações existentes, encontramos um grande salão que proporciona o convívio entre hóspedes, momentos de descanso e de diversão fora dos seus quartos. Em relação aos espaços para pernoitar, as camas confortáveis e os quartos espaçosos com varanda ou grandes janelas sobre a cidade, conferem um ambiente acolhedor.

1379437242e4e91a584e4c3373f3afd0f7940a1f96[1]

Para além dos serviços habituais existentes num Hostel com prestígio, o Home Lisbon Hostel também oferece a utilização gratuita de Playstation, de DVDs variados e de serviço de lavandaria. Como cereja no topo do bolo, o pão servido com o café da manhã é confeccionado em casa diariamente.

Podemos assim afirmar que é o Hostel mais indicado para quem procura sentir-se no seu lar mesmo estando longe de casa. O alojamento transmite um ambiente confortável e muito familiar. A interacção positiva existente entre as pessoas e o seu staff, cativa os turistas.

137943756121843ed264c0cce948e540f563280a70[1]

Outra variante referida como extraordinária pelos seus clientes, são as refeições caseiras elaboradas pela Mãe do proprietário, intitulada de “Mamma”, sendo indicadas como “deliciosas” e a “não perder”. Esta e muitas outras experiências, tornam o Home Lisbon Hostel memorável para quem teve oportunidade de lá ficar alojado.

Fontes: Home Lisbon Hostel e Económico
Fotos: DR

 

Cubi – empreendedorismo na moda aos 19 anos

Uma marca de roupa totalmente nacional que começou apenas por um site de vendas de páreos. A criadora da marca, Maria Roquete, com apenas 19 anos, criou uma empresa feita de cores e criatividade.

A Cubi é feita de amor! Peças únicas e especiais – Maria Roquete

Como estudante de design no IADE, Maria faz deste projecto um negócio paralelo à sua formação, com produtos feitos no nosso país e com peças feitas à mão com toda a sua dedicação. Depois do sucesso de vendas alcançado só com páreos, a criadora decidiu aumentar o número e variedade das peças que faziam parte da sua gama de produtos.

A Cubi foi fundada, em 2015, por Maria Roquete e  o número de fãs tem crescido de forma exponencial nas redes sociais Facebook e Instagram. Por enquanto, só podem ser feitas encomendas on-line, sendo possível escolher páreos, fatos de banho, casacos, vestidos e tops.

cubi_logo

Ao conversar com Maria, esta demonstrou ser uma jovem criativa com uma vontade imensa de fazer coisas novas e diferentes. Tudo começou sem ser planeado. Primeiro descobriu os páreos que tiveram uma enorme adesão após a sua exposição no site.  A parir dai, a criadora aproveitou para mostrar alguns dos trabalhos que já andava a desenvolver até então.

No início, Maria não definiu um target de vendas e sente que a idade não é sinónimo da existência de padrões de compra. Por outro lado, denota que a sua marca está muito virada para o sexo feminino, tendência que vai combater com a criação de peças masculinas.

Os preços variam entre os treze e os trinta euros, nunca havendo lugar a saldos, pois a Maria considera que o valor, por si só, já é reduzido.

A jovem designer afirma que a sua inspiração é predominante no Verão, por ser a época com a qual mais identifica, por vezes utilizando peças desta estação para as transformar em algo utilizável no Inverno. Neste momento, o projecto é exclusivamente seu, contando por vezes com a ajuda de familiares.

O primeiro Lookbook foi feito no Village Underground, um espaço que representa a essência da Cubi pela sua vivacidade e capacidade de transformação, pelas suas cores, texturas e formas.

Em relação ao futuro, o objectivo da criadora passa por desenvolver a marca e produzir cada vez mais novidades. O sonho de Maria passa por deixar de vender apenas online e avançar para um espaço físico, uma loja!

Fotos: DR

Fine&Candy : Hala Salem Achilas, a Libanesa que ilustra a marca portuense

São cadernos, blocos e agendas carregadas de símbolos. A ilustradora Hala Salem Achilas colabora com a marca portuguesa Fine&Candy, pintando flamingos, cupcakes ou palmeiras.

Hala Achilas avança ao Público que “é uma colecção feliz, com mistura de cores e símbolos californianos típicos mas também sofisticados. Como a Fine&Candy é uma marca de artigos de papelaria de luxo, foi possível deixar a imaginação voar com cores. Ainda assim, o estilo e a produção artesanal dão aos cadernos uma outra dimensão”.

