Turismo de Portugal procura ideias de negócio inovadoras

slide3

O Tourism Creative Factory é um programa de aceleração de startups, promovido pelo Turismo de Portugal . Esta iniciativa procura ideias de negócio inovadoras no campo do turismo cultural e património, restauração e gastronomia, turismo de ar livre, turismo desportivo, enoturismo, turismo inclusivo e turismo religioso.

A 1ª edição do Tourism Creative Factory decorre de março a julho de 2016, , sendo que as inscrições decorrem até 18 de março no site do programa.

A iniciativa, dirigida a alunos e ex-alunos das Escolas de Hotelaria e Turismo, vai decorrer nas Escolas de Faro (Bootcamp – início a 29 março) e de Setúbal (Fase de Modelação das Ideias).

O programa de aceleração vai realizar-se no Tourism Lab (T-Lab), onde os participantes têm oportunidade de testar o projecto e o modelo de negócio através da realização de testes de mercado com clientes reais.

O Tourism Creative Factory será ainda activado por um Embaixador em cada Escola que terá como responsabilidade assegurar as ligações entre o Creative Factory e a comunidade local, bem como colocar em rede os alunos, formadores e mentores. Refira-se ainda que o programa não fechará as portas aos pequenos empreendedores locais, interessados em afirmar e posicionar o seu negócio.

O programa articula uma rede de mentores e tutores, com reconhecida experiência no negócio do turismo, que vão apoiar os futuros empreendedores no desenho de projectos ajustados ao mercado e na formatação de planos de negócio rigorosos e abrangentes.

A aceleração de startups desenvolvida pelo Turismo de Portugal vai desenrolar-se através de diversos modelos de funcionamento, com duração variável, terminando com o Demo-Day, dia em que os projectos vão ser mostrados ao público e aos investidores.

A Rede de Escolas do Turismo de Portugal é constituída por 12 escolas, de norte a sul do país (Porto, Douro/Lamego, Viana do Castelo, Coimbra, Oeste, Estoril, Lisboa, Portalegre, Setúbal, Vila Real de Santo António, Portimão e Faro), e duas em regime de protocolo com as autarquias do Fundão e Mirandela. Apostam na formação profissional, qualificando e elevando as competências dos profissionais do sector.

As Escolas do Turismo de Portugal formam mais de 3.000 alunos por ano, preparando os jovens para o primeiro emprego e simultaneamente qualificam os profissionais do sector, com vista à melhoria da qualidade e prestígio das profissões turísticas.

Fonte: Turismo de Portugal
Foto: DR

 

 

Vidago Palace Hotel é um dos melhores resorts de golfe da Europa

new_image_11662616335540c6e21eead[1]O Vidago Palace Hotel é um dos melhores resorts de golfe da Europa, ocupando a 15.ª posição no top 60 da Leadingcourses.com, o maior e mais conceituado site dedicado à modalidade. Esta distinção coincide com o momento em que a unidade hoteleira de cinco estrelas da Unicer vai receber duas das mais reputadas competições internacionais de golfe amador, o Troféu Bonnalack e o Torneio Patsy Hankins, de 16 a 18 de março.

O ano de 2016 iniciou-se da melhor forma. Esta distinção reforça a nossa posição na rede restrita dos melhores campos de golfe a nível internacional, como estamos muito satisfeitos pela escolha da EGA e gratos à FPG pelo esforço em trazer o Troféu Bonnalack e o Torneio Patsy ao Vidago Palace Golf Course. Esta escolha é a confirmação da qualidade do nosso campo, tendo a certeza que este torneio será mais um sucesso e um passo importante para a nossa consagração a nível internacional - Alexandre Barroso, diretor do Vidago Palace Golf Course

O ranking de 2016 da Leadingcourses.com é feito de golfistas para golfistas, profissionais e amadores, com base na opinião de milhares de praticantes de todo o mundo e integra, exclusivamente, resorts com campos de golfe localizados no seu interior e não nas imediações. Para a avaliação, terão sido considerados fatores como a imponência do campo de golfe do Vidago Palace Hotel e o seu percurso de 18 buracos (com um comprimento de 6 308 metros – par 72), à qual se aliam as suas características únicas, que desafiam até o jogador mais experiente.

