Freakloset desfila com a SIBLING num dos maiores eventos de moda do mundo

freakloset2A Freakloset, marca de calçado 100% portuguesa que reinventa os modelos mais clássicos e intemporais, personalizando-os com cores vibrantes e novos materiais, acaba de desfilar na passerelle da London Fashion Week, lado a lado com a Sibling, uma das marcas de roupa londrina mais reconhecida e irreverente. Esta parceria acontece apenas seis meses após o lançamento da Freakloset em Portugal, e vai permitir a entrada da marca no mercado do Reino Unido, bem como a sua expansão para outros mercados prioritários.

Estamos muito orgulhosos por uma marca como a Sibling, que é irreverente e ousada como a Freakloset, ter escolhido os nossos sapatos que calçaram todos os modelos deste desfile. É um passo muito importante na nossa estratégia de internacionalização e um reconhecimento da qualidade e design dos produtos Freakloset e do calçado português – Joana Lemos, Designer & Founder da Freakloset

A Sibling escolheu a Freakloset para calçar todos os modelos femininos e masculinos no seu desfile de apresentação da coleção Outono/Inverno 2017, que teve lugar no passado dia 8 de janeiro, na London Fashion Week, um dos maiores eventos de moda mundiais.

A marca londrina usou o avançado software 3D de personalização online da Freakloset para personalizar todos os sapatos masculinos e femininos do desfile, adequando-os à coleção Outono/Inverno 2017. Este software, simples e intuitivo, permite, a qualquer pessoa, personalizar quatro partes do sapato – pele, taloeira, atacadores e sola – de um dos cinco modelos disponíveis – Derby, Monk, Ankle Boot, Chelsea Boot e Loafer – para criar, em minutos, uma infinidade combinações e estilos.

Adorámos trabalhar com a Freakloset porque partilha connosco os mesmos valores, especialmente no que respeita ao twist que damos aos clássicos e ao uso lúdico da cor. Além disso, é muito divertido podermos desenhar os nossos próprios sapatos! A Freakloset permite-nos criar algo totalmente individual, único e adaptado ao nosso estilo - Cozette McCreery, Diretora da SIBLING

A Freakloset foi fundada em 2016 pela designer portuguesa Joana Lemos, de 26 anos, que imediatamente se concentrou na globalização da marca, expandindo-se para vários mercados. Os sapatos Freakloset estão disponíveis no showroom da marca, em Lisboa, em Roterdão, on-line em todo o mundo (envio gratuito para a Europa) através do site da marca www.freakloset.com. A Freakloset apresenta-se agora no Reino Unido para expandir a marca neste mercado.

Produzidos em Portugal, os sapatos Freakloset são feitos à mão, um a um, utilizando as melhores e mais inovadoras técnicas de confeção que, juntamente com a experiência de mais de 60 anos de uma equipa de artesãos, garantem a qualidade e conforto desta marca ímpar. Tudo isto é reforçado com a introdução de alguns dos mais luxuosos tecidos e peles do mercado.

Fonte: Feakloset
Fotos: DR

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ISWARI nomeada para os European Business Awards

iswariA Iswari, marca 100% portuguesa e líder de mercado em superalimentos, acaba de ser reconhecida pelos European Business Awards com a nomeação para o prestigiado RSM Entrepreneur of The Year, o galardão que distingue as marcas mais inspiradoras do continente europeu. O título de Campeão Nacional será disputado por sete empresas nacionais, numa votação que é pública e decorre até 1 de março.

Os European Business Awards promovem a gestão de excelência e implementação de melhores práticas no panorama empresarial europeu, distinguindo os princípios da Inovação, da Ética e do Sucesso Financeiro, visando o desenvolvimento de uma comunidade empresarial mais forte e bem-sucedida em toda a Europa.

Esta nomeação é especialmente gratificante pois significa o reconhecimento da nossa dedicação, do enorme investimento que temos feito, e do trabalho de excelência que temos desenvolvido em prol da saúde e do bem-estar do consumidor – Gonçalo Sardinha, CEO da Iswari

O sonho de Gonçalo Sardinha nasceu de uma forma mais artesanal, com produção familiar e com vendas para amigos. Com um investimento inicial de 50.000 euros, em 2010, a Iswari rapidamente conquistou mais de 18 países e um volume de faturação na ordem dos 4 milhões de euros.

