NOS Alive’15 financia bolsas de investigação na área do Cancro e da Biodiversidade

Bolsas NOS Alive-IGC15

O NOS Alive’15 volta a associar a Ciência à Música. No âmbito da parceria estabelecida com o Instituto Gulbenkian de Ciência (IGC), a Everything is New vai financiar mais duas bolsas de investigação científica, nas áreas da Genética do Cancro e Biodiversidade. Este ano, as bolsas NOS Alive-IGC’15 alargam pela primeira vez o seu raio de atuação à área de investigação do Cancro. Uma vez mais, os festivaleiros podem conhecer mais informações sobre estas bolsas no espaço do IGC no NOS Alive.

 

No primeiro dia do festival, 9 de julho, inicia-se o período de candidaturas às bolsas NOS Alive–IGC’15 que se prolonga até 11 de setembro. Jovens recém-licenciados têm a oportunidade de, durante um ano, integrarem uma equipa de investigação no IGC e desenvolverem um dos dois projetos de investigação a concurso.

O primeiro, na área da Genética do Cancro, foca-se um gene que regula o esqueleto da célula e procura investigar o papel que diferentes alterações nesse gene podem desempenhar na progressão do cancro da mama. Este projeto será desenvolvido no IGC em colaboração com um laboratório no Reino Unido.

O segundo projeto, na área da Biodiversidade, Genética de Populações e da Conservação de Espécies, tem como objetivo compreender como é que a fragmentação das florestas e perda de habitat afecta a estrutura social e diversidade genética de várias espécies de lémures e pequenos vertebrados de Madagáscar. O bolseiro que integrar este projeto poderá realizar trabalho de campo em Madagáscar ou trabalho computacional em França.

Quem quiser saber mais sobre estes projetos e a investigação que se faz no Instituto Gulbenkian de Ciência pode passar pelo espaço do IGC no NOS Alive’15 e participar em atividades científicas. Estas incluem um Quiz da Biodiversidade e um Game of Tumours, além do já conhecido speed-dating com cientistas. Os bolseiros NOS Alive das edições anteriores também estarão presentes para falar sobre a investigação que têm estado a desenvolver. Os festivaleiros podem ainda ver como se pode transformar um telemóvel num microscópio e experimentar comida molecular preparada pelo Cooking Lab.

As bolsas NOS Alive-IGC, tiveram início em 2008 e foram já atribuídas a 10 jovens. Os bolseiros das edições anteriores continuam a desenvolver projetos de investigação científica, quer em centros de investigação Portugueses (incluindo o IGC) quer no estrangeiro. Os primeiros bolseiros, João Alves e Alexandre Leitão, já concluíram o seu doutoramento e encontram-se atualmente a fazer um pós-doutoramento em Vigo, Espanha, e em Cambridge, Reino Unido, respetivamente.

O projeto de responsabilidade social que a Everything is New tem com o Instituto Gulbenkian de Ciência promove uma maior aproximação e interação entre os centros de investigação e a sociedade Portuguesa, estabelecendo formas alternativas de financiamentos para a investigação científica em Portugal que permitam a recém-licenciados iniciarem uma carreira em investigação científica.

 

Legenda: O bolseiro Gonçalo Matos a realizar trabalho laboratorial no Instituto Gulbenkian de Ciência. Créditos: Catarina Júlio, IGC.

Informação suplementar: Período de candidatura para as Bolsas de Investigação NOS Alive – Instituto Gulbenkian de Ciência: entre 9 de Julho a 11 de Setembro de 2014.

Instituto Gulbenkian de Ciência (IGC) é um dos principais institutos de investigação biomédica em Portugal. Foi fundado pela Fundação Calouste Gulbenkian com o objetivo de desenvolver investigação biomédica e ensino pós-graduado no país. O IGC funciona como instituição de acolhimento a grupos de investigação, liderados por cientistas nacionais e internacionais, possibilitando que esses desenvolvam os seus projetos autonomamente, usufruindo de instalações e serviços de excelência. Desde 1993 que o IGC desenvolve um programa intensivo de ensino pós-graduado e desde há alguns anos que tem apostado na comunicação de ciência e promoção da cultura científica em Portugal.

NOS Alive’15 tem data marcada para 9, 10 e 11 de julho, no Passeio Marítimo de Algés.