A prova deste reconhecimento surge também através da qualidade dos eventos que o Vidago Palace Golf Course acolhe. Os internacionais Troféu Bonnalack e Torneio Patsy Hankins, cada um disputado por duas equipas de 12 jogadores, em representação da Europa e da Ásia-Pacifico, são os exemplos mais recentes, que se realizam já na próxima semana, entre os dias 16 e 18.

Organizado pela Associação Europeia de Golfe (EGA), o Troféu Bonnalack foi criado em homenagem a um dos melhores jogadores amadores de toda a história do golfe do final do século XX. Trata-se de um encontro bienal que se joga ao estilo da famosa Ryder Cup. Já o Torneio Patsy Hankins acontece pela primeira vez e destina-se apenas às seleções femininas.

Estamos muito satisfeitos por ter, uma vez mais, a oportunidade de organizar um dos mais prestigiados eventos de golfe amadores em Portugal. Fizemo-lo em 2012 e fruto da excelente organização fomos desafiados a organizar novamente o Bonallack Trophy e o novo Patsy Hankins Trophy em condições muito desafiantes, pois temos apenas 6 semanas para o fazer. O Vidago Palace é um excelente palco para este evento, reunindo todas as condições necessárias para que seja um sucesso. O facto de termos uma competição desta natureza no Norte do país é também motivo de satisfação, pois temos a oportunidade de mostrar a jogadores e dirigentes de todo o mundo a beleza da região e as suas infra-estruturas de apoio. Este tipo de acontecimentos tem um impacto económico significativo, pelo que a Federação Portuguesa de Golfe aposta frequentemente na sua captação e organização em Portugal - Miguel Franco de Sousa, Secretário-geral da FPG

Nos dois primeiros dias, disputam-se cinco partidas de pares em foursomes (pancadas alternadas) de manhã e outros tantos encontros de pares em fourball betterball de tarde. No terceiro dia, realizam-se os 12 jogos de singulares. Cada vitória vale um ponto e o empate meio ponto. Num total de 32 pontos em disputa, vence quem ultrapassar primeiro os 16.

O Vidago Palace Golf Course ocupa, assim, um lugar de destaque na rede restrita dos principais campos da modalidade, sendo eleito como palco das principais provas da modalidade nacionais e internacionais. Ao ser o primeiro campo de golfe do Norte de Portugal a receber estas duas importantes competições evidencia-se o reconhecimento da sua qualidade e condições de excelência.

O evento conta com o apoio da Federação Portuguesa de Golfe (FPG).

Fonte: UNICER
Foto: DR

 

“Há ir e voltar” lança campanha de crowdfunding para construção de segunda escola no Quénia

hairevoltar1Diana Vasconcelos, 28 anos,  licenciada em Ciências da Comunicação, rumou ao Quénia, em 2014, com o seu projecto “Há ir e voltar“.  O objectivo era fazer trabalho voluntário durante um ano numa das maiores favelas do mundo, mas acabou por envolver-se intensamente na ajuda à população e na construção de uma escola. Agora, Diana pretende edificar outra escola.

Depois de trabalhar na área da comunicação em algumas agências, faltava algo para se sentir feliz. Diana chegou ao Quénia através do programa de Serviço Voluntário Europeu. A sua candidatura foi aceite num dia. O plano previa um ano de voluntariado no Gabinete de Comunicação da ONG Kenya Youth Foundation e no ensino de crianças.

Diana não se limitou ao estabelecido, começou a ajudar as pessoas e a planear a construção de uma escola em Kibera, o maior bairro de lata de África, nos subúrbios de Nairobi, capital do Quénia. A escola ficou concluída em 2015 e é frequentada por 75 alunos.

hairevoltar3

Já arrecadei mais de três mil dólares (através da Internet) e pretendo chegar aos 20 mil para poder reconstruir esta escola que não tem condições, nesse momento, para abrigar as crianças – Diana Vasconcelos em declarações à Lusa

Agora, Diana quer reconstruir uma escola em Mathare, uma aterradora favela nos subúrbios de Nairobi, onde é impossível quantificar o número de pessoas que ali vive ou sobrevive. Não há censos nem registos de nascimento.