Hala Achilas descobriu a marca portuguesa há dois anos e gostou muito dos seus produtos e estética.

O trabalho da ilustradora é conhecido em todo o mundo, tendo colaborado com casa de moda internacionais, com revistas como a Harper’s Bazaar, Vogue, Elle Decor ou a Nylon.

fineandcandy-2434[1]

As cores, o universo divertido, as viagens, natureza, pedras semi-preciosas, amuletos ou olhos são algumas das suas imagens de marca.

Prossegue dizendo que há “cada vez mais e mais pessoas atraídas pelo papel”. “É uma relação diferente daquela que se tem com as centenas de aplicações que existem hoje em dia”, defende. Num pequeno caderno, é possível “escrevinhar notas e ideias, fazer listas” e “todos os utilizam de forma muito pessoal, alguns personalizam com autocolantes, com fitas para assinalar eventos importantes. O papel transmite um sentimento diferente e mais íntimo”, acrescenta.

A Fine&Candy nasceu em 2009, no Porto. Apresenta quatro colecções anuais, de acordo com as estações do ano, mas ao longo do ano apresenta colecções de edição limitada, como a Hala Achilas. Os seus cadernos são produzidos manualmente em fábricas e gráficas do norte do país e são permitidas personalizações.

Os cadernos e agendas Candy Coast estão à venda na loja Fine&Candy no Porto (Rua de Tanger, 1356) e nas lojas revendedoras da marca.

 

Fonte: Público (Lifestyle)
Fotos: DR

GraPE2015 – RE:Inventar Portugal

grape_GC

A quarta edição do Fórum Anual de Graduados Portugueses no Estrangeiro (GraPE2015) realizou-se em Guimarães, a 28 de dezembro de 2015, no Centro Cultural Vila Flor, sob o tema “GraPE2015 – RE:Inventar Portugal”.

O Fórum GraPE promove a discussão, partindo da experiência de portugueses que saíram à descoberta de oportunidades pelo mundo, nas mais variadas áreas profissionais, numa reflexão sobre como podem as boas práticas internacionais contribuir para um maior avanço científico, económico e cultural do país.

Entre os temas, foi debatida a progressão das carreiras profissionais e académicas, dentro e fora de Portugal, a comunidade portuguesa fora do país e o papel da diáspora na sociedade portuguesa.

A edição deste ano teve a duração de um dia e esteve dividido em quatro sessões, em que as três primeiras incluíram a intervenção de três oradores especialistas na área (Economia, Gestão e Empreendedorismo; Artes e Cultura; e Ciência e Tecnologia). Na última sessão teve lugar  um debate sobre o tema do encontro, contando com um painel que incluiu Manuel Heitor – Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Rui Paiva – Presidente Executivo da WeDo Technologies e Elvira Fortunato – Directora do CENIMAT – Centre for Materials Research. O fórum contou ainda com um almoço de networking entre os participantes e os convidados.

Este fórum é uma iniciativa única em Portugal, de dinâmica internacional, reunindo portugueses distribuídos pelo mundo e promovendo o debate de questões cruciais à progressão profissional de todos, assim como ao desenvolvimento do país. Constitui ainda uma oportunidade única para o estabelecimento de novos contactos no seio desta comunidade.

A Excelência Portugal marcou presença no evento e entrevistou um dos seus organizadores, Pedro Pereira da Silva da PARSUK. Foi ainda possível recolher  um depoimento de todas as associações organizadoras sobre os seus projectos.

Grape2a

- Como surgiu o fórum anual de Graduados Portugueses no Estrangeiro (GraPE)? Que países estão representados?

O fórum anual GraPE surgiu em 2012, em Lisboa, por iniciativa de duas associações de Graduados Portugueses no Estrangeiro: a PAPS (Estados Unidos da América e Canadá) e a PARSUK (Reino Unido).  Em 2013 a AGraFr (França) juntou-se à organização para a segunda edição, no Porto, à qual se seguiu a ASPPA (Alemanha), em 2014, para a terceira edição, novamente em Lisboa.

