“Óscares do turismo”, será Portugal a estrela da noite? Este ano registou o maior número de nomeações

palacehotel05Portugal já não é um país distante, desconhecido, pouco falado. Não é, por norma, um local de passagem, mas sim um destino. Se precisa de ser convencido, apresentamos-lhe as provas.

Portugal tem 85 nomeações, em 49 categorias, na edição de 2016 dos World Travel Awards, também conhecidos como os “Óscares do turismo”. O ano passado Portugal arrecadou 14 prémios: tinha 78 nomeações em 48 categorias. Este ano batemos o recorde de nomeações.

Criados em 1993, os World Travel Awards  Awards resultam de uma pré-selecção de nomeados, realizada por um painel de profissionais de topo, e reconhecem os melhores exemplos de boas práticas no sector do Turismo, à escala global. A votação é realizada pelo público em geral e por mais de 200 mil profissionais de Turismo, oriundos de 160 países.

Lisboa e Porto estão nomeados, a nível europeu, para “Melhor Destino”, assim como na categoria “City Break”. Nesta categoria competem com Atenas, Berlim, Bordéus, Dublin, Genebra, Istambul, Lodz, Londres, Lyon, Madrid, Paris, Roma, São Petersburgo e Veneza.

As nomeações portuguesas são tantas que são vários os nomeados portugueses a competirem entre si. As “batalhas” mais chamativas decorrerão, decerto, no campo do WTA para melhor escapadinha urbana e para melhor destino: Lisboa e Porto estão ambas nomeadas nas duas categorias. Mas há outro curioso duelo sob os holofotes: Madeira e Açores concorrem a melhor destino insular da Europa.

Mas as categorias quase vão de A a Z, ora veja algumas delas:

“Companhias Aéreas”
A TAP bateu o seu recorde com seis nomeações. Concorre a “Melhor Companhia Aérea”, “Melhor Classe Executiva”, “Melhor Classe Económica”, ”Melhor Companhia Aérea para África”, “Melhor Companhia para a América do Sul” e “Melhor Revista de Bordo”, com a UP Magazine. O aeroporto da Portela concorre a “Melhor Aeroporto Europeu”.

“Hotéis e Resorts”
Mais de três quartos das nomeações nacionais estão na classe de “Hotéis & Resorts”. E a maior parte, concorre em várias categorias. O Vila Vita Parc é o que disputa mais prémios, somando 16. A unidades hoteleiras localizam-se maioritariamente no Algarve, Lisboa e Madeira. Mas os Açores também marcam presença com a candidatura do Terra Nostra Garden Hotel.

O Pestana Hotel Group destaca-se pelas suas 7 nomeações: O Pestana Palace Hotel & National Monument reúne três nomeações, mais precisamente nas categorias: Europe’s Leading Luxury Business Hotel, Portugal’s Leading Business Hotel e Portugal’s Leading Hotel.

Com duas nomeações surge o Pestana Porto Santo All Inclusive & Spa Beach Resort que concorre nas categorias “Europe’s Leading All-Inclusive Resort”, bem como na categoria “Portugal’s Leading Resort”. E vê ainda nomeada mais uma das suas unidades na Madeira, desta vez o Pestana Carlton Madeira Hotel que concorre ao Prémio de “Europe’s Leading Luxury Hotel.

A fechar a lista de nomeações surge o Pestana Cidadela Cascais Pousada & Art District, nomeado na categoria em que foi premiado na edição do ano passado “Portugal’s Leading Conference Hotel”.

E ainda…

Na área dos cruzeiros, o porto de Lisboa concorre a “Melhor Porto de Cruzeiros Europeu” e a Douro Azul, com sede no Porto,  vai a votos no elenco de  “Melhor Companhia de Cruzeiros Fluviais da Europa”.

Na área “Destino”, Portugal tem este ano nove nomeações para sete categorias. O Algarve quer ser o melhor destino de praia, enquanto Lisboa e Porto disputam a liderança nas escapadinhas de fim-de-semana.