Muita desta gente vive com menos de 1 dólar por dia. Estima-se que 1 em cada 3 pessoas de Mathare esteja infectada com o HIV. A morte prematura, o crime, a prostituição, o alcoolismo e o vandalismo fazem parte do dia a dia desta comunidade.

A jovem portuguesa pretende deitar abaixo a escola utilizada pela Angel Girls Educational and Rehabilitation Center e reconstruí-la. Diana pensa nas 78 crianças, dos 3 aos 12 anos, que estudam numa escola que “não devia servir nem para criar animais”.

As turmas são combinadas entre vários anos porque não há salas para todas. E cada sala enche-se com muito mais meninas do que aquelas que qualquer um de nós, atrás destes computadores, poderia algum dia comportar. 

Diana lançou uma campanha de crowdfunding e pretende realizar outras iniciativas para angariar fundos e ajuda. A jovem de Amarante conta com a colaboração de 3 portuguesas (Francisca Oliveira, Diana Nicolau e Gisela Lourenço) que se conheceram em Nairobi e agora ajudam a partir de Portugal. “Somos 4, quase a conta que Deus fez, a rumar para o mesmo lado: o lado onde se constroem escolas e se transformam sonhos em realidade!” sublinha Diana.

Vamos deitar abaixo tudo isto e construir uma escola bonita. De pedra e com chão de cimento. Vamos ter paredes lisas e com cores, vamos fazer janelas para terem luz. Vamos construir dois andares para que cada menina tenha direito a um espaço para respirar sozinha. Vamos ter casas-de-banho com papel higiénico. Vamos ter móveis bonitos e confortáveis, onde vai dar gosto aprender. Vamos ter uma biblioteca com muitos livros.

Diana Vasconcelos não resiste à alegria e a esperança que vê nas caras das 78 meninas da Angel Girls. Vamos ajudar?

Fontes: Há ir e voltar; TVI 24; Notícias UP
Fotos: DR

Tripix Azores oferece actividades personalizadas nas ilhas do triângulo

pico

Um luso-italiano nascido em Angola e uma brasileira criaram a Tripix Azores, uma  empresa de serviços personalizados de animação turística com base na Ilha do Pico e com actividades que se estendem às outras ilhas do Triângulo Açoriano, as ilhas do Faial e São Jorge. Os clientes não poupam elogios ao serviço prestado, que elogiam, nos portais especializados, como “incrível”, “excepcional”, “fantástico”, entre outros adjectivos.

Matteo Cordeiro e Rai Oliveira proporcionam uma oferta personalizada de serviços e organização de pacotes de actividades em grupos reduzidos, tais como a Subida à montanha / vulcão do Pico – com as opções diurna, nocturna e pernoita, Tours nas ilhas do Pico, Faial e São Jorge, Tours temáticos na Ilha do Pico como o Wine Tour e o Tour das Lagoas Secretas & Tubo de Lava, Treeking nas ilhas do Pico, Faial e São Jorge.

Este casal é completamente apaixonado pelos Açores e contagia os visitantes com este forte sentimento. Matteo ainda tem tempo para jogar futebol, como médio, no Futebol Clube da Madalena.

pico2

Contamos com excelentes parceiros locais nas três ilhas, assegurando que a Tripix Azores é a melhor opção para a plena satisfação do visitante, com a garantia de que está a fornecer o melhor serviço local para os seus clientes

Os guias da empresa são “são certificados como Guias dos Parques Naturais dos Açores e Guia de Montanha do Pico e trabalham nas línguas inglesa, italiana, espanhola e portuguesa”, informa a empresa em comunicado.