Ao longo destes anos, o GraPE tem vindo a crescer em número e diversidade de participantes, e na quarta edição, a 28 de Dezembro de 2015 na cidade de Guimarães, participaram estudantes e graduados de 13 países em quatro continentes. A maioria dos participantes proveio da Alemanha, França, Estados Unidos da América e Reino Unido (países das quatro associações organizadoras) e de Portugal, com alguns participantes oriundos da Bélgica, China, Luxemburgo, Guiné-Bissau, Holanda, Suécia, Suíça e República Checa.

- Que importância têm tido estes encontros para aproximar a Academia do meio empresarial?

Ao reunir personalidades de relevo de diversos quadrantes académicos e empresariais num único fórum, o GraPE tem-se consagrado como um espaço de discussão privilegiado para projectar, debater, avaliar e promover a aproximação ente a Academia e as Empresas. Este foi um dos temas debatidos pelos participantes do GraPE 2015, estimulados ao longo do evento por um painel muito equilibrado: do lado empresarial, Rui Paiva (Presidente Executivo da WeDo Technologies) e João Batalha (Co-fundador e CEO da Orankl), do lado académico, Nuno Sousa (Diretor do Centro Clínico Académico da U. Minho) e Manuel Heitor (Professor Catedrático no IST e Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior). Foram apresentados casos de aproximação entre estes dois mundos, como por exemplo a NZYtech (pelo seu fundador Luís Ferreira) e a iSurgical3D, uma spin-off da U. Minho (pelo professor e investigador Jorge Correia Pinto). Pontos como o investimento privado e público na formação de doutorados em Portugal, o valor que este tipo de formação acrescenta às empresas e ao sistema de ensino, a empregabilidade e o potencial de criação de empresas por jovens altamente qualificados, e a capacidade transformadora da Diáspora Portuguesa estiveram em cima da mesa.

- Qual a percepção que existe quanto a Portugal no meio académico Britânico? Somos um país de Excelência?

O meio académico Britânico é altamente competitivo, pelo que a Excelência é um factor de sobrevivência, especialmente nas universidades e institutos de topo a nível mundial, nos quais é frequente encontrar Portugueses e Luso-descendentes, a par com muitas outras nacionalidades. Sendo uma percentagem pequena mas em crescimento de toda a população académica, na nossa opinião, a percepção pública dos Portugueses não é ainda muito forte.

Cada caso é único e avesso a generalizações – no entanto, a Excelência Portuguesa é notada e frequentemente se associa a uma sólida formação de base, uma forte ética de trabalho e a qualidades humanas como a empatia e a abertura a diferentes culturas.

- Qual o balanço que faz do evento?

O GraPE 2015 foi um evento muito positivo a vários níveis. Em primeiro lugar, o expressivo número (mais de 130) e a grande diversidade de participantes, os quais beneficiaram pela primeira vez de um evento em formato de um dia e meio, incluindo um jantar de convívio, facilidade de alojamento conjunto, almoço de networking, prova de vinhos (Alfama Wines) e diversas surpresas para oradores e participantes, incluindo um sorteio de produtos portugueses (Tuga Box). Cumpriu-se assim um dos objectivos do fórum GraPE 2015, reforçar os laços entre elementos da diáspora portuguesa e os destes com Portugal.

A troca de ideias entre participantes e oradores foi muito estimulante para todas as partes envolvidas, e este ano a variedade de painéis abrangendo artes e cultura, economia e empreendedorismo, ciência e tecnologia e a sua qualidade foram particularmente bem conseguidas.

Por fim, este foi o ano em que reunimos o maior número de apoios e patrocínios, o que foi essencial para o sucesso do evento e para proporcionar uma experiência de alto nível aos nossos participantes, a preços simbólicos. Deste modo queríamos deixar um agradecimento muito especial à Fundação Calouste Gulbenkian, Ciência Viva, BPI, Alfama Wines, Tuga Box, Grupo Migas, Casa de Sezim, Cerveja Letra, Minho Grafe, Pé de Flor, Lab Orders e ainda à Universidade do Minho e à Câmara Municipal de Guimarães.

- Que projectos têm em carteira?

AgraFr – por Ana Rita Furtado

Em 2016 a AGRAFr vai continuar a organizar um conjunto de atividades que visam promover a interação e a partilha de experiências, pessoais e profissionais, entre os membros e a sociedade em geral.

