CIIMAR recebe navio Creoula no Novo Terminal de Cruzeiros

creoulaEsta sexta-feira, dia 26 de agosto, o Centro Interdisciplinar de Investigação Marinha e Ambiental (CIIMAR) recebe trinta e um estudantes universitários e respectivos professores que se encontram a bordo do navio Creoula, no âmbito do projecto Universidade Itinerante do Mar (UIM).

Os estudantes iniciaram a sua viagem no dia 21 de agosto em Avilés, tendo realizado uma paragem nas Ilhas Ciés. No Porto, a tripulação e o seu comandante irão ser recebidos pela direcção do CIIMAR, CM do Porto e CM de Matosinhos numa sessão de boas vindas, seguindo-se uma visita guiada ao aos laboratórios do CIIMAR onde os estudantes terão a oportunidade de contactar com investigadores de diferentes áreas das ciências marinhas e ambientais.

Com 10 anos de existência, o projecto UIM na qual o CIIMAR é o responsável científico, foi criado a partir de uma iniciativa conjunta entre a Universidade do Porto (UP), a Escola Naval (EN) e a Universidade de Oviedo (UO). Estas três entidades procuram assim “proporcionar aos estudantes do ensino superior, de qualquer área do saber ou ciclo de estudos, uma experiência de formação rica e diversificada, envolvida num ambiente multidisciplinar e em cooperação, onde a componente principal é dar plena propriedade ao lema da UIM: “Conhecimento e Aventura”” refere o investigador do CIIMAR e actual director da UIM, Prof. Dr. Rodrigo Ozorio.

Tendo este ano como tema central “O Mar 22. Do Sinus Cantabrorum ao Sinus Aquitanus” a UIM desdobra-se em dois ciclos principais: o Ciclo de Preparação, onde decorre uma formação preparatória em terra organizada pelas três entidades, e o Ciclo de Realização onde os estudantes realizam um Curso de Mar a bordo do Navio Creoula e adquirem novos conhecimentos cientifico-pedagógicos a bordo e nos locais onde o navio atraca.

A edição de 2016 de UIM contou com a realização de três cursos: Curso 1 – UIM Júnior, que decorreu pelo segundo ano consecutivo e é dedicada aos estudantes do ensino secundário, o curso 2 da UIM (Universidade) na qual participaram 18 estudantes universitários e o Curso 3 UIM (Universidade) que termina em Lisboa já no próximo dia 29 de agosto.

A bordo do navio, os estudantes universitários receberam ainda uma formação para a observação e registo de ocorrências de baleias e golfinhos, no âmbito do projecto CETUS, um programa de monitorização de cetáceos na região da Macaronésia, liderado pelo (CIIMAR).

Fonte: CIIMAR
Foto: Marinha Portuguesa

Universidade de Coimbra entre as melhores instituições de ensino superior do mundo

uc_top500A Universidade de Coimbra (UC) está, pela primeira vez, no top 500 do CWUR – World University Rankings, posicionando-se entre a elite das 2% melhores instituições de ensino superior do mundo.

Na edição de 2016, a UC melhorou a sua classificação nos indicadores “alumni employment”, “publications”, “influence” e “broad impact”, subindo assim 26 posições face aos resultados do ano anterior.

O CWUR é o único ranking mundial que considera o desempenho das instituições ao nível da qualidade do ensino, do prestígio dos docentes e investigadores e da qualidade da investigação.

O ranking é apurado com base na informação relativa a prémios atribuídos a docentes, investigadores e estudantes, dados sobre o número de antigos estudantes que ocupam posições de CEO em empresas de topo, e ainda dados sobre a produção científica, nomeadamente número de publicações e citações, número de patentes e indicadores que demonstram a qualidade e impacto da investigação.

Os resultados da edição de 2016 do CWUR demonstram o excelente desempenho da UC nos diferentes rankings universitários internacionais, demonstrando que se consegue posicionar sistematicamente entre a elite das melhores instituições de ensino superior do mundo.