Fontes: Tripix Azores; Tripadvisor; Azores Fixed; Publituris
Fotos: DR

Artigos relacionados:
Presença dos Açores na BTL aposta no turismo de experiências
Açores – Baía da Horta na direcção do Clube das Mais Belas Baías do Mundo
Columbus Trail – Correr em Santa Maria com os melhores do mundo
Açores – “o antídoto para a ideia de uma Europa desfalcada de surpresas”
Azores Wine Company – Os melhores brancos de Portugal são dos Açores
Arquipélago dos Açores nomeado para melhor destino europeu
A National Geographic da Holanda e Bélgica considerou os Açores o local mais belo do Mundo
Açores reforça aposta no Surf com os World Surfing Games em 2016
Açores são um dos melhores locais do mundo para praticar Canyoning
Açores no top ten das melhores ilhas para visitar
Uma obra de arquitectura encantadora: o Cella Bar
Santa Bárbara Eco-Beach Resort – Recanto açoriano de excelência

Portugal está a desenvolver um protótipo para monitorizar oceanos e promover gestão sustentável

Seascape in the Indian OceanUm grupo de investigadores portugueses está a criar um sistema autónomo multitrófico que monitorize de forma integrada os oceanos, permitindo assim uma gestão mais sustentável dos recursos marinhos e uma redução dos impactos de riscos ambientais.

A vida no planeta está dependente de processos oceânicos, uma vez que são eles que produzem grande parte do oxigénio disponível na Terra, regulam o clima e fornecem vários recursos vivos e não vivos, como alimentos, energia, transporte ou medicamentos. Assim, torna-se imperativo que tenhamos um conhecimento cada vez mais profundo dos nossos oceanos e saibamos como é que os organismos marinhos interagem com o meio e entre si, de modo a compreendermos como é que estes processos influenciam a estabilidade global dos oceanos – Catarina Magalhães, investigadora do CIIMAR e coordenadora do projeto MarinEye

A monitorização integrada dos oceanos que os investigadores querem levar a cabo com o projeto MarinEye (um protótipo multitrófico para monitorização oceânica) vai fornecer informações que permitem identificar alterações na biodiversidade.

Até agora não era viável observar e interpretar os diferentes componentes oceânicos (físicos, químicos, bioquímicos e biológicos) ao mesmo tempo, conjuntamente com diferentes níveis tróficos, desde microrganismos a mamíferos marinhos. Com o MarinEye, através da utilização de tecnologia avançada, vai ser possível, de modo sincronizado em termos espaciais e temporais, analisar estas questões.

O projeto está a ser desenvolvido por vários grupos de investigação portugueses provenientes do Centro Interdisciplinar de Investigação Marinha e Ambiental (CIIMAR), líder do projeto, Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores, Tecnologia e Ciência (INESC TEC), Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) e Centro de Ciências do Mar e do Ambiente – Politécnico de Leiria (MARE – IP Leiria).

O projeto, que vai terminar em abril de 2017, terá vários módulos. O primeiro será um sistema de multisensores, que vai integrar diferentes sensores físico-químicos que vão medir, por exemplo, parâmetros como a temperatura, salinidade, oxigénio dissolvido, pH, entre outros, e uma plataforma de sensores óticos que vai ser validada para medição de dióxido de carbono dissolvido. O segundo módulo trata-se de um sistema de filtração autónomo, desenhado para filtrar água, retendo e preservando no filtro o DNA de diferentes classes de tamanho das comunidades de microrganismos que habitam e representam a maior biomassa dos oceanos. O terceiro módulo diz respeito a um sistema de imagem de alta resolução, que vai recolher imagens de fito e zooplâncton, para avaliar a sua abundância e biodiversidade. O último módulo trata-se de um sistema de acústica, com capacidade de fazer recolha de dados hidroacústicos, para recolher informação relativa à presença de mamíferos marinhos e estimativas de abundância de peixes.

Todos estes módulos vão depois ser conjugados num sistema integrado autónomo que vai produzir o protótipo MarinEye. Este sistema vai ainda incluir uma plataforma de integração dos diferentes tipos de dados que vão ser gerados. Associado a esta plataforma vai ainda existir um software que permitirá visualizar e sumariar os dados, além de desenvolver uma série de modelos cujo objetivo é integrar e identificar inter-relações entre os diferentes parâmetros químicos, físicos e biológicos obtidos através dos diversos módulos do MarinEye.

O tipo e a quantidade de informação que o MarinEye vai possibilitar aceder, poderá ser uma base para a construção de um sistema de gestão dos recursos marinhos mais eficiente, assegurando assim a proteção deste meio para as gerações presentes e futuras – Eduardo Silva, coordenador do Centro de Robótica e Sistemas Autónomos do INESC TEC.