E se a capital quer ser eleita a melhor nos destinos de cruzeiro, a Invicta tem a Ribeira nomeada para “Melhor Atracção Turística” juntamente com a Acrópole de Atenas, o Buckingham Palace de Londres, a Guiness Storehouse de Dublin, a Sagrada Família de Barcelona, a Torre Eiffel de Paris e o Coliseu de Roma.

A Madeira concorre a melhor destino de ilhas da Europa e o Turismo de Portugal candidata-se a renovar o título de “Melhor Organismo Europeu de Turismo”.

Os Passadiços do Paiva concorrem na categoria de “Melhor Projecto Europeu de Desenvolvimento Turístico”.

A lista é claramente longa. O número de nomeações em diferentes categorias tem vindo a crescer a cada ano que passa. Em cada edição, Portugal recebe alguns dos prémios. Este ano, certamente há de ganhar alguns mais. Mas, mesmo sem saber os resultados, posso lhe dizer que Portugal já ganhou. Como?

Neste caso, o subvalorizado “prémio de participação” vale muito. As pessoas vêm e as pessoas vão. E enquanto cá estão, vivem o que Portugal tem para lhes dar e mostrar, uns com mais possibilidades, outros com menos. Mas as experiências que cada um vive são únicas. E o que de verdade importa é que todas essas experiências que Portugal e os portugueses proporcionam ao exterior, seja através do seu trabalho e da sua dedicação, ou simplesmente por participarem e fazerem parte do ambiente e das paisagens portuguesas, levam-nos a inúmeras nomeações, concorrendo com países que terão mais possibilidades que o nosso. Valorizemos então os portugueses, o país, preservemos as paisagens e os monumentos. Cuidemos das nossas cidades, das pessoas e orgulhemo-nos de tudo isto. E façamos isto para recebermos nomeações, prémios, óscares. Mas, mais importante, que seja também porque gostamos de nós, dos outros, e do nosso país, Portugal.

Vote em Portugal até 17 de Julho: http://www.worldtravelawards.com/vote

Fontes: Público, Diário Económico, porto.pt , Pestana Hotel Group , rr.sapo.pt
Foto: Pestana Palace Hotel & National Monument

Nicolau Breyner: O adeus triste ao Sr. Contente

nicolauAtor, realizador, e autor da primeira novela portuguesa. Pai de duas filhas, casou três vezes. Fez de homem, de mulher, de bom e de vilão. Fez rir e fez chorar. Mas mais do que nunca fez chorar todos aqueles que sem aviso lhe disseram adeus.

Meus Senhores… A missão do actor é simplesmente emocionar as pessoas. Levá-las ao riso ou às lágrimas. Fazer com que nos odeiem ou nos amem. Enfim….é fazê-las sonhar. Quando isso acontece, a vossa missão está cumprida.

As curiosidades sobre Nicolau Breyner começam exactamente no nome do actor. E se lhe dissermos que Nicolau não era o primeiro nome, nem Breyner o último apelido? João Nicolau de Melo Breyner Lopes, nome completo do ator, nasceu a 30 de julho de 1940, em Serpa. Passou a sua infância no Alentejo, mudando-se mais tarde para Lisboa, uma mudança que exigiu habituação – “Era um animal de campo, estava habituado a levantar-me às seis da manhã e ir para o campo com o meu avô”.

Já na capital, começou a estudar canto na Juventude Musical Portuguesa.  Concluiu o ensino secundário no liceu Camões, ingressando mais tarde na Faculdade de Direito de Lisboa, com o sonho de se tornar diplomata. De diplomata a ator foi apenas um passo. Nicolau desistiu do curso e mudou-se para o Conservatório Nacional, onde se inscreveu no curso de canto, e mais tarde, no de teatro.