Fonte e foto: UC

Antigas alunas do Técnico lançam marca de roupa de praia com tecido revolucionário

coracaobobo1aSara Santos, Rafaela Monteiro e Daniela Francisco, antigas alunas de Arquitectura no Instituto Superior Técnico, lançaram a Coração Bobo, uma nova marca de fatos de banho com um tecido revolucionário que permite o bronzeado e não deixa marca.

As três antigas alunas do Técnico, que trabalham na área da sua formação, decidiram lançar a marca, dando resposta a uma aspiração de muitas mulheres: e se existisse um fato de banho que não deixasse marcas?

A solução foi encontrada num tecido composto por um fio especial de poliéster desenvolvido especificamente para controlar a transmissão dos raios solares. Funciona como um filtro selectivo dos raios UV, em que a quantidade pré-seleccionada de ambos os comprimentos de onda, UV-B e UV-A, resulta numa combinação perfeita que proporciona um bronzeado uniforme. Os UV-B, perigosos e cancerígenos, são absorvidos em cerca de 90% pelo fio. Os UV-A, menos nocivos e responsáveis pelo tom bronzeado da pele, são selectivamente transmitidos.

coracaobobo2aUltrapassada a questão técnica, as responsáveis pela marca apostaram no design, tendo em vista peças que realçassem a beleza feminina, sendo simultaneamente jovens, confortáveis e sensuais. Por outro lado, o principal objectivo esteve sempre muito presente, ao tentarem minimizar costuras, dobras e elásticos – elementos que dificultam a passagem dos raios solares.

A inovação está também patente nos padrões. A marca quis romper com os estampados correntes e introduzir novas cores, novos desenhos. Assim, os estampados são o resultado de um longo processo de experimentação, a partir de técnicas manuais, que permitiu explorar novas formas, cores e combinações.

Os novos fatos de banho estão, desde dia 29 de maio, à venda no site da marca e custam 55 euros cada.

Fotos: DR

Mimi at Sea – Aprender (N)o Mar

mimiatsea2A Emília (Mimi) tem 16 anos e quer viver 6 meses a bordo de um navio à vela.  A jovem residente na Horta, ilha do Faial, é apaixonada pelo mar e está a recolher apoios para literalmente embarcar no projecto School at Sea.

Preciso do vosso apoio para içar a vela e pôr este grande sonho a navegar!

O projecto School at Sea tem sede na Holanda e possibilita a jovens com idades compreendidas entre os 14 e os 17 anos de fazerem uma parte do ano lectivo a bordo de um navio à vela, conciliando a escola com a vida a bordo.

Este projecto educativo revolucionário tem como lema “You Sail, You Learn”. Educação pela experiência, responsabilização e conhecimento do mundo são as três ideias fortes do projecto.

Esta iniciativa, organizada pela holandesa School at Sea Foundation, proporciona a 34  alunos, entre os 14 e os 17 anos, uma oportunidade de conciliar a vertente académica com a exploração de diversas culturas e países, a bordo do “Regina Maris“, um veleiro de 50 metros.

Toda esta vertente de interculturalidade está associada à vida num navio, dificuldades a ela inerentes e necessária relação e interacção com os restantes alunos, professores e tripulação a bordo do navio.

mimiatsea3O “Regina Maris” parte da Holanda, navega para sul ao longo das costas europeia e africana. Após uma paragem em Cabo Verde, atravessa o Atlântico e explora o fantástico mar das Caraíbas. Depois das Bermudas ruma aos Açores, última paragem de intercâmbio antes de Amesterdão.

A Mimi frequenta o 11º ano (ciências e tecnologias), gosta de ler e escrever e adora a natureza e o mar. Durante vários anos praticou vela e há alguns meses apaixonou-se pelo mergulho subaquático.

Quero desafiar-me, jogar em equipa, conhecer-me melhor, quero mar, aventura e multiculturalidade.