Site Oficiais

www.igc.gulbenkian.pt

http://nosalive.com/pt/

www.everythingisnew.pt

Vídeo Bolsas NOS Alive/IGC:

Contactos: Ana Mena | Comunicação de Ciência | Instituto Gulbenkian de Ciência | Tel. 21 440 7959 | anamena@igc.gulbenkian.pt

Mariano Gago Ectise Awards é o nome do prémio internacional Ecsite

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A Rede Europeia de Centros e Museus de Ciência atribuiu nome de Mariano Gago ao prémio internacional Ecsite.
Segundo o Observador, o nome para o prémio foi proposto por Per-Edvin Persson e foi aceite unanimemente. Em declarações ao mesmo jornal, Per-Edvin Persson, presidente do centro de ciência finlandês Heureka, disse:

Eu penso nele [Mariano Gago] realmente como um campeão dos centros de ciência na Europa. Sempre reforçou a importância da boa comunicação de ciência e do trabalho que os centros de ciência fazem

Acrescentou ainda:

Mariano Gago tinha muito a dizer em termos de política de ciência a nível europeu.

O prémio anual Ecsite foi instituído por Rosália Vargas, presidente da Agência Nacional para a Cultura Científica e Tecnológica – Ciência Viva e diretora do Pavilhão do Conhecimento, em Lisboa, e agora presidente cessante da Ecsite.

O prémio Mariano Gago Ecsite Awards 2015  foi atribuído ao Museu de Ciência e Tecnologia Norueguês.
Mariano Gago foi fundamental para o destaque da ciência em Portugal e na Europa e a sua excelência e legado será sempre relembrado pela comunidade científica portuguesa.

 

Fonte: Observador

Prémio Produção Ecológica para a Revista Gerador

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A gráfica Jorge Fernandes recebeu o Prémio Produção Ecológica, referente à Revista Gerador nos Prémios Gráficos Papies 2015.

A Revista Gerador é um projecto que faz parte da associação cultural Gerador, uma associação sem fins lucrativos, para a acção e comunicação da cultura portuguesa, promovendo diversas iniciativas.

A Gerador é uma revista trimestral, com tema e designer diferente a cada número. No website da plataforma pode ler-se:

(…) sobre pessoas, mas não apenas. Sobre o que as pessoas são, mas não apenas; Sobre cenários espectaculares, mas não apenas; Sobre comida maravilhosa, mas não apenas; Sobre grandes monumentos, mas não apenas.

Da Revista fazem parte artigos, opiniões, criações inéditas, arte urbana, ilustração, artesanato, banda desenhada, literatura, gastronomia e ciência. Segundo os criadores do projecto, Miguel Bica, Pedro Saavedra e Tiago Sigorelho “ é um almanaque sobre o que os artistas e pensadores geram das suas próprias memórias para hoje e para o que aí vem. Tudo junto, um evento inovador sobre a cultura portuguesa.

No que diz respeito ao Prémio, Pedro Saveedra, director da revista, diz: “desde o início que a perspectiva ecológica era importante para nós e queríamos papel de florestas sustentáveis. A nossa parceria com a Gráfica Jorge Fernandes permitiu isso mesmo. A somar a isto, quisemos que a revista fosse colecionável e não descartável, também um factor importante do ponto de vista ecológico. A ecologia está na eco e na lógica. Tão bom quanto reciclar é colecionar

 

Nota: O autor desta notícia é colaborador da revista Gerador. A Excelência Portugal noticia este prémio por reconhecer a excelência da Plataforma Gerador,  a sua visão  social e pela importância do prémio nos desafios ambientais actuais.

11 anos depois “TIMOR LORO SAE” chega às salas de cinema

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Um dos mais emblemáticos filmes do cinema de animação português, chega este mês às salas de cinema comercial.
Com estreia prevista para a quinta-feira dia 25 de junho, este filme irá anteceder e acompanhar a longa-metragem NÓS NA RUA.

TIMOR LORO SAE realizado em 2004 pelo cineasta Vítor Lopes, foi desenvolvido num processo paralelo ao desenrolar dos acontecimentos em Timor.
O filme inicia-se com o massacre do cemitério de Santa Cruz e ao longo de 12 minutos cruza lendas e factos de 500 anos de colonialismo e 26 anos da feroz ocupação pela Indonésia.