Os quatro parceiros nacionais que compõem a equipa do MarinEye têm diferentes papéis. O CIIMAR é o promotor do projeto e, juntamente com o IPMA e o MARE-Politécnico de Leiria, forma uma equipa de biólogos e químicos de diversas especialidades responsáveis pela validação das variáveis obtidas com os diferentes módulos do MarinEye. O INESC TEC inclui uma equipa de investigadores na área da robótica, uma equipa especialista no desenvolvimento de sensores em fibra ótica e uma equipa de investigadores especialistas em análise de dados, que vão ser responsáveis pelo desenvolvimento das componentes de robótica, sensores óticos e software de visualização e integração de dados, respetivamente.

O projeto MarinEye (PT02_Aviso4_0017) é financiado pelo programa EEA Grants (http://www.eeagrants.gov.pt/), em cerca de 400 mil euros.

Fontes: CIIMAR e INESC TEC
Foto: globaloceancommission.org

Pestana Amesterdão abre portas em 2017

Pestana Amesterdão

O maior grupo hoteleiro português reforça a sua presença nas capitais europeias, com um projecto na capital holandesa no valor de 35 milhões de euros e que abrirá portas em meados de 2017.

Decorreu na passada quinta-feira, na Câmara Municipal de Amesterdão, a cerimónia protocolar pública que assinala o início da construção do futuro Pestana Amesterdão. A cerimónia contou com a presença de José Roquette, Chief Development Officer do Pestana Hotel Group e do Vereador Sebastiaan Capel, responsável pelo Planeamento e pelo distrito de Oud Zuid onde o hotel se localiza.

O Pestana Amesterdão, na Amsteldijk, situa-se numa das zonas mais nobres e com vista sobre o principal canal da cidade, perto do mítico Amstel Hotel. A pouco mais de 1km encontram-se os famosos Museus da Cidade e o Centro de Congressos, tem também fácil acesso ao centro histórico e da vida nocturna da cidade.

A nova unidade de cinco estrelas, ideal para negócios e lazer, resulta da conjugação de um emblemático edifício histórico com dois prédios modernos. Um projecto dos reconhecidos arquitectos holandeses Villanova, que vem dar continuidade ao trabalho de recuperação de património levado a cabo pelo Pestana Hotel Group. Os interiores ficam a cargo do Studio Linse, do conceituado designer Paul Linse, que recentemente assinou o restaurante do icónico Rijksmuseum

Hoje demos mais um passo de extraordinária importância para o Pestana Hotel Group, dando continuidade à nossa estratégia de expansão que tem como um dos seus pilares estruturais o reforço da nossa presença nas principais capitais europeias. Amesterdão é um dos destinos mais procurados do mundo para lazer e negócios, tem o 4º melhor desempenho da Europa, o 8º em termos de valorização de activos hoteleiros e um lugar de destaque no top 10 do ranking do ICCA de eventos e congressos - José Roquette, Chief Development Officer do Pestana Hotel Group

O Pestana Amesterdão terá 154 quartos, dos quais 32 serão apartamentos, várias salas de reuniões e eventos, restaurante, bar, esplanada em pátio histórico, spa com piscina interior e ginásio. A restauração será uma das apostas fortes desta unidade a desenvolver em parceria com um chef de renome.

Amesterdão será a quinta cidade europeia com unidades Pestana, juntando-se a Lisboa, Barcelona, Londres e Berlim. Fora de Portugal, o maior grupo hoteleiro nacional tem hotéis em Espanha, Reino Unido, Alemanha, Estados Unidos, Cuba, Argentina, Brasil, Uruguai Venezuela, África do Sul, Moçambique, Cabo Verde, Marrocos e São Tomé e Príncipe.

Fonte: Pestana Hotel Group
Foto: DR

 

 

KPMG distingue a portuguesa ebankIT como uma das 10 “estrelas emergentes” no mercado global

kpmgA portuguesa ebankIT, fintech com sede no Porto e especialista no desenvolvimento de soluções tecnológicas orientadas para o setor financeiro, foi distinguida em Londres, pela consultora KPMG, como uma das 10 “estrelas emergentes” no mercado global.