O maior obstáculo ao ingresso no School at Sea são as propinas mensais de 3.602 € (21.612 € no total). De forma a concretizar este enorme sonho, a Emília está a desenvolver um processo de angariação de fundos e parceiros. Além do apoio de algumas empresas e instituições, a jovem aspirante a navegadora recorreu ao crowdfunding para angariar o valor de uma das propinas.

A Mimi quer conhecer o mundo e ser do mundo.  Fique a saber mais no seu website (Mimi at Sea).
Fotos: DR

Investigadores da UC desenvolvem protótipo de dispositivo médico inovador para apoio à cirurgia da catarata

catarata1Uma equipa multidisciplinar de investigadores do Departamento de Engenharia Eletrotécnica e de Computadores (DEEC) e Instituto de Telecomunicações da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC) desenvolveu um protótipo de um dispositivo médico para apoio à cirurgia da catarata, uma das cirurgias mais realizadas no mundo.

A catarata é uma doença ocular associada essencialmente ao envelhecimento e caracteriza-se pelo desenvolvimento de opacidade no cristalino (lente) do olho, podendo provocar a perda de visão. A Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que em 2020 esta condição afete 40 milhões de pessoas em todo o mundo.

O dispositivo, que se encontra em fase de protótipo e já com registo provisório de patente, foi desenvolvido no âmbito de um projeto de investigação financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT). Tem por objetivo apoiar o diagnóstico da catarata, através da sua deteção precoce e caracterização, indicando a sua localização e extensão no cristalino. Permite também classificar o seu grau de severidade e estimar a sua dureza de modo automático.

Esta nova tecnologia baseada em ultrassons de alta frequência, usando sondas oftalmológicas, é capaz de «avaliar a progressão da doença, cuja informação é essencial para a decisão clínica», explica o coordenador do projeto, Jaime dos Santos.

O dispositivo médico a desenvolver, com base neste protótipo, pretende ser uma ferramenta de diagnóstico simples, robusta e de baixo custo, que terá grande impacto nos serviços de saúde, nomeadamente «na gestão clínica dos doentes com catarata. Os clínicos passarão a ter acesso a dados objetivos que contribuirão para um diagnóstico e uma decisão da necessidade de cirurgia mais suportados», afirma Miguel Caixinha, investigador da equipa.

Outra vantagem do dispositivo criado pela equipa da FCTUC é o facto de recorrer a técnicas não invasivas para estimar a dureza da catarata. Assim, «em tempo real é possível identificar o tipo de catarata, caracterizar o seu grau de severidade, e estimar a sua dureza e dimensão», explicam os investigadores.

A tecnologia permite ainda minimizar o risco de complicações no pós-operatório porque, apesar de segura, a cirurgia da catarata tem de ser muito precisa. É necessário «substituir o cristalino por uma nova lente intraocular sem danificar a sua cápsula posterior e a córnea, nem causar lesões na retina. Fazendo uma analogia, é como ter de implodir um prédio sem danificar o museu de arte que está à sua volta», ilustra Miguel Caixinha. É nesta perspetiva que o conhecimento da dureza da catarata a ser extraída representará uma informação valiosa na seleção adequada da energia a usar na cirurgia de facoemulsificação.

Das experiências realizadas in vitro em cristalinos de suíno e in vivo em olhos de rato (modelos animais) com diferentes tipos de cataratas, verificou-se uma taxa de sucesso de 99.7% na caraterização automática da catarata e estimação da sua dureza.

A equipa está agora na fase da realização de ensaios clínicos e procura de parcerias para futura comercialização do dispositivo. Os investigadores estão bastante otimistas: «se no olho de um ratinho conseguimos contornar os vários obstáculos que surgiram relacionados com a dimensão extremamente pequena do olho, ao passar para os ensaios clínicos o processo será muito mais simples porque a dimensão do olho humano é muito maior».