Estreado em Portugal no Festival de Cinema de AVANCA 2004, este filme teve uma forte repercussão internacional.

Distinguido em Tessalonica, mas também em Itália, Paquistão e Portugal, TIMOR LORO SAE foi seleccionado em mais de 40 festivais de países como a Alemanha, Brasil, China, Eslovénia, Espanha, EUA, França, Grécia, Indonésia, Irão, Itália, Luxemburgo, México, Paquistão, Portugal, Rep. Checa, Singapura, Síria, Taiwan, Tunísia, Turquia e Ucrânia. Na Indonésia a censura local acabou por retirar este filme à última hora da competição do festival.TIMOR LORO SAE foi já exibido por diversas vezes em Timor.

Vitor Lopes, sendo o autor do projeto enquanto argumento, criação gráfica, animação e realização, contou com a equipa do estúdio de animação do Cine-Clube de Avanca e foi produzido por António Costa Valente.
Com direcção de som de Fernando Augusto Rocha, esta animação conta com música tradicional timorense, mas também inclui obras musicais de Eurico Carrapatoso, Eugénio Amorim, João Pedro Oliveira e UNU.
Neste filme trabalharam os animadores Ana Ruela, António Almeida, Carla Freire, Carlos Silva, Joana Sousa, João Paulo Dias, Nuno Sarabando, Rui Carvalho e Susana Vasconcelos.

Vitor Lopes é um dos autores e realizadores de ATÉ AO TECTO DO MUNDO, a primeira longa-metragem do cinema de animação portuguesa. É também autor de vários projetos de séries e curtas-metragens de animação, tendo sido várias vezes premiado em competições internacionais.

O filme TIMOR LORO SAE terá estreia comum com NÓS NA RUA no Cinema City Alvalade em Lisboa, no Cinema Dolce Vita em Ovar, Teatro Ribeiragrandense nos Açores e posteriormente em salas de todo o país.

 

Fonte: Fimógrafo
Foto: DR

 

Santos populares – Excelência na tradição

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Para muitos não é novidade, mas para outros há-de ser o primeiro ano.  Junho é o mês dos Santos Populares, a conhecer: Santo António, São João e São Pedro!

Estes festejos decorrerão em vários municípios. No Porto, São João “do Balão” na noite de 23 para 24 de Junho. Em Évora comemora-se o São Pedro, o Santo dos Pescadores, no dia 29 de Junho. Mas os festejos não ficam por estas cidades, expandindo-se ao longo de todo Portugal!

Marque na sua agenda, pois vale a pena.

 

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Hoje, dia 12 de Junho, é dia das Marchas Populares de Lisboa, dentro das Festas de Lisboa. A Avenida da Liberdade iluminar-se-á de vida, sorrisos, cores vivas e floreios. Aquelas semanas de trabalho, preparação e dedicação darão hoje os seus frutos, sendo que em seguida teremos: Santo António! (por favor: sardinhas e cerveja, obrigado)

Em Lisboa, as ruas já se vestiam de cores faz semanas. Para além dos efeitos vistosos, a Cidade também se enche de pessoas a circular de um ponto para outro. Imperam o típico cheiro a sardinha, a bifana no pão, os copos na mão e muita dança ao som de música tradicional, embora umas mais que outras, todas dão para a festa.

Ao longo dos anos, que vão passando, vão surgindo mudanças, mas pessoalmente (até agora) creio que fica o mesmo de sempre: uma boa altura para descontrair com amigos, ouvir música que normalmente é nerd mas até gosto, dançá-la sem vergonha e comer sardinhas. O mais engraçado é que não importa o cheiro com que ficamos (das sardinhas) porque toda a gente que passou pelos santos tem esse mesmo cheiro característico.

Os Santos Populares atraem população a áreas não tão frequentadas, dinamizando-as. Estamos perante uma tradição que junta classes, não coloca em causa a dignidade da pessoa humana e promove a dinamização urbana e económica.

A população atraída não é somente nacional, sendo que cativa muitos estrangeiros pela sua vivacidade, música, petiscos, autenticidade e decorações coloridas. Por último, para além das memórias e laços que se criam entre as pessoas, em termos económicos também proporcionam emprego, atendendo à mão-de-obra que um evento a esta escala exige.