Na verdade, Nicolau poderia ter sido cantor de ópera, sendo-lhe reconhecidos grandes dotes vocais. Mas o ator rapidamente percebeu que não conseguiria aceitar as regras e o rigor da profissão “As leis da ópera são de alta competição: não beber, não fumar, não apanhar sol, ter cuidado com a alimentação, não namorar muitas meninas. Foi quando disse: ‘Nem pensem nisso.’ Eu queria viver!”.

Os primeiros passos como ator foram dados ainda enquanto aluno do Conservatório. Foi através de um convite de um professor, Francisco Carlos Lopes Ribeiro, que integrou o elenco da peça Leonor Teles. Com um papel que alguns poderiam considerar de pouco destaque, Nicolau não passou despercebido aos olhos dos principais produtores de teatro. Do pequeno papel passou a cabeça de cartaz nos teatros de revista do Parque Mayer, onde contracenou com figuras nacionais da comédia portuguesa, como Raul Solnado.

Casou-se pela primeira vez aos 25 anos, relação que terminou ainda durante a lua-de-mel. Sobre este casamento breve, Nicolau esclareceu a curiosidade “Porque é que quis casar? Fiz muita coisa na vida que ainda estou para perceber porquê”.

Apesar de não se ter tornado cantor de profissão, o canto esteve sempre presente na vida de Nicolau, sobretudo no teatro de revista. Mas o talento do ator foi mais além. Em 1968 concorreu ao Festival da Canção, interpretando “Pouco Mais”, da auditoria de César de Oliveira (letra) e de João Vasconcelos (música). Perdeu a vitória para Carlos Mendes, mas conquistou o 4º lugar na competição.

A nível profissional, os palcos não foram a sua única conquista. Antes do 25 de Abril dedicou-se ao teatro radiofónico na Emissora Nacional, assim como ao cinema, participando em vários filmes. Mas foi apenas após a revolução, que Nicolau se tornou num fenómeno de popularidade, como lançamento do seu primeiro programa de televisão, ‘Nicolau no País das Maravilhas’. O programa contava com pequenas peças de humor em que era feita uma crítica da situação económica e política do país.

E se falarmos do Sr. Feliz e do Sr.Contente? Foi com esta rábula que Nicolau Breyner dava a conhecer ao público português aquele que se viria a tornar num dos grandes humoristas nacionais, Herman José. Juntos, falavam da situação do país, cantando o famoso “Diga à gente, diga à gente, como vai este país”.  O sketch, que se tornou viral, proporcionou ao ator algumas aventuras –‘ Num espetáculo no Porto, no Palácio de Cristal, eu e o Herman tivemos de sair por uma janela e entrar no carro da policia, tal era a loucura. Com esse sketch nasço como ator de televisão’, contou à Noticias Magazine em 2014.

O percurso no humor continuou, com o programa Eu Show Nico, em 1980. No entanto, não tardava a que Nicolau começasse a dar cartas no mundo das telenovelas. Escreveu a primeira novela portuguesa, Vila Faia, em conjunto com Francisco Nicholson e Thilo Krassman. Mas o contributo de Nicolau não ficava apenas atrás das câmaras. O ator português integrou o elenco da novela transmitida em 1982 pela RTP1,com o papel de João Godunha.

Nos anos seguintes dividiu-se entre a televisão e os palcos, acabando por fundar a sua própria produtora de televisão, a NBP. Nicolau Breyner dedicou-se sobretudo à televisão, com várias séries entre as quais o Euronico e o Reformado e Mal Pago. Mas como homem dos sete ofícios que demonstrou ser ao longo dos anos, rapidamente saltou para os ecrãs de cinema. Integrou o elenco de filmes como Jaime, Inferno e Os Imortais.

Com um vasto trabalho transversal aos vários formatos, Nicolau foi distinguido em 2005 com o Grau de Grande Oficial da Ordem de Mérito, pelo então Presidente da Republica, Jorge Sampaio.

Um homem camaleónico, que de ator rapidamente se transformava em produtor, realizador e argumentista. Ao longo da sua carreira, participou em mais de 50 filmes, recebendo 3 Globos de Ouro, entre diversos prémios com que foi sendo distinguido.