Em conjunto com a empresa de investimentos H2 Ventures, a KPMG começou por elaborar um relatório, publicado em dezembro último, no qual escolheu a ebankIT para figurar na lista das 50 fintech a acompanhar no mercado internacional.

A seleção final das 10 “estrelas emergentes”, revelada no decorrer da cerimónia de entrega de prémios ‘Fintech 100 Awards Ceremony’, realizada em Londres a 9 de fevereiro, voltou a contemplar a ebankIT, que recebeu um galardão que a classifica como membro do restrito lote “Top 10 Global Emerging Stars in “KPMG – H2 Ventures Fintech 100″ 2015/16”.

“Este prémio prestigiante revela-se um grande feito para a empresa, provando uma vez mais a qualidade das soluções omnicanal inovadoras que desenvolvemos. O nosso foco passa por, diariamente, procurar simplificar cada vez mais a interação entre os bancos e os cidadãos e é reconfortante ver a ebankIT ser descrita como uma das 10 fintechs em todo o mundo com as ideias mais ousadas e disruptivas”, refere João Lima Pinto, CEO da ebankIT.

Entre as mais recentes novidades que a empresa apresentou na última semana em Londres, na FINOVATE Europe, a maior feira mundial de soluções tecnológicas para o setor financeiro, destaque para um sistema de reconhecimento visual e por voz que permite a realização de transferências bancárias, bem como uma assistente virtual que funciona no Apple Watch.

Fundada em 2014, com sede no Porto e escritórios em Londres, a ebankIT  foi criada  com base nos quadros técnicos e nos produtos inovadores para o setor financeiro da empresa ITSector, sua principal acionista.

Fonte: KMPG
Foto: KPMG

Adega Mayor venceu prémio de melhor enoturismo nacional

mayor1a

Na passada sexta-feira dia 12, na gala «Os Melhores do Ano» da Revista de Vinhos, a Adega Mayor venceu o prémio de melhor enoturismo nacional, fortalecendo a aposta que tem vindo a ser feita nesta área, como um exemplo da arte de bem receber alentejana.

De acordo com o júri, o enoturismo da Adega Mayor representa “o equilíbrio perfeito entre uma máquina bem montada para o enoturismo de massas e a atmosfera intimista que faz cada um de nós sentir-se em casa.”.

A cerimónia, já conhecida como os “Óscares do Vinho”, tem um impacto muito importante no sector e junto dos principais agentes como produtores de vinho, enólogos, escanções, mas também chefes e empresários da restauração.

Esta foi uma noite de êxito para a Adega Mayor, uma vez que também o vinho Reserva do Comendador Tinto 2011 foi considerado um dos melhores vinhos de 2015. Este vinho já tinha seduzido o júri do concurso Mundus Vini 2015 – Summer Tasting, onde conquistou uma das duas medalhas de ouro que a Adega Mayor trouxe da Alemanha. Foi a segunda vez consecutiva que os néctares campomaiorenses conquistaram ouro em Meininger.

mayor2a

A Adega Mayor

Boa é a vida, mas melhor é o vinho. – Fernando Pessoa

Inaugurada em 2007 e assinada por Siza Vieira,  a Adega Mayor é a primeira adega de autor em Portugal procurando contribuir para a riqueza vitivinícola da região e do país.

Com 150 hectares de vinhas distribuídas pela Herdade da Godinha, a Herdade das Argamassas e o Monte da Pina, a Adega Mayor produz, anualmente, 600 mil garrafas. 30% da produção destina-se ao mercado externo.

A Adega Mayor foi distinguida em 2014, pelo Turismo do Alentejo, com o Prémio Melhor Enoturismo. Os voos de balão, os passeios de Btt, as provas de orientação, as experiências de vindima, as acções de team building, entre muitas outras experiências desenhadas ao pormenor e personalizadas para cada consumidor, permitiu que a Adega Mayor fosse reconhecida pela oferta de excelência que proporciona a todos os visitantes.

No início de 2015, Eli Gottlieb, jornalista do The New York Times teve a oportunidade de conhecer o Alentejo, que enalteceu como tipicamente português, referindo que se está a tornar um dos destinos de topo no Mundo.  A Adega Mayor fez parte do roteiro da jornalista e o espaço foi elogiosamente destacado e adjectivado de “hipermoderno”.