 

Fotos: DR

Sabes o que foi a CEI? (R:) Sei!

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No passado dia 25 de maio comemorou-se o Dia da Libertação Africana, o mesmo dia marcou-se com a Homenagem aos associados da Casa de Estudantes do Império (CEI), evento desenvolvido pela União das Cidades Capitais de Língua Portuguesa (UCCLA). O encerramento teve lugar na Fundação Calouste Gulbenkian com ilustres personalidades de referir: Joaquim Chissano (via videochamada), Jorge Sampaio, Miguel Trovoada e Pedro Pires na qualidade de Ex-Presidentes da República,  Ex-Primeiro Ministro francês, membros do Governo Português e da CPLP.

Antes da data, tiveram lugar vários eventos com o mesmo objectivo. As restantes iniciativas  foram o Colóquio Internacional CEI: Histórias, Memórias, Legados que decorreu dias 22, 23 e 25 do presente mês também na Fundação Calouste Gulbenkian.

Foi ainda realizada uma edição especial de Fátima Campos Ferreira na RTP1 apelidada A Geração da Liberdade e quem não teve oportunidade de estar presente nos restantes eventos, pode deste modo, em parte, contar com os mesmos rostos e mensagens. Por último, basta ainda fazer referência à Exposição CEI – Farol de Liberdade, na Galeria dos Paços do Concelho, sita na Praça do Município, em Lisboa.

O processo de colonização português foi o mais longo da história das colonizações, sendo os seus pioneiros (séc. XIV), incidindo sob quase seis séculos de existência, desde a Conquista de Ceuta, em 1415, até à concessão de soberania a Timor-Leste, em 2002. No entanto, nesse mesmo período, muitos foram os marcos históricos, importando aqui focar um, que se pode caracterizar como um motor fulcral nos movimentos de libertação das colónias portuguesas, a CEI.

A Casa dos Estudantes do Império surge em 1944, numa visão claramente deturpada de controlo destes mesmos movimentos, transmitindo a opressão e censura levada a cabo no Estado Novo. Os propósitos que lhe foram designados, na centralização, das várias casas de estudantes já existentes ficarem à tutela dos órgãos centrais do Estado, correspondeu a um supérfluo ideal de império, quando no fundo se procurava o controlo político e pessoal sob as mentalidades que tivessem um pensamento desviante, que logo seriam alvo de inquéritos e torturas por parte da PIDE.

No entanto, veio-se a confirmar exatamente o oposto, o convívio, troca de ideias e traços culturais, acabou por desenvolver confiança e desenvolver uma força com base na união dos jovens em prole da contestação da libertação e garantia dos direitos humanos. Sendo que muitas das personalidades que passaram por esta casa, fizeram parte dos vários movimentos de libertação, enquadraram os quadros provisórios de governo e são ainda hoje ícones deste movimento de autodeterminação, como são o exemplo de Agostinho Neto, Amílcar Cabral, entre outros.

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[Curiosidade: A CEI reuniu os vários satélites espalhados nas colónias em três secções da CEI em Portugal: Lisboa (sede), Coimbra e Porto; Dentro da CEI passaram pessoas provenientes de várias origens, de entre elas: Moçambique, Angola, Cabo Verde, Timor, Índia, Brasil, Portugal, etc.]

Ao longo do dia 25 de maio, antigos associados, partilharam com os diferentes públicos, as suas interpretações da vivência e passagem na CEI. Sem recorrer a notas os oradores partilharam de coração aquilo que unanimemente descrevem enquanto uma vitória, que embora muito penosa a nível de perdas e violência, permitiu findar a relação colónia-colonizado que perdurava faz séculos.

O evento foi um autêntico sucesso, resta partilhar aqui pequenas mensagens que marcaram o evento:

Esta possibilidade que temos aqui hoje, é de que podemos olhar para o futuro (…) e partir daquilo que foi a convergência de um certo conjunto de propósitos e ideais, com vicissitudes imensas, dos vários lados… Quando se passa por guerras, polícias políticas, prisioneiros, etc. isso foi muito estendido, houve sofrimento por toda a parte, isso está na história. Agora devemos partir para o futuro e podemos valorizar todas estas circunstâncias, conhecendo por um lado a narrativa de cada um, fazer esse exercício (…) o que interessa é o futuro.” Jorge Sampaio

Reiterou-se ainda a relevância do investimento em mecanismos do presente que permitem a harmonização de uma relação saudável entre estes países que partilham uma língua, o português, como é o exemplo da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP).