Os European Business Awards são considerados a maior distinção empresarial da Europa e contam com o apoio de inúmeros influenciadores-chave do mundo dos negócios. A Iswari vai passar por um sistema de votação até ao próximo dia 1 de março, candidatando-se, assim, ao título de National Public Champions. Após o apuramento dos Campeões Nacionais, decorrerá uma segunda votação pública entre os vencedores de cada país para a atribuição do galardão europeu. Essa votação decorrerá entre os dias 6 de março e 27 de abril, e o resultado será anunciado na Gala dos European Business Awards, na primavera.

Fonte: Iswari
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Medicamento português demonstrou ser eficaz no combate ao cancro

moleculaO ensaio clínico de prova de conceito do primeiro medicamento oncológico português acaba de revelar resultados muito promissores no tratamento do cancro avançado da cabeça e do pescoço. 

“Nesta fase, o medicamento investigacional provou ser seguro, bem tolerado pelos doentes e eficaz no tratamento do cancro avançado da cabeça e pescoço”, revela Lúcio Lara Santos, oncologista cirúrgico do IPO-Porto. “A terapêutica fotodinâmica com Redaporfin demonstrou uma redução significativa do tecido tumoral, na área irradiada. Nos doentes tratados com uma dose única de 0.75mg/kg, a dose eficaz, os efeitos secundários observados foram controlados com medidas terapêuticas simples e, assim, não foram relevantes ”, acrescenta o oncologista.

A Terapia Fotodinâmica é uma técnica extremamente promissora no tratamento do cancro. Consiste na administração de um composto sensível à luz (fotossensibilizador), seguida da sua fotoativação apenas no local onde se deseja verificar o seu efeito, isto é o tumor. A fotoativação é feita através de uma luz laser que tem um comprimento de onda que é específico para o composto. Após a sua ativação, onde se pretende que atue, as células do tumor são destruídas. Os efeitos adversos no restante organismo são mínimos, o que é uma enorme vantagem em relação a muitos outros tratamentos do cancro.

Os resultados permitem prever que esta terapêutica será muito útil no tratamento dos tumores da cabeça e pescoço, associados ou não a outros medicamentos anti-oncológicos, seja a quimioterapia ou os novos medicamentos como a imuno-oncologia, e ainda nos tumores resistentes às terapêuticas comuns.

O Redaporfin é desenvolvido pela Luzitin, uma empresa farmacêutica portuguesa focada na investigação e no desenvolvimento de compostos inovadores para a Terapia Fotodinâmica e Fotodiagnóstico do cancro e outras doenças, assim contribuindo para o bem-estar do ser humano. Fundada em 2010, a Luzitin surge de uma parceria entre a Universidade de Coimbra e a Bluepharma Indústria Farmacêutica.

O medicamento passou uma das fases mais arriscadas do seu desenvolvimento, a entrada no homem, e a regressão do tumor, verificada na sequência do tratamento, abre o leque de opções terapêuticas dos doentes que já estavam em fase de cuidados paliativos. Os resultados parecem ainda demonstrar que esta terapêutica pode vir a ser favorável no tratamento de outros tumores sólidos, o que representa um avanço enorme para o nosso país e uma nova esperança para milhares de doentes – Sérgio Simões, presidente da Luzitin

Os próximos passos do desenvolvimento da Redaporfin envolvem a realização de um ensaio clinico pivotal, em Colangiocarcinoma, um tipo raro de cancro, geralmente diagnosticado numa fase muito tardia da doença, com um prognóstico muito reservado e que tem vindo a aumentar em Portugal e no mundo.

Na sequência deste novo ensaio clinico, em 2021, poderá ser possível falar numa submissão de pedido de autorização de introdução ao mercado, à EMA (Agência Europeia de Medicamentos), e obter a respetiva aprovação do medicamento Redaporfin para a sua comercialização na Europa.