Fonte: UC
Foto: DR

ICNAS testa novo método de avaliação do risco cardiovascular

icnas_grandeUm estudo piloto realizado no ICNAS – Instituto de Ciências Nucleares Aplicadas à Saúde da Universidade de Coimbra (UC) – mostrou que o radiofármaco fluoreto de sódio marcado com fluor-18, usado classicamente na deteção de metástases ósseas, parece ser eficaz na identificação precoce da doença cardiovascular.

Uma equipa multidisciplinar, liderada pela docente e investigadora Maria João Ferreira, da Faculdade de Medicina da UC (FMUC), aplicou este método de imagem não invasiva em indivíduos com risco cardiovascular, seguidos na consulta externa de Cardiologia do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (HUC-CHUC). Foi verificada a possibilidade de identificar placas ateroscleróticas em processo de microcalcificação ativa, mais vulneráveis e por isso mais sujeitas a rotura, o que parece relacionar-se com o risco de se associarem a quadros agudos como o enfarte do miocárdio ou o acidente vascular cerebral. O seu reconhecimento pode condicionar tratamentos que visam a sua estabilização e, consequentemente, a diminuição do risco de eventos cardiovasculares.

Os resultados obtidos neste estudo piloto “são muito promissores e parecem apoiar esta nova aplicação deste “velho” marcador, mas há ainda muito trabalho a ser desenvolvido. Para tal será indispensável a continuação do esforço de uma equipa onde a investigação básica e clínica interagem de forma profícua”, repara Maria João Ferreira. A investigadora acrescenta que “a importância deste conhecimento poderá, num futuro que se antevê próximo, relacionar-se com o risco cardiovascular do indivíduo e por isso com a sua orientação terapêutica.”

Apostar em novos métodos de diagnóstico precoce das doenças do foro cardíaco é muito relevante porque, salienta docente da FMUC, “a doença cardiovascular, nas suas várias componentes, é uma das principais causas de morte que, de acordo com estatísticas Europeias, é responsável por cerca de 42% das mortes nos homens e 51% nas mulheres.”

A especialista afirma ainda que esta doença “Trata-se por isso de uma entidade clínica associada a enormes custos, de difícil contabilização, que urge tratar e sobretudo prevenir. O diagnóstico precoce, bem como a estratificação de risco são dois pilares importantes em qualquer estratégia que vise lidar com esta doença”.

Fonte: UC
Foto: DR

Directora do Programa de Doutoramento para PALOP homenageada pelo Governo de Cabo Verde

PCGDJoana Gonçalves de Sá, Directora do Programa de Pós-Graduação Ciência para o Desenvolvimento (PGCD) e investigadora principal no Instituto Gulbenkian de Ciência (IGC), foi homenageada, dia 19 de abril, na Cidade da Praia pelo então Primeiro-Ministro de Cabo Verde, José Maria Neves, numa cerimónia que visou distinguir algumas personalidades e organizações por altos contributos para o avanço e consolidação do Ensino Superior e da Ciência naquele país. Os homenageados foram condecorados com o Primeiro Grau da Medalha de Mérito Educativo.

Esta homenagem do Governo de Cabo Verde é completamente inesperada, mas deixa-me muito honrada. Este Programa começou como uma iniciativa do IGC e tem conseguido gerar uma dinâmica de generosidade e empenho tal, por parte da comunidade científica de língua portuguesa, que nos tem permitido oferecer educação de nível europeu a alguns dos jovens mais promissores dos PALOP. Para que o PGCD fosse uma realidade tivemos de ultrapassar muitos obstáculos e é uma grande satisfação vê-lo reconhecido pelo Governo de Cabo Verde. É de louvar o trabalho que aqui tem sido desenvolvido em prol do ensino superior e da ciência, nos últimos anos – Joana Gonçalves de Sá