Em 2010, em entrevista ao Publico, Nicolau  falou daquela que pode ser a formula para o sucesso, indicando as proporções matemáticas para o atingir –  “Quando dizem que a nossa profissão é 30 por cento de talento e 70 por cento de trabalho, é ao contrário. Doa a quem doer. E provo. São 75 por cento de talento e 25 por cento de trabalho. Os 75 foram-me dados por Deus, não tenho por que ser orgulhoso. É-se orgulhoso do que fazemos, do que produzimos”.

Recentemente realizou filmes como a Teia de Gelo e os Sete Pecados Rurais e integrou a nova versão da novela Jardins Proibidos, fazendo igualmente parte do elenco de Virados do Avesso.

Quando se chega à minha idade tem-se saudade inclusive das coisas más. Não é só das boas. Porque, no fundo, temos saudades de nós próprios.

Em entrevista ao jornal Publico, Nicolau confessou que não se sentia a envelhecer, mas que o cancro que lhe fora diagnosticado lhe tinha dado “a certeza de que isto ia acabar mais cedo ou mais tarde” reconhecendo que “O fim está mais próximo do que estava há dez anos”.

Ao longo dos anos marcou o panorama do teatro, do cinema e da ficção nacional. Fez sorrir, gargalhar, fez pensar e fez chorar. Deixou saudades nos intervalos em que estava longe do olhar dos portugueses. Agora deixa saudades do adeus inesperado.

Sobre como gostaria de ser lembrado, Nicolau dizia “Ser lembrado já é bom”. E os portugueses vão lembrá-lo para sempre.

Fontes: Público; Notícias Magazine
Foto: Página FB

Quando o conhecimento e a beleza se juntam: A biblioteca mais bela do mundo é portuguesa

Biblioteca©%20PYO%20a[1]A biblioteca do Palácio Nacional de Mafra foi considerada a mais bela do mundo pelo conhecido portal norte-americano Book Riot, dedicado exclusivamente aos livros. Já a livraria Lello, no Porto, tinha sido também reconhecida como a mais bonita do planeta, e Portugal volta a conquistar os que o visitam com a incrível biblioteca escondida no interior deste monumento nacional.

O Book Riot descreve-a: “É encantadora e magnífica”. E o que a torna ainda mais impressionante, não só para o autor do artigo, mas para qualquer um que não esteja familiarizado, são as técnicas com que é feita a preservação dos livros e como os protegem de serem danificados por insectos: Há morcegos dentro daquela biblioteca, que ajudam na missão de preservar os estados dos livros, ao se alimentarem dos insectos que por ali andam. Estes andam (ou melhor, voam) livremente naquela área, e podem entrar e sair da biblioteca por pequenos buracos existentes perto do chão, usados para drenar a água da chuva.

Os leitores do artigo ficam surpreendidos com estes factos, e aqueles que já tiveram a oportunidade de visitar a biblioteca histórica, comentam: “Fica-se com a sensação de que estamos a viajar para o passado”. “Fiquei completamente espantado pela biblioteca, não só é um palácio, como um mosteiro”.

O artigo dá ainda destaque também para o magnífico chão coberto de mosaicos em rosa, cinzento e mármore branco e para as estantes, todas elas num estilo Rocaille, dispostas ao longo das paredes laterais, separadas por uma varanda com corrimão em madeira. Estas últimas contêm mais de 35.000 volumes, com capas forradas a couro, incluindo algumas das maiores jóias bibliográficas.

Embora o autor do artigo, Johann Thorsson, se tenha deixado levar por histórias e lendas no resto do artigo, há certas coisas que não dá para errar, e que se deve ao facto de que os olhos não mentem: Portugal tem a biblioteca mais bonita do mundo, a biblioteca do Palácio Nacional de Mafra.