Fonte: Bluepharma
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Startups portuguesas angariam 1,6 milhões de euros através da Seedrs em 2016

seedrs_finalAs startups portuguesas obtiveram aproximadamente 2 milhões de euros através da Seedrs em 2016. A maior plataforma europeia de equity crowdfunding permitiu a realização de nove campanhas de financiamento de empresas portuguesas durante o ano passado e o montante total poderá aumentar, dado que ainda estão a decorrer rondas de startups nacionais. 

Em 2016 foram realizadas nove campanhas portuguesas na Seedrs, das quais quatro foram concluídas com sucesso. Além da Tradiio, que foi responsável por aquela que é, até agora, a maior campanha portuguesa de sempre, também a Climber Hotel, a eSolidar e a Agroop fecharam com sucesso as suas rondas de financiamento.

Os números do ano passado são um bom reflexo do interesse cada vez maior, quer das empresas portuguesas quer dos investidores, em recorrer ao equity crowdfunding como fonte alternativa e eficaz de financiamento – Filipe Portela, diretor de desenvolvimento de negócios da Seedrs

Wine With Spirit, OncoStats e a Marmita têm ainda operações a decorrer na plataforma de equity crowdfunding, enquanto duas campanhas de startups portuguesas acabaram por não se conseguir financiar em 2016.

O montante financiado total das campanhas portuguesas atingiu os 1,6 milhões de euros. Deste, 1,08 milhões são relativos ao encaixe realizado pelas campanhas concluídas com sucesso e os restantes 520 mil euros às campanhas que ainda estão a decorrer. Isto permite que o valor final financiado possa aumentar quando terminarem as rondas de financiamento em curso.

Fonte: Seedrs
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Universidade de Coimbra participa em consórcio europeu que está a desenvolver nova geração de robôs para a indústria

robo_UCA partir do próximo mês de fevereiro, as empresas Thales Alenia Space, indústria aeroespacial de produção de satélites, e Renault, do sector automóvel, vão testar um protótipo do ColRobot, um robô de última geração que está a ser desenvolvido por um consórcio europeu do qual faz parte uma equipa de investigadores do Departamento de Engenharia Mecânica da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC).

Com um orçamento global de mais de quatro milhões de euros, financiados pela União Europeia através do Programa Horizon 2020, o consórcio é liderado pela École Nationale Supérieure d’Arts et Métiers – ENSAM ParisTech, em França, e reúne 11 parceiros de universidades, centros tecnológicos e empresas.

Pretende-se que os humanos possam interagir com estes robôs colaborativos da mesma maneira como interagem uns com os outros, de uma forma intuitiva, por exemplo usando gestos. Assim, exploramos o melhor dos humanos e das máquinas, ou seja, as capacidades cognitivas e de coordenação dos humanos, e a capacidade das máquinas de produzir trabalho monótono e preciso – Pedro Neto, líder da equipa da Universidade de Coimbra

A equipa da Universidade de Coimbra (UC) é responsável pela interação homem-robô, promovendo a colaboração e partilha de tarefas entre humanos e robôs. Pedro Neto, investigador e líder da equipa, explica que o grande objectivo do ColRobot (Collaborative Robotics for Assembly and Kitting in Smart Manufacturing) passa pelo «desenvolvimento de robôs colaborativos que possam trabalhar lado-a-lado com os humanos.

Actualmente, sublinha Pedro Neto, «os robôs existentes nas nossas indústrias trabalham dentro de jaulas, sem interagirem com os humanos». Por isso, nota, «o ColRobot significa uma mudança de paradigma, em que os robôs colaboram com os seres humanos, tirando o melhor de cada parceiro».

«Prevê-se que os robôs colaborativos tragam vantagens competitivas muito importantes para a indústria Europeia, podendo ser operados por humanos sem conhecimentos técnicos, realizar tarefas ergonomicamente inconvenientes para os humanos, aumentar a flexibilidade produtiva e reduzir custos de produção», conclui o também docente do Departamento de Engenharia Mecânica da UC.