GI20150601_GONCALO-VILLAVERDE_0056-1200x800_c[1]

Rita Nabeiro

Licenciada em Design de Comunicação pela Universidade de Belas Artes de Lisboa, cujo curso terminou em 2003 e com um início de carreira ligado ao design e à comunicação, passou por uma agência de comunicação e publicidade em Itália e pela agência Brand New, em Portugal.

Em 2006, abraçou o desafio de trabalhar no Grupo Nabeiro-Delta, onde foi integrada no departamento de Marketing do Grupo. Depois de acompanhar vários projectos da marca Delta e também dos vinhos, acabou por se entregar aos néctares campomaiorenses. O enólogo Paulo Laureano foi o seu principal mentor.

Rita Nabeiro é, desde 2012, a directora-geral da Adega Mayor, que se tem vindo a afirmar como uma referência no panorama vinícola nacional. Exemplo deste sucesso são as inúmeras distinções que tem vindo a conquistar em Portugal e no estrangeiro.

Rita Nabeiro aliou também a arte ao vinho. Tornou a Adega Mayor a primeira marca portuguesa de vinhos a ser convidada para marcar presença na exposição How Wine Became Modern do San Francisco Museum of Modern Art e organizou as conferências Wine Talks & Arts.  A gestora juntou-se também ao Grupo Portugal Wine Ladies, que reune 12 mulheres com ligação ao sector vinícola, para potenciar a promoção dos seus vinhos e, ao mesmo tempo, contribuir para a divulgação dos vinhos portugueses nos mercados internacionais.

Dotada de um forte espírito empreendedor, Rita Nabeiro busca constantemente o conhecimento. A gestora frequentou várias formações em áreas como a gestão e troca experiências com vários produtores nacionais e estrangeiros.

Fontes: Adega Mayor; Executiva; revista b
Fotos: Adega Mayor; Gonçalo Villaverde (Rita Nabeiro)

Artigos relacionados:
Vinhos da Adega Mayor conquistaram duas medalhas de ouro no Mundus Vini 2015
Grupo Delta Cafés inaugurou pólo industrial para produzir nova máquina de café profissional ” a Mayor”

 

 

 

 

Porto – Emblemático café “A Brasileira” transformado em hotel

A-Brasileira-Hotel[1]O histórico e emblemático café portuense “A Brasileira” vai ser transformado num hotel .O antigo seleccionador nacional de futebol, António Oliveira, é o promotor desta nova unidade de 5 estrelas.

O novo proprietário pretende devolver “A Brasileira à cidade, recuperando toda a sua história”, e transformá-la num ponto de passagem obrigatória na cidade.  António Oliveira assume também o ambicioso objectivo de integrar “A Brasileira” no “ranking dos mais belos cafés e restaurantes do mundo”.

O hotel tem abertura prevista para o terceiro trimestre de 2017 e funcionará inspirado na temática das especiarias durante os descobrimentos portugueses.

brasileira

Foi aqui em plena baixa do Porto, cidade modelo de empreendedorismo desde tempos remotos, que em 1903 Adriano Teles, antigo farmacêutico emigrado em Minas Gerais , no Brasil, fundou A Brasileira com o objectivo de criar e difundir uma marca própria de café.

A inauguração de A Brasileira na rua Sá da Bandeira foi um acontecimento sem precedentes. As suas salas depressa se transformaram-se em locais de tertúlias culturais – as mais animadas da baixa portuense! Nas décadas de 50 e 60 aqui se reunia a nata dos literatos, jornalistas, políticos e gente do teatro. – in abrasileiraporto.pt

A Brasileira vai recuperar “o brilho de outrora”, tornando-se de novo num local de eleição para portuenses e para visitantes. Com o projecto concebido pelo gabinete de arquitectura APEL e da responsabilidade do Arq. Ginestal Machado, o antigo café renasce e ganha novas valências e características adaptadas à contemporaneidade de uma cidade que é preferida como destino europeu.

O hotel vai manter intactas as características da fachada do edifício, com a sua traça imponente e os magníficos pormenores de ferro e vidro do pára-sol.