Fontes: revistaport.com ; bookriot.com
Foto: palaciomafra.pt

Turismo do Porto e Norte de Portugal divulga a região em 19 filmes promocionais

TPNPO Turismo do Porto e Norte de Portugal começa hoje a apresentar os filmes promocionais do Porto e Norte. Ao todo serão 19 spots de imagens que se inserem no plano estratégico para atingir até 2020 sete milhões de turistas na região.

Com a designação “19 Filmes, uma só região”, o projecto promocional do Turismo do Porto e Norte de Portugal (TPNP) dá um enfoque especial à gastronomia tradicional, aos vinhos do Porto e vinhos Verdes, designadamente através das vindimas, mas também ao turismo de natureza em ambiente de água, terra e ar, turismo de desporto, turismo religioso, turismo de negócios, saúde e bem-estar e o turismo cultural e paisagístico.

O golfe e os desportos náuticos, como o ‘rafting’, também são nichos de mercado turístico incluídos nas películas, cujo investimento total se cifrou nos 74.360 euros (63.206 euros oriundos do Programa Operacional Regional do Norte – ON.2 — e 11.154 euros do TPNP), pode ler-se num comunicado enviado à Lusa.

O TPNP espera conseguir, até 2020, que o número de turistas aumente 30% e a estratégia  passa por “reduzir as assimetrias entre os sub-destinos turísticos que existem na região Norte (Douro, Minho, Porto e Trás-os-Montes). A aposta nos filmes estratégicos lançados esta semana é uma das formas de trabalhar para o conseguir.

O projecto envolveu 82 parceiros e os formatos promocionais vão ter divulgação na web, na plataforma de conteúdos da rede de Lojas, incluindo a Loja Interactiva Móvel “TOPAS”.

O TPNP congrega 86 municípios, inclui quatro parques naturais, um parque nacional e quatro zonas classificadas pela UNESCO como Património Mundial.

Fontes: TPNP;Turisver
Foto: DR

Todos os vídeos em https://www.youtube.com/channel/UCdBiRW6kEaFKplpd4JXW5IA

Combinação improvável de Vinho do Porto e Chá no My Port Wine day

Vinho-do-PortoVinho do Porto, Camélias e Chá, uma combinação pouco convencional e com estórias a desvendar!  Um Colheita de 1987 da Niepoort e chá verde japonês serão o ponto de partida para uma “viagem aromática” que se inicia no My Port Wine day de março, que este mês integra o programa da Semana das Camélias no Porto, promovido pela Câmara Municipal do Porto. Dirk Niepoort e Nina Gruntkowski dão o mote para uma conversa moderada por Manuel de Novaes Cabral, presidente do IVDP, I.P.

A relação secular entre os povos de Portugal e do Japão dá o mote a esta edição do My Port Wine day. Esta iniciativa promovida pelo IVDP, em parceria com as Empresas de Vinhos do Porto, realiza-se mensalmente, no edifício do IVDP-Porto, ao dia 10. Cada sessão apresenta um estilo e uma categoria de Vinho do Porto, combinando-o com os mais diversos produtos e gastronomia. O foco do My Port Wine day é a diversidade e a excelência do Vinho do Porto e o seu objetivo é incentivar a diversificação de momentos de consumo, pois todos os dias e todos os momentos são dias e momentos de Vinho do Porto.

As sucessivas Casas Cheias são também elemento de motivação para todos os que trabalham, promovem e comunicam o Vinho do Porto, desde as empresas do sector, ao público profissional, colaboradores e consumidores finais – Manuel Cabral, Presidente do IVDP

Realizando-se desde outubro passado, as sessões mensais registam uma forte adesão e a participação do público, mostrando a capacidade mobilizadora e o interesse que o Vinho do Porto suscita nas pessoas. Para Manuel Cabral, o My Port Wine day é um desafio ganho e que este tipo de iniciativas devem ser continuadas”.

Com estas sessões, prepara-se a iniciativa Port Wine Day que se celebra, anualmente, a 10 de setembro, assinalando a data de criação da mais antiga região vitivinícola demarcada e regulamentada do mundo: o Douro Vinhateiro, que este ano perfaz 260 anos de história, modernidade e inovação.