Fonte: UC
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Universidade de Coimbra e Active Space Technologies desenvolvem veículo autónomo para a indústria 4.0

ActiveONE_home-2A Active Space Technologies, em colaboração com a Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC), desenvolveu um inovador veículo de condução autónoma (AGV, Automated Guided Vehicle) por forma a revolucionar a fábrica do futuro.

O AGV foi desenvolvido pela empresa Active Space Technologies para apoiar a designada indústria 4.0, caracterizada por uma grande flexibilidade e ritmos de produção muito elevados.

Com a Active Space Technologies trabalha uma equipa de seis investigadores do Departamento de Engenharia Eletrotécnica e de Computadores da FCTUC, que está a desenvolver um sistema de posicionamento (algo semelhante a um GPS indoor) para o AGV, baseado numa tecnologia vanguardista. Este sistema será integrado no AGV num futuro próximo.

O novo veículo, que já está a ser utilizado pela Autoeuropa, foi apresentado na EMAF – Feira Internacional de Máquinas, Equipamentos e Serviços para a Indústria, que teve lugar no final de novembro, na Exponor, Feira Internacional no Porto.

Este AGV tem um nível de flexibilidade bastante elevado, adaptando-se às estruturas existentes nas fábricas actuais, o que permite ganhos significativos em todo o processo de produção – Luís Coelho, Responsável da Indústria da Active Space Technologies

Com uma arquitectura inovadora, este veículo sem condutor integra diversos componentes «que o orientam em percursos preestabelecidos, de forma autónoma e rápida, e tem uma capacidade de carga muito elevada, de 800 Kg», explica Luís Coelho.

O novo veículo foi desenvolvido no âmbito de um projeto de investigação financiado pelo Programa Comunitário Horizonte 2020 e já se encontra em fase de comercialização. No entanto, a equipa vai prosseguir com os estudos com o objetivo de tornar este veículo omnidirecional, dando mais flexibilidade ao produto.

Fonte: UC
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GraPE 2016: Graduados portugueses no estrangeiro vão “Pensar Portugal em Territórios do Futuro”

grape_GCOs graduados portugueses no estrangeiro reúnem-se anualmente em Portugal para pensar o nosso país. A época natalícia é a escolhida para a realização destes fóruns, dado que a maioria se encontra na sua terra natal . A Excelência Portugal marcou presença na edição de 2015 e faz aqui uma breve antevisão da edição deste ano.

O GraPE2016, 5º Fórum Anual de Graduados Portugueses no Estrangeiro, tem como principal objectivo promover a interacção e discussão entre os graduados portugueses no estrangeiro e em Portugal. Este evento proporciona uma oportunidade única para o estabelecimento de novos contactos e fortalecimento dos existentes no seio desta comunidade, e surge como um fórum de discussão sobre i) a progressão das carreiras profissionais e académicas, dentro e fora de Portugal, ii) a comunidade portuguesa fora do país e iii) a sociedade portuguesa em geral.

A edição deste ano ‘GraPE2016 – Pensar Portugal em Territórios do Futuro’ surge na sequência dos colóquios anteriores, nomeadamente: ‘Percursos em Ciência: Diversidade contra a Adversidade’ (Lisboa, 2012), ‘Migrações Científicas: Ir e Voltar’ (Porto, 2013), “Portugueses sem Fronteiras: Criatividade e Inovacão” (Lisboa, 2014) e ‘RE: inventar portugal – Portugueses dentro e fora’(Guimarães, 2015).

As edições anteriores contaram com oradores ilustres em áreas como a ciência – António Coutinho, Carlos Fiolhais, Nuno Sousa e Miguel Seabra; a política – Nuno Crato, Maria da Graça Carvalho, Jorge Portugal e Manuel V. Heitor, artes e cultura – Joana Ricou e Gonçalo Cadilhe e o empreendedorismo – Rui Paiva, Luís Ferreira e Clara Gonçalves.

À semelhança dos anos anteriores, o GraPE pretende promover a reflexão e discussão sobre as perspectivas nacionais e internacionais disponíveis aos portugueses graduados, no panorama actual e antecipando o futuro do mercado de trabalho. Esta edição contará, entre outras, com intervenções especiais do Presidente da República, Professor Doutor Marcelo Rebelo de Sousa, do Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Professor Doutor Manuel Heitor e do Ministro dos Negócios Estrangeiros, Professor Doutor Augusto Santos Silva.