Lobby

Lobby

A nova Brasileira vai oferecer um hotel com 90 quartos, um terraço interior com um jardim vertical, um SPA, um ginásio, um wine bar e salas de conferências e um restaurante.

O restaurante, com capacidade para 109 pessoas mantém-se fiel ao desenho original do Arquitecto Januário Godinho. A cidade contará ainda com o regresso do café A Brasileira, que promete fazer justiça ao velho slogan: “O melhor café é o da Brasileira”.

Pátio

Pátio

Fontes: A Brasileira, Publituris e Viva-Porto
Fotos: A Brasileira

Calçado português melhor que o italiano em prova cega

calcado-2016[1]

O calçado português tem conquistado uma crescente notoriedade e as exportações do sector teimam em bater máximos históricos. Agora, o calçado italiano, líder mundial no sector, foi batido pelos sapatos portugueses, numa prova cega realizada com 85 empresários internacionais.

Num estudo de imagem do sector, o calçado nacional foi classificado pelos inquiridos como de “boa qualidade”, com “design”, “modernidade”, “inovação” e “sexy”. Em prova cega, o calçado masculino obteve uma avaliação, em média, superior a 7,9% e os sapatos para mulher foram valorizados em mais 6,4% face aos de origem italiana. O volte-face deu-se quando os inquiridos tomaram conhecimento da origem do calçado, o calçado italiano

Em termos teóricos, conhecendo a origem do calçado nacional, o consumidor está disposto a pagar 27,8 euros pelos sapatos de homem 25,7 euros  pelo par de sapatos de mulher.

Este estudo foi realizado na última edição da MICAM, certame internacional do sector do calçado que se realiza duas vezes por ano em Milão. A 81ª edição desta feira arrancou hoje e decorre até dia 17. Portugal conta com a maior comitiva portuguesa de sempre, com 95 empresas portuguesas que são responsáveis por 500 milhões de euros em exportações.

“A presença na MICAM e MIPEL insere-se na estratégia promocional definida pela APICCAPS (Associação Portuguesa dos Industriais de Calçado, Componentes, Artigos de Pele e seus Sucedâneos) e AICEP, com o apoio do Programa Compete 2020, e que visa consolidar a posição relativa do calçado português nos mercados externos”, lê-se numa nota do Ministério da Economia.

Portugal exporta 95% da sua produção para 152 países, nos cinco continentes. Este ano, cerca de 200 empresas participarão em seis dezenas de eventos promocionais no exterior, visando consolidar a aposta nos mercados europeus e o reforço da abordagem aos mercados extra-comunitários. O nosso sector do calçado vai marcar presença em destinos como Bogotá, Dusseldorf, Las Vegas, Paris e Milão.


A APICCAPS tem vindo a realizar um notável trabalho na afirmação do sector e assume como objectivo, para a próxima década, “ser a referência internacional da indústria de calçado pela sofisticação e pela criatividade, reforçando as exportações portuguesas alicerçadas numa base produtiva nacional, sustentável e altamente competitiva, fundada no conhecimento e na inovação”. Para isso, o sector do calçado deverá investir, até 2020, 160 milhões de euros em diversos domínios como inovação, internacionalização e qualificação.

Fruto de uma estratégia de comunicação concertada para o mercado internacional, a campanha Portuguese Shoes: The Sexiest industry in Europe, desenvolvida pela APICCAPS (Associação Portuguesa dos Industriais de Calçado, Componentes e Artigos de Pele se Seus Sucedâneos) assistiu desde o seu lançamento ao aumento das exportações de calçado em 54% para um total atual de 1900 milhões de euros.

A mais recente campanha foi fotografada por Frederico Martins e sob a direcção artística de Fernando Bastos Pereira pretende dar a conhecer o calçado português como objecto contemporâneo de desejo e fruto de uma realidade que soube trabalhar valores como sofisticação, elegância e qualidade. Um calendário de grandes dimensões será enviado para mais de 93 países.

Victoria Guerra foi a musa escolhida pela Indústria Mais Sexy da Europa para protagonizar em 2016, em conjunto com o manequim Bruno Rosendo, a campanha que apresenta o calçado português ao mundo.

Fontes: APICCAPS, Económico e Ministério da Economia
Fotos: APICCAPS