Para inscrição no My Port Wine day: myportwineday@ivdp.pt.

Fonte: IVDP
Foto: alphafm

 

Tripix Azores oferece actividades personalizadas nas ilhas do triângulo

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Um luso-italiano nascido em Angola e uma brasileira criaram a Tripix Azores, uma  empresa de serviços personalizados de animação turística com base na Ilha do Pico e com actividades que se estendem às outras ilhas do Triângulo Açoriano, as ilhas do Faial e São Jorge. Os clientes não poupam elogios ao serviço prestado, que elogiam, nos portais especializados, como “incrível”, “excepcional”, “fantástico”, entre outros adjectivos.

Matteo Cordeiro e Rai Oliveira proporcionam uma oferta personalizada de serviços e organização de pacotes de actividades em grupos reduzidos, tais como a Subida à montanha / vulcão do Pico – com as opções diurna, nocturna e pernoita, Tours nas ilhas do Pico, Faial e São Jorge, Tours temáticos na Ilha do Pico como o Wine Tour e o Tour das Lagoas Secretas & Tubo de Lava, Treeking nas ilhas do Pico, Faial e São Jorge.

Este casal é completamente apaixonado pelos Açores e contagia os visitantes com este forte sentimento. Matteo ainda tem tempo para jogar futebol, como médio, no Futebol Clube da Madalena.

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Contamos com excelentes parceiros locais nas três ilhas, assegurando que a Tripix Azores é a melhor opção para a plena satisfação do visitante, com a garantia de que está a fornecer o melhor serviço local para os seus clientes

Os guias da empresa são “são certificados como Guias dos Parques Naturais dos Açores e Guia de Montanha do Pico e trabalham nas línguas inglesa, italiana, espanhola e portuguesa”, informa a empresa em comunicado.

Fontes: Tripix Azores; Tripadvisor; Azores Fixed; Publituris
Fotos: DR

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Livro “250 Anos de Histórias” da Quinta Nova premiado com IF Design Award

quinta_nova“250 Anos de Histórias” é vencedor no iF Design Award, um dos principais concursos de design a nível mundial. O livro – criado e produzido pela agência Omdesign para a Quinta Nova Nossa Senhora do Carmo – integra a lista de vencedores desta relevante competição internacional.

Luisa Amorim destaca “este é um prémio que nos enche de orgulho pois valoriza o livro criado para divulgar a magnífica e muito rica história da Quinta Nova”. “Partilhamos este prémio com José Braga-Amaral e a Omdesign, porque acreditaram no nosso projeto e deram um relevante contributo para a criação desta obra” acrescenta a mesma responsável.

É consensual referir-se, nos dias de hoje, que as quintas do Douro são os pilares de toda a estrutura económica e social do Alto Douro Vinhateiro, mas nem sempre foi assim. No livro que comemora os 250 anos da adega da Quinta Nova (1764, uma das mais antigas do Douro), são relatadas várias histórias de um Douro antigo, de difícil acesso e anterior às exportações de vinho para o mercado britânico e por isso, muito ligado à agricultura de subsistência, produzindo até ao século XVII azeites e frutas e, depois da crise da filoxera, tabaco e sumagre destinado à curtição de peles, traduzindo bem a arte e o engenho humano, numa terra inóspita e isolada de todos.

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Esta obra traduz bem a importância da navegabilidade do rio Douro e as turbulentas viagens dos barcos rabelos, anteriores à construção das barragens, que encontravam pontos perigosos, construindo por isso capelas e pequenos santuários junto às margens, como é o caso da Capela de Nossa Senhora do Carmo.

«É assim que nasce um nome histórico, uma marca de vinhos de nome muito comprido, de uma das quintas mais emblemáticas da região – Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo», refere Luisa Amorim. «Mesmo que se produza vinho há mais de 2000 anos na região, há um Douro que poucos conhecem e que é muito anterior ao tempo do “Port wine”, durante o qual se transportavam nos barcos rabelos, rio abaixo, vários produtos agrícolas e, rio acima, se regressava com mantimentos e iguarias como o sal e o peixe do mar».