Este evento, de dinâmica internacional, é uma iniciativa única em Portugal, que reúne portugueses graduados distribuídos pelo mundo convidando-os a partilhar experiências profissionais e a trocar ideias que contribuam para que o nosso país cresça em novas oportunidades.

A organização está a cargo das seguintes associações: AGRAFr (Association des Diplômés Portugais en France) em França, a ASPPA (Associação de Pós-Graduados Portugueses na Alemanha) na Alemanha, a PAPS (Portuguese American Postgraduate Society) nos EUA e Canadá, e a PARSUK (Portuguese Association of Researchers and Students in the United Kingdom) no Reino Unido.

Fonte: GraPE
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Tradiio concretiza maior campanha portuguesa de ‘equity crowdfunding’

tradiio2Startup portuguesa concluiu a maior campanha de investimento de uma empresa portuguesa feita até agora através da Seedrs. Campanha da Tradiio entrou em overfunding a uma semana do fim.

A Tradiio, plataforma portuguesa de streaming de música, tornou-se na quinta empresa portuguesa a conseguir captar investimento de vários investidores de todo o mundo através da Internet ao fechar aquela que é, até agora, a maior operação de financiamento de sempre feita por empresas portuguesas na Seedrs, a maior plataforma de equity crowdfunding europeia.

A Tradiio atingiu o objectivo pretendido ao angariar 600.000 euros por 13% do seu capital, avaliando a empresa em 4 milhões de euros, numa ronda de financiamento que juntou mais de 120 investidores. A campanha, que atingiu 37% do objectivo logo no primeiro dia, entrou em overfunding e vai manter-se activa até à próxima semana.

O encaixe da operação realizada na Seedrs, a maior plataforma europeia de equity crowdfunding co-fundada e presidida pelo português Carlos Silva, vai permitir à Tradiio avançar com o seu processo de internacionalização nos Estados Unidos e escalar o modelo a milhões de artistas.

é motivo de satisfação ter conseguido concluir com sucesso aquela que é a maior campanha de financiamento através do modelo de crowdfunding e de ter conquistado tanto interesse na comunidade de investidores em todo o mundo. Agora vamos dar seguimento ao plano de internacionalização da Tradiio nos Estados Unidos a partir de Los Angeles – Álvaro Gomez, CEO da Tradiio

A Tradiio é uma plataforma portuguesa de descoberta e lançamento de novos projectos musicais, permitindo-lhes ganhar vida e financiamento, e que conta no seu catálogo com mais de 42 mil artistas emergentes registados, de uma centena de países. A plataforma permite aos utilizadores subscreverem diretamente os artistas, através de um determinado valor mensal, para ajudar os projectos musicais que gostam a atingirem um objectivo predefinido e, em troca, terem acesso a conteúdo exclusivo.

A startup portuguesa, fundada em 2014 por Álvaro Gomez, André Moniz e Miguel Leite, tem por missão descobrir e apoiar a melhor música, oferecendo ao talento musical emergente a hipótese de ganhar credibilidade e exposição. A empresa tem operado em Portugal, Brasil e Inglaterra e prepara-se agora para lançar o modelo nos Estados Unidos e mudar a vida de milhões de artistas em todo o mundo.

Recorde-se que a Tradiio foi considerada como uma das melhores startups da Europa pela Wired. Já no início do ano foi considerada a décima startup mais disruptiva do mundo, segundo o ranking da Disrupt 100 que distingue os negócios com maior potencial para modificar ou inovar, ou até mesmo criar novos mercados.

Esta campanha veio demonstrar e comprovar que o interesse dos investidores em startups é cada vez maior e expressivo, assim como o interesse de empresas portuguesas em captar financiamento através do equity crowdfunding. Estamos confiantes que mais empresas se seguirão em 2017 – Filipe Portela, director de desenvolvimento de negócios da Seedrs

A Tradiio passa a fazer parte das empresas portuguesas que já conseguiram completar com sucesso campanhas de financiamento na Seedrs, juntando-se à lista onde estão a Coacher, a Agroop, a Climber Hotel e a eSolidar.