Duas das atividades que mais sucesso colheram em 2015 e continuam este ano foram o Conto Contigo e a Native Scientist. O Conto Contigo deriva de um projeto criado por dois membros da AGRAFr, sendo atividades gratuitas mensais, de promoção da língua portuguesa, propondo sessões de leitura destinadas a crianças e seus acompanhantes. Em 2016, a AGRAFr continua a parceria iniciada em 2014 com a empresa social Native Scientist, levando cientistas portugueses a alunos bilíngues da comunidade portuguesa residentes na área de Paris.

Entre outras iniciativas ainda em projeto, a AGRAFr tenciona organizar mais workshops de cariz profissional, sob temáticas variadas relevantes para os seus membros (em 2015 foram abordadas duas temáticas: empreendedorismo e integração cultural profissional). Outra atividade bem sucedida que continuará este ano é o “Um copo com…”, cujo objetivo é conhecer e dar a conhecer aos membros da AGRAFr personalidades lusófonas de destaque em França. E em novembro terá lugar a 4ª LUSO JOURNÉE, colóquio anual da AGRAFr, que costuma reunir cerca de 50 participantes na fundação Calouste Gulbenkian, em Paris.

Finalmente, a AGRAFr tenciona continuar o belo projeto GraPE, juntamente com as suas associações congéneres, co-organizando o 5º fórum anual GraPE em dezembro de 2016.

ASPPA – por Yara Reis

A ASPPA (Associação de Portugueses Pós-graduados na Alemanha e.V.) é uma Associação independente e sem fins lucrativos criada em 2012. Tem como objectivo principal promover os Portugueses com grau académico no mercado de trabalho alemão e português. Representando as mais diversas áreas profissionais, a ASPPA dirige-se a Portugueses e Luso-descendentes que estejam de momento ou num futuro próximo a trabalhar neste país.

Para além de promover a integração destes Portugueses no mercado de trabalho alemão, a ASPPA pretende também assistir ao seu potencial regresso a Portugal. Neste sentido, a ASPPA pretende apoiar financeiramente Portugueses a residir em Portugal e que queiram realizar um projecto numa instituição ou empresa na Alemanha, em colaboração com um Português aqui residente.  As bolsas asppa+ serão atribuídas por um tempo determinado que pode ir de 1 a 3 meses e são dirigidas a portugueses que já tenham terminado a sua licenciatura ou bacharelato.

Com o recente aumento do número de Portugueses com grau académico que têm escolhido a Alemanha como destino de emigração, a ASPPA tem uma oportunidade única na promoção da imagem de Portugal neste país e oferece uma plataforma de interacção profissional a todos os interessados através da realização de encontros regulares (PORTAL e Entre ASPPAs), eventos pontuais (Seminários e iDEm ASPPAs) e projectos específicos que vão de encontro aos interesses dos seus membros (e.g. Native Scientist). A destacar o encontro anual da ASPPA: o PORTAL onde se discutem temas como os desafios e sucessos a nível pessoal e profissional na promoção da língua e cultura portuguesas no estrangeiro.

A Direcção da ASPPA encontra/se em Berlim, conta com o apoio do Núcleo de Göttingen e pretende estabelecer mais núcleos oficiais de membros ASPPA pelas várias regiões da Alemanha.

Para estar a par das próximos passos, pode seguir as novidades no website , facebook ou linkedin.

PAPS – por Sílvia Curado

A PAPS (Portuguese American Postgraduate Society) é uma associação independente sem fins lucrativos, fundada em 1998, e que tem como missão apoiar a comunidade de graduados portugueses das várias áreas académico-profissionais a estudar ou trabalhar na América do Norte. Para além de promover a sua integração neste continente, a PAPS tem também como objetivo estabelecer a ponte entre Portugal e os EUA e/ou Canadá. Neste âmbito, a PAPS tem já programadas várias iniciativas para este ano:

PAPSummer: Programa de estágios de Verão sob orientação de membros PAPS nos EUA ou Canadá para estudantes portugueses do Ensino Superior. A primeira edição deste programa, em 2015, atribuiu bolsas de estágio a oito estudantes selecionados entre mais de 500 candidaturas permitindo financiar a sua deslocação e estadia nos EUA. Esta iniciativa foi somente possível através das parcerias com a Fundação Calouste Gulbenkian, o Consulado Geral de Portugal em Nova Iorque, a WeDo Technologies (com sede em Portugal) e a Axis Advisors, LLC. Encontram-se abertas, até 31 de Janeiro, as candidaturas a orientadores PAPSummer 2016 e o período de concurso para os estudantes decorrerá durante o mês de Março de 2016.