Mas esta quinta é muito anterior a 1764 e a pesquisa histórica confirma-a como uma grande terra pertencente à Casa Real Portuguesa, tendo sido identificado o seu primeiro proprietário em 1725. A investigação provou igualmente que a adega vinificava mais de 3.500 pipas de vinho, de parcelas e quintas vizinhas, tendo sido logo «integrada na primeira demarcação da região».

A obra foi selecionada de um grupo de 5 mil projetos inscritos, promovidos por 50 países. A cerimónia de entrega de prémios será realizada no próximo dia 26 de fevereiro, em Munique, no emblemático BMW Welt, integrada no “Munich Creative Business Week”, contando com a participação de 2 mil convidados, provenientes de mais de 20 países.

O livro “250 Anos de Histórias”, da autoria de José Braga-Amaral e prefácio de Bento Amaral, já tinha sido distinguido, em 2015, noutros dois concursos internacionais de renome, com Ouro no Creativity International Graphic Design Awards e Prata no International Design Awards.

Fonte: Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo
Foto:
DR

Pestana Amesterdão abre portas em 2017

Pestana Amesterdão

O maior grupo hoteleiro português reforça a sua presença nas capitais europeias, com um projecto na capital holandesa no valor de 35 milhões de euros e que abrirá portas em meados de 2017.

Decorreu na passada quinta-feira, na Câmara Municipal de Amesterdão, a cerimónia protocolar pública que assinala o início da construção do futuro Pestana Amesterdão. A cerimónia contou com a presença de José Roquette, Chief Development Officer do Pestana Hotel Group e do Vereador Sebastiaan Capel, responsável pelo Planeamento e pelo distrito de Oud Zuid onde o hotel se localiza.

O Pestana Amesterdão, na Amsteldijk, situa-se numa das zonas mais nobres e com vista sobre o principal canal da cidade, perto do mítico Amstel Hotel. A pouco mais de 1km encontram-se os famosos Museus da Cidade e o Centro de Congressos, tem também fácil acesso ao centro histórico e da vida nocturna da cidade.

A nova unidade de cinco estrelas, ideal para negócios e lazer, resulta da conjugação de um emblemático edifício histórico com dois prédios modernos. Um projecto dos reconhecidos arquitectos holandeses Villanova, que vem dar continuidade ao trabalho de recuperação de património levado a cabo pelo Pestana Hotel Group. Os interiores ficam a cargo do Studio Linse, do conceituado designer Paul Linse, que recentemente assinou o restaurante do icónico Rijksmuseum

Hoje demos mais um passo de extraordinária importância para o Pestana Hotel Group, dando continuidade à nossa estratégia de expansão que tem como um dos seus pilares estruturais o reforço da nossa presença nas principais capitais europeias. Amesterdão é um dos destinos mais procurados do mundo para lazer e negócios, tem o 4º melhor desempenho da Europa, o 8º em termos de valorização de activos hoteleiros e um lugar de destaque no top 10 do ranking do ICCA de eventos e congressos - José Roquette, Chief Development Officer do Pestana Hotel Group

O Pestana Amesterdão terá 154 quartos, dos quais 32 serão apartamentos, várias salas de reuniões e eventos, restaurante, bar, esplanada em pátio histórico, spa com piscina interior e ginásio. A restauração será uma das apostas fortes desta unidade a desenvolver em parceria com um chef de renome.

Amesterdão será a quinta cidade europeia com unidades Pestana, juntando-se a Lisboa, Barcelona, Londres e Berlim. Fora de Portugal, o maior grupo hoteleiro nacional tem hotéis em Espanha, Reino Unido, Alemanha, Estados Unidos, Cuba, Argentina, Brasil, Uruguai Venezuela, África do Sul, Moçambique, Cabo Verde, Marrocos e São Tomé e Príncipe.