Fonte: Seedrs
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Easypay apresenta solução inovadora de pagamento

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A Easypay apresentou no Web Summit uma nova solução de pagamento que marca a 3ª revolução do dinheiro, a abypay. Esta solução foi criada em Portugal com tecnologia Blockchain e permite realizar transferências bancárias instantâneas, reembolsos e serviços de pagamento online.

Com a abypay, todas as transações são concretizadas em segundos, para qualquer região do mundo e em qualquer moeda, a custar apenas cêntimos. O utilizador só tem que realizar o download gratuito da app no smartphone para poder usufruir dos diversos serviços disponíveis. A app está disponível para iOS e Android.

A abypay está concluída e pronta para entrar no mercado global dos pagamentos. Até ao final do primeiro trimestre de 2017 a Easypay estima ter esta solução de pagamento disponível em 4800 comerciantes, 50 ATMs e 15 mil utilizadores.

Esta solução de pagamento inovadora antecipa mais uma vez a Directiva Europeia PSD2 que terá que ser transposta para os mercados europeus até janeiro de 2018.

Com 10 anos de atividade, a Easypay é uma empresa que tem antecipado a implementação das directrizes europeias, no que diz respeito aos meios de pagamento. Em 2007 a Easypay foi pioneira ao disponibilizar referências multibanco a PME’s e em 2008 via débito directo. Actualmente oferece numa única plataforma os principais instrumentos de pagamento electrónico: Multibanco, Visa, MasterCard, American Express, transferências bancárias, Débitos Directos SEPA, o popular Boleto Bancário do Brasil e o MBWay.

 

Fonte: Easypay
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MUB Cargo: Chegou a “Uber” para mercadorias

MUB_Cargo_topA MUB Cargo é uma aplicação móvel para fornecer um serviço de transporte de mercadorias para empresas ou privados. O lançamento teve lugar, no dia 17 de Novembro, na Porto Business School.

A ideia de conjugar as necessidades de clientes e os serviços de transportadoras surgiu a Carlos Palhares, CEO da Mecwide e da MUB Cargo, no âmbito do MBA que realizou na Porto Business School (PBS). O projecto que o juntou a Orlando Azevedo, outro ex-aluno desta escola de negócios, foi utilizado, em 2009, como trabalho para a cadeira de Empreendedorismo.

Passados sete anos, Carlos Palhares e Orlando Azevedo regressaram à PBS para recrutar os outros dois fundadores da startup:  Mariana Gomes, fundadora da shairart e Pedro Vilas-Boas, ambos alunos do The Magellan MBA.

A MUB Cargo está incubada na Startup Braga e foi, recentemente, finalista do Prémio Inovação NOS 2016.

Ganha o cliente, que tem hipótese de ‘negociar’ o melhor preço, e ganham os transportadores, que assim têm acesso a mais clientes –  Mariana Gomes à LUSA

Após um investimento inicial de cerca de 80.000 euros, o arranque da empresa está concluído e a aplicação móvel já está disponível para Iphone.  A MUB Cargo disponibiliza transporte para todo o tipo de objectos, desde mercadorias pesadas a documentos, medicamentos ou tecnologia.

O utilizador regista-se na aplicação e submete informação sobre a mercadoria que pretende enviar, incluindo uma fotografia do produto, as moradas de recolha e de entrega, ou o tempo limite para recolher a mercadoria. A partir do momento em que submete um pedido de transporte, o utilizador recebe notificações com várias propostas de serviço das transportadoras parceiras da plataforma. De seguida, selecciona a proposta que melhor se adequa às suas exigências. O pagamento é realizado através da aplicação e a entrega pode ser acompanhada em tempo real. No final do processo, o serviço prestado pode ser avaliado.

A startup que entrar nas empresas e operar, nesta fase, ainda só no mercado nacional.  Para financiar a expansão da actividade, A MUB Cargo pretende recolher, já em 2017,  investimento de aproximadamente um milhão de euros.

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