O Governo cabo-verdiano reconheceu assim o carácter inovador do PGCD e o importante papel desempenhado por Joana Gonçalves de Sá na sua liderança. O PGCD é um programa de doutoramento em ciências da vida, destinado a estudantes dos PALOP e de Timor Leste, cujo ano lectivo decorre na Cidade da Praia, no campus da Universidade de Cabo Verde (Uni-CV). Promovido pelo IGC e apoiado pelo Ministério do Ensino Superior, Ciência e Inovação de Cabo Verde, o PGCD irá ajudar a formar cerca de 80 estudantes dos PALOP e de Timor-Leste e leva anualmente cerca de 100 cientistas internacionais a Cabo Verde. Estes cientistas, para além de darem aulas no Programa, participam muitas vezes noutras iniciativas, como palestras públicas, debates alargados ou programas de divulgação científica. Para além disso, o PGCD tem favorecido o desenvolvimento de projectos de investigação conjuntos, entre a comunidade científica internacional e os investigadores em Cabo Verde e no resto dos PALOP.

Também Pedro Lourtie, Professor do Instituto Superior Técnico, Fernando Fragateiro,  Professor da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra, e Stefan Oschmann, CEO da farmacêutica Merck, foram homenageados nesta cerimónia pelo contributo que têm dado à Educação e Ciência em Cabo Verde. Pedro Lourtie colabora com Cabo Verde há muitos anos, tendo assessorado a criação da Uni-CV. Já Fernando Fragateiro foi o impulsionador do recém-inaugurado curso de medicina que decorre na Uni-CV em colaboração com a Universidade de Coimbra. Stefan Oschmann liderou o processo de apoio ao PGCD que permitiu que as aulas do Programa tivessem lugar na cidade da Praia.

Fonte: IGC
Foto: Sandra Ribeiro

Investigadores da Universidade de Coimbra desenvolvem programa focado no comportamento alimentar e regulação emocional

UC_CAREUma equipa de investigadores da Universidade de Coimbra está a desenvolver o programa CARE, um programa focado no comportamento alimentar e regulação emocional.

O programa CARE visa «ajudar as participantes que experienciam estas dificuldades a desenvolverem novas formas de lidar com a sua alimentação, com o seu corpo e com as suas emoções, com vista a uma melhoria do seu bem-estar e a uma relação mais compassiva e equilibrada com elas mesmas – Cristiana Duarte, investigadora

Após o sucesso do programa BEfree (programa de intervenção em grupo para dificuldades do comportamento alimentar), uma equipa de investigadores do CINECC – Centro de Investigação do Núcleo de Estudos e Intervenção Cognitivo-Comportamental da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Coimbra (FPCEUC) – está agora a desenvolver o programa CARE.

Este é um programa breve, de três semanas, focado no comportamento alimentar e regulação emocional, para realizar em casa através do suporte de materiais fornecidos pelos investigadores.

Rata-se de uma abordagem inovadora na qual os participantes vão contactar com práticas de meditação focadas na gestão equilibrada da alimentação e peso, na libertação de estados emocionais negativos e na promoção de bem-estar.

O programa aceita candidaturas de participantes do sexo feminino, com idades compreendidas entre 18 e 55 anos, que pretendam lidar com dificuldades relacionadas com o controlo do comportamento alimentar e com a sua imagem corporal.

As inscrições são gratuitas e devem ser feitas através do correio electrónico: estudocare@gmail.com

Fonte: UC
Foto: DR

Do IT, Girls! acolhe 200 estudantes universitárias na Microsoft

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A Microsoft Portugal apresenta amanhã, dia 28 de Abril, o “Do IT, Girls!”, um evento onde estudantes universitárias podem ficar a saber mais sobre a indústria tecnológica e os seus casos de sucesso.

Esta iniciativa tem por objectivo inspirar mais mulheres na área das IT, capacitá-las e dar-lhes um espaço de visibilidade dentro de um programa de mentoria na Microsoft, com possível recrutamento para a empresa. Este programa pretende a contrariar a tendência identificada pelo Fórum Económico Mundial, que estima que a diferença de género nas carreiras não acabará antes de 2133.