Fórum Anual GraPE: A PAPS continuará a colaborar como membro organizador deste fórum, que deverá decorrer em Dezembro 2016, e que visa fortalecer ligações entre a comunidade de portugueses graduados dentro e fora de Portugal.

Fórum Anual PAPS: para além do Fórum GraPE, em Portugal, a PAPS organiza anualmente o Fórum PAPS na América do Norte, reunindo membros de vários pontos dos EUA e Canadá para debater temas atuais e fortalecer a rede PAPS.

PAPSpeakers: uma série de sessões informais em que membros PAPS locais partilham o seu percurso, experiência e competências académico-profissionais com outros membros, proporcionando oportunidades de colaboração, recomendação/referência, mentoria e aprofundamento da relação entre membros.

PAPS Mentors: oportunidades de mentoria académico-profissional por e para membros PAPS, proporcionando o programa PAPS Mentors Junior o contacto entre membros PAPS, graduados, e estudantes portugueses do Ensino Secundário.

Rede PAPS Alumni: Uma vez que a PAPS foi constituída em 1998, bastantes membros PAPS regressaram já a Portugal. Assim, a Rede PAPS Alumni é uma rede de enorme valor e potencial para o fortalecimento das relações entre Portugal e a América do Norte e desenvolvimento do nosso próprio país. Por conseguinte, é pretensão da PAPS dinamizar esta rede e ampliar a sua visibilidade em Portugal.

Sessões de esclarecimento em Universidades e Institutos em Portugal.

Welcome Packages PAPS: documentos elaborados pela PAPS com informações essenciais para Portugueses que planeiam ou acabam de mudar-se para os EUA e/ou Canadá, incluindo já também informações específicas sobre algumas das cidades onde os Chapters PAPS estão sediados. Os vários Chapters – Bay Area, Boston, Chicago, Los Angeles, New York, North Carolina, Philadelphia, Pittsburgh, San Diego, Seattle, Texas, Toronto, Washington DC e  Portugal Alumni – realizam regularmente eventos locais.

Contactos: email, facebook (grupos disponíveis para cada Chapter PAPS) e website.

PARSUK – por Pedro Pereira da Silva

Para além da quinta edição do fórum GraPE, a PARSUK tem uma carteira de projectos para 2016 bem recheada: o programa PARSUK Xperience, o ciclo de eventos PARSUK Linkage e o encontro anual LUSO 2016, aos quais acrescem várias iniciativas realizadas pela rede de Embaixadores PARSUK por todo o Reino Unido.

O programa PARSUK Xperience oferece a estudantes portugueses seleccionados a oportunidade de realizar projectos de investigação no Reino Unido. Em 2015 este programa contou com uma bolsa Caixa Geral de Depósitos e duas bolsas Fundação Calouste Gulbenkian. Em 2016 haverá um maior número de bolsas e o programa será alargado para estudantes de mérito carenciados e também para alunos dos PALOP.

O ciclo de eventos sócio-profissionais PARSUK Linkage cria, ao longo do ano, momentos de convívio e discussão informal que aproximam membros PARSUK de diferentes níveis de carreira e de diversas áreas do conhecimento. O primeiro encontro, em formato jantar-tertúlia, realizou-se em Outubro de 2015 e outros ocorrerão ao longo de 2016.

O encontro anual LUSO, o maior evento que reúne a comunidade de estudantes e investigadores Portugueses no Reino Unido, realiza-se este ano a 18 de Junho de 2016 e pela primeira vez numa cidade a Norte de Inglaterra, contribuindo para a “Manchester, European City of Science”. O LUSO pretende envolver os membros da PARSUK na discussão de temas-chave para a nossa comunidade, em particular sobre os desafios do ensino superior e investigação e desenvolvimento em Portugal.

Finalmente, realizamos também um trabalho contínuo de representação de todos os Estudantes e Investigadores Portugueses no Reino Unido, dando voz aos seus interesses e preocupações em diversos eventos e junto de parceiros institucionais. Fazêmo-lo em pessoa, por e-mail e através das nossas redes sociais (facebook, twitter, google+ e linkedin), newsletter e website.