Fonte: Pestana Hotel Group
Foto: DR

 

 

Festival Internacional de Cinema de Berlim – Leonor Teles venceu o Urso de Ouro da competição de curtas-metragens

leonortelesA realizadora portuguesa Leonor Teles venceu hoje o Urso de Ouro da competição de curtas-metragens, do Festival Internacional de Cinema de Berlim, com o filme “Balada de um Batráquio”. Nascida em 1992, Leonor Teles é a mais jovem vencedora de sempre de um Urso de Ouro.

“Balada de um Batráquio” disputava o urso de ouro na secção de curtas-metragens  com outros 24 filmes, onde se incluía “Freud und Friends” de Gabriel Abrantes. A película de Leonor Teles expõe comportamentos xenófobos em relação a membros da etnia cigana em Portugal.

A realizadora, que tem raízes ciganas por parte do pai, aborda, em dez minutos, os comportamentos e atitudes xenófobas para com a etnia cigana, tendo como tema de fundo a superstição de colocar sapos de louça à porta das lojas para impedir a entrada de ciganos.

O júri do Festival de Cinema de Berlim de 2016, presidido pela actriz norte-americana Meryl Streep, atribuiu o Urso de Ouro ao documentário de Gianfranco Rosi que aborda a crise dos refugiados na ilha italiana de Lampedusa (Sicília).

Portugal marcou presença com oito filmes, três dos quais na competição oficial, incluindo a longa-metragem “Cartas de guerra”, de Ivo Ferreira, baseada na correspondência de António Lobo Antunes.

Fontes: Berlinale Shorts; Público
Foto:
Berlinale Shorts

Lisboa está na moda … e por isso já chegou à Vogue

Lisboa_NatalUma das mais conhecidas revistas de moda do Mundo, a Vogue, escreve sobre Lisboa. O que não é nada estranho, dado que a nossa capital está na moda e é recomendada frequentemente pelos media estrangeiros. Neste artigo, a revista traça um roteiro por Lisboa, realçando o contraste entre a modernidade e o clássico numa capital com 760 anos.

Para o autor do texto, Chadner Navarro, os turistas vêm para a nossa Lisboa para se “perderem” em vielas sinuosas, visitas ao castelo dos mouros, experimentar a cozinha clássica e ouvir o (também clássico) fado. Mas Lisboa já não é só clássica, apresentando toques de modernidade que são cuidadosamente misturados. Fundindo ambas as experiências, o autor passa a descrever um guia que agrada aos mais clássicos mas também aos contemporâneos. Como alojamento são dadas duas sugestões:  para aqueles que querem conhecer o ambiente mais clássico aposta no Palácio Belmonte, perto do Castelo de São Jorge ou o Pestana Palace que apesar de não ser tão velho tem quartos que transportam para tempos antigos;  para os mais contemporâneos é preferível ficar no Valverde Hotel em plena Avenida da Liberdade.

Descendo esta avenida, pode fazer as suas compras nas  lojas internacionais ou nas clássicas portuguesas, como a Sapataria do Carmo ou a Luvaria Ulisses. Para encontrar algo mais moderno, suba até ao Príncipe Real onde pode encontrar a boutique da Alexandra Moura, uma designer portuguesa, poderá passar também na Underdogs Galery do artista urbano português, Vhils ou na loja a Vida Portuguesa, no Chiado ou no Intendente.

Para comer, a escolha contemporânea recai em José Avillez, no Espaço Espelho d’Água em Belém ou no The Decadente no Rossio. Como clássicos são sugeridos os tão famosos Pasteis de Belém e o restaurante Pap’Açorda, no Bairro alto, que conta com a comida tradicional portuguesa. Após o jantar e para “beber um copo” nada como experimentar uma casa de Fados ou, se preferir dançar, a discoteca Lux junto às docas. Preferindo cocktails, pode seguir para o moderno Cinco Lounge e se estiver numa disposição de ouvir música, a Casa do independente.

Fonte: Vogue
Foto: Turismo de Portugal