O “Do IT, Girls!” insere-se no âmbito da campanha corporativa internacional da Microsoft #Makewhatsnext , que visa alertar para a diferença de género nas carreiras.

O evento decorre na sede da Microsoft Portugal no Parque das Nações, com a presença de Albertina Jordão, Gestora de Programas do Centro Regional de Informação das Nações Unidas, Catarina Marcelino, Secretária de Estado para a Cidadania e a Igualdade, João Couto, Director Geral da Microsoft Portugal, bem como os responsáveis de várias empresas tecnológicas a operar em Portugal.

O painel de oradores inclui responsáveis de startups nacionais de sucesso como Filipa Neto, Co-Fundadora da Chic by Choice e Filipa Larangeira, Directora de Recursos Humanos na Uniplaces.

Agenda:

9h30: Sessão de Abertura

  • João Couto, Director Geral na Microsoft Portugal
  • Albertina Jordão, Gestora de Programas UNRIC/OIT Lisboa
  • Catarina Marcelino, Secretária de Estado da Cidadania e Igualdade

10h00: Keynote: How I’ve built a tech company without a tech background? 

  • Filipa Neto, Co-Fundadora da Chic by Choice

10h30: Mesa Redonda: As carreiras têm sexo? Moderadora:  Marisa Figueiredo, jornalista

  • Paula Panarra, Directora de Marketing e Operações na Microsoft Portugal
  • Manuel Beja, Director de Recursos Humanos na Novabase
  • Filipa Larangeira, Directora de Recursos Humanos na Uniplaces
  • Ana Teresa Freitas, Professora do Instituto Superior Técnico e Directora Geral na Heartgenetics
  • Sofia Tenreiro, Directora Geral na Cisco
  • Moderadora:  Marisa Figueiredo, jornalista

14h30: Speed Dating com mentores: Desenvolvimento de Carreira

15h15: Workshop: Marca pessoal no Linkedin

  • Clara Celestino, Manager de Recursos Humanos na Microsoft Portugal

16h00: Programas para recém-licenciados e jovens talentos

  • Clara Celestino, Manager de Recursos Humanos e Lara Próspero, CSS EMEA MACH Lead

16h30: Encerramento

  • Vânia Neto, Diretora para Educação e Responsabilidade Social na Microsoft Portugal, e Roberta Cocco, National Plan Director na Microsoft Western Europe

Fonte e foto: Microsoft Portugal

INNOVMAR : CIIMAR conquista novo projeto NORTE2020

ciimar2INNOVMAR – Innovation and Sustainability in the Management and Exploitation of Marine Resources é o novo projeto de investigação científica do Centro Interdisciplinar de Investigação Marinha e Ambiental da Universidade do Porto (CIIMAR), com financiamento aprovado pelo Programa Operacional Regional do Norte (NORTE2020) através Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER).

O INNOVMAR procura identificar novos produtos marinhos com aplicações biotecnológicas; promover a inovação e valorização dos produtos do mar, em particular através da introdução de novas espécies de aquacultura e da avaliação da qualidade ambiental, vulnerabilidade e riscos para a gestão sustentável dos recursos naturais da costa NW e serviços dos ecossistemas – Vitor Vasconcelos, presidente da direção do CIIMAR

Constituído por três eixos de investigação distintos mas complementares: NOVELMAR – Novel marine products with biotechnological applications; INSEAFOOD – Innovation and valorization of seafood products: meeting local challenges and opportunities e ECOSERVICES – Assessing the environmental quality, vulnerability and risks for the sustainable management of NW coast natural resources and ecosystem service, o projeto pretende consolidar a investigação do CIIMAR e implementar ações estratégicas com impacto nacional e regional, contribuindo assim para o crescimento da economia azul.

O projeto, com a duração de três anos, recebeu um financiamento de cerca de 4.2 milhões de euros e prevê a contratação de 35 investigadores e técnicos.

Fonte: CIIMAR
Foto: DR