IMG_5777

Programa completo do evento:

09h20 Registo com café & Networking
10h00 Sessão de Abertura
Mensagem de Boas Vindas do Presidente da CMG, Domingos Bragança
Breve apresentação das Associações AGRAFr, ASPPA, PAPS e PARSUK
10h45 1ª sessão – Economia, Gestão e Empreendedorismo: Tempo de apertar o cinto ou arregaçar as mangas?
João Claro – Diretor Nacional do Programa Carnegie Mellon Portugal
João Batalha – Co-fundador e CEO, Orankl
Clara Gonçalves – Diretora Executiva do UPTEC

(moderação Ricardo Alexandre, RTP)
11h45 Pausa com café & networking
12h15 2ª sessão – Artes e Cultura: Como esculpir um futuro mais colorido?
Manuela Pimentel – Artista Plástica
Joana Ricou – Artista e consultora criativa em educação
Gonçalo Cadilhe – Escritor viajante

(moderação Ricardo Alexandre, RTP)
13h15 Almoço & Networking
14h45 3ª sessão – Ciência e Tecnologia: E contudo move-se!
Jorge Correia Pinto – Investigador e Professor Catedrático, Univ. do Minho
Nuno Sousa – Diretor do Centro Clínico Académico, Univ. do Minho
Luís Ferreira – Fundador da NZYtech; Vice-Reitor Univ. de Lisboa

(moderação Ricardo Alexandre, RTP)
15h45 Pausa para café & Networking
16h15 Debate – RE:Inventar Portugal – Um por todos e todos por um
Manuel V. Heitor – Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior
Rui Paiva – Presidente Executivo da WeDo Technologies
Elvira Fortunato – Directora do CENIMAT – Centre for Materials Research

(moderação Ricardo Alexandre, RTP)
17h45 Encerramento pela Comissão Organizadora do GraPE
Mensagem do Reitor da Univ. do Minho – António Cunha
18h00 Prova de vinhos

 

Fotos: DR

Undandy – “Os sapatos maravilha”

11146381_681303511997570_2996770199622174525_oUndandy é a marca 100% portuguesa que explora o desenho e produção de calçado masculino no sentido da inovação e da personalização detalhada de sapatos a preços competitivos no seio da produção artesanal de topo.

Perante um mercado saturado de modelos atemporais, a marca encontra inspiração no movimento dandy oitocentista estabelecendo-se a máxima de: Cada cliente é um caso e “cada caso é um caso”, enquanto tomada de posição face às limitações e ditames da moda vingente.

Os sapatos Undandy destinam-se quer ao homem de negócios quer ao homem excêntrico. O ADN da marca é fazer com que cada pessoa possa  criar o seu próprio estilo, único e livre. Desta forma, o público alvo inicial é masculino, contando já com uma possível expansão do produto para uma linha feminina como também para a produção de acessórios.

Com especial enfoque no fabrico nacional e artesanal em pele de alta qualidade, os sócios Rafic Daud e Gonçalo Henriques estabelecem a sede de fabrico da Undandy no norte de Portugal na já reconhecida capital do calçado, São João da Madeira. Em quatro meses a marca já vendeu calçado para cerca de 20 países, entre os quais constam Portugal, Reino Unido, Rússia, Dubai, Nigéria, entre outros. Com um investimento inicial de 450 mil euros, a Undandy prevê facturar já no próximo ano 750 mil euros e atingir 2018 com vendas de 1,7 milhões.

12310001_789037094557544_1402181644336416627_oAs encomendas fazem-se a partir do site através de uma plataforma inédita de personalização virtual que permite modificar os sapatos, total ou parcialmente – desde o formato à biqueira, dos tons de pele ao pormenor da costura. O desafio foi criar este produto de luxo – “customized; specially made for you.” – a preços de base acessíveis para o tipo de produto em questão.

Desenho, qualidade, preço e exclusividade são as linhas mestras da Undandy. A marca é capaz de oferecer mais de 156 milhões de sapatos diferentes ao gosto de cada cliente, desde 220€ no caso de sapatos clássicos e 145€ no caso das sapatilhas.

Apostando numa interface simples e eficaz, a marca pretende criar uma app que permita, de modo imediato, medir o pé e a correspondência directa do mesmo aos sapatos concebidos exclusivamente pelo consumidor.  A criação de showrooms e lojas está para breve.

Fotos: DR

 

Fundador e CEO da eSolidar na lista europeia 30 Under 30 da Forbes

esolidarO fundador e CEO da eSolidar  é o único português na lista europeia 30 Under 30 da revista Forbes. Marco Barbosa foi eleito na categoria de empreendedorismo social.

A lista 30 Under 30 Europe é lançada este ano e distingue 300 empreendedores até aos 30 anos em 10 categorias: artes, entretenimento, indústria, media, política, empreendedorismo social, retalho e e-commerce, ciência e saúde, finanças e tecnologia.

A eSolidar é como uma loja solidária online onde cada transacção tem impacto social. Pode comprar, vender, doar e muito mais.

A plataforma nasceu em maio de 2014 e tem como principal objectivo ser um mecanismo abrangente para que as organizações sem fins lucrativos angariem fundos online de uma forma rápida, eficaz e com baixo custo, envolvendo activamente a comunidade neste processo. De acordo com o portal,  a eSolidar já conta com mais de 40.000 utilizadores registados e 570 organizações sem fins lucrativos já beneficiaram da sua actividade.

Tiago Paiva e Cristina Fonseca, fundadores da start-up portuguesa Talkdesk, estão na lista mundial dos “30 under 30”, na categoria de tecnologia empresarial da Forbes.

Artigos relacionados:
Fundadores da start-up portuguesa Talkdesk na lista “30 Under 30″ da Forbes


Foto:
DR

 

BLUECOM+ leva a Internet a zonas remotas do oceano

bluecom

O projecto pioneiro a nível mundial, liderado pelo INESC TEC, envolve também o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) e a MARLO AS (parceiro norueguês).

O BLUECOM+ pretende tornar possível o acesso à Internet em zonas remotas do oceano, a mais de 100 km da costa. O acesso, em banda larga e com baixo custo, recorre a  tecnologias de acesso normalizadas como o Wi-Fi e o 4G.

Este projecto baseia-se na utilização de balões de hélio ancorados, por exemplo, em bóias, embarcações ou parques eólicos, que formam uma “rede voadora” de banda larga a operar nas bandas de frequência libertadas pela televisão analógica, de modo a garantir ligações rádio de longo alcance.

O projecto, que termina em dezembro de 2016, vai permitir, por exemplo, que um utilizador numa embarcação a 100 quilómetros da costa possa aceder à Internet de banda larga usando o seu ‘smartphone’.

O BLUECOM+ pretende ser uma alternativa às comunicações via satélite. De acordo com os responsáveis do projecto, existe um grande potencial económico derivado da sua aplicação no suporte à Economia Azul, incluindo as pescas e o transporte marítimo.

Fonte: UP
Foto: DR

 

Inês Caleiro, CEO e designer da Guava, conquista Dream Award em Xangai

ines_guava

Inês Caleiro, designer fundadora da Guava, foi distinguida com um Dream Award, dedicado a novos designers, dos prémios internacionais de moda e design Fashion Crowd Challenge,

Apaixonada desde sempre pela moda, Inês Caleiro conta com um percurso feito no estrangeiro, tendo chegado mesmo a estagiar na conceituada Jimmy Choo. Entre Portugal e a Noruega, é simultaneamente CEO e directora criativa da marca de calçado e acessórios.

Estar entre os top 5 jovens criadores de todo o mundo é mais do que um prémio. É uma profunda sensação de reconhecimento e felicidade. quando recebi a notícia de que tinha ganho um Dream Award nem queria acreditar. Parecia tirado de um sonho. Li e reli o e-mail várias vezes até acreditar

12440714_1120222164656857_3468798416478735519_o

A designer de 31 anos criou, em 2011, a marca que baptizou com o nome da sua fruta preferida (Goiaba). Inês é a primeira portuguesa a ser distinguida com um prémio “dedicado aos mais promissores profissionais da área e que procura projectá-los no panorama internacional de moda e design”, refere a Guava em comunicado.

Em abril de 2015, Inês Caleiro concedeu-nos uma entrevista, onde partilhou o seu percurso e os desafios deste projecto.

Visite a Guava em www.guava.shoes

 

Artigos Relacionados:
Inês Caleiro (Guava) – Empreendedorismo além-fronteiras com assinatura portuguesa

Fotos: DR