 

Fotos: DR

Marca “Porto Ponto” venceu o prémio principal dos European Design Awards 2015 (ED-Awards)

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A marca “Porto Ponto”, lançada pela Câmara Municipal do Porto em setembro de 2014 e criada pelo designer Eduardo Aires, professor da Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto – Institucional, venceu o prémio principal (Best of Show) dos prestigiados European Design Awards 2015 (ED-Awards), iniciativa que premeia anualmente os melhores projetos de design da comunicação a nível europeu.

Concebida pelo White Studio, de Eduardo Aires, e traduzida em suportes como a página institucional da CMP ou o portal www.porto.pt, a nova imagem gráfica da cidade do Porto pretendeu reunir os diferentes elementos do município, assumindo-se como um “rosto novo” que “se exprime na palavra Porto” e apela “simultaneamente a algo que já existe há muito tempo”.

Os European Design Awards 2015 foram entregues a 23 de maio, em Istambul, durante 9.ª European Design Conference and Awards Ceremony organizada pela European Design Organization. Para além do prémio especial “Best of Show”, o White Studio recebeu ainda a distinção máxima (Ouro) na categoria  “Best Brand implementation”.

Fonte: UP
Foto: DR

Católica é a melhor Business School nacional no top 50 do Financial Times

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A Católica Lisbon School of Business & Economics acaba de alcançar o melhor lugar de sempre de uma Escola portuguesa no Ranking mundial do Financial Times relativo à Formação de Executivos, posicionando-se no 38º lugar, o que corresponde a uma subida de sete lugares relativamente a 2014.

O ranking divulgado esta semna avalia vários critérios da prestação das melhores Escolas de Negócios do Mundo nos programas abertos e customizados de Formação de Executivos, lista que a Escola tem liderado consecutivamente em Portugal desde 2007 mantendo-se como a única presença nacional no TOP 50.

A dimensão internacional da Escola foi particularmente bem classificada na edição deste ano. A CATÓLICA-LISBON é a Escola nacional com mais cursos e mais participantes internacionais em todos os programas – abertos e feitos à medida para as empresas. A qualidade dos parceiros internacionais da Escola foi também realçada de forma muito positiva, classificando-a como a 10ª melhor do mundo. A justificar esta nota estão as ligações privilegiadas com as melhores escolas do mundo, nomeadamente a Kellogg School of Management (EUA), HKUST Business School (Hong Kong), Ashridge Business School (Reino Unido), Bocconi University (Itália), Maastricht School of Managment (Holanda) e Fundação Dom Cabral (Brasil).

A Nova SBE é a segunda melhor classificada neste ranking. Mantém o lugar nos programas abertos (está em 60.º) e sobe quatro lugares, nos programas feitos à medida das empresas e ocupa este ano a 69.ª posição. O comunicado da escola enfatiza o 14.º lugar alcançado em localização internacional, nos programas abertos, à frente de escolas como Oxford, Stanford, London Business School ou Harvard.

A Porto Business School consegue uma melhor classificação nos programas customizados (o 70.º lugar) do que nos abertos  (73.ª posição). É também programas feitos à medida que se distingue como a 12.ª melhor escola do mundo nas parcerias internacionais, à frente das outras portuguesas.

 

 

fontes:  Católica Lisbon School of Business & Economics, Nova SBE e Porto Business School
fotos: DR

Câmara de Esposende premeia Artes da Universidade do Porto

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Em cerimónia realizada, dia 18, no Fórum Municipal Rodrigues Sampaio, o Município de Esposende procedeu à entrega dos Prémios Viana de Lima/Câmara Municipal de Esposende relativos ao ano letivo 2013/2014, distinguindo Maria Eduarda Souto de Moura, melhor aluna no mestrado integrado em arquitetura, e Ana Margarida Rocha, melhor aluna no mestrado em pintura.

Estes prémios, no valor unitário de 2000 euros, foram atribuídos pelo segundo ano consecutivo, no âmbito de um protocolo estabelecido entre a Câmara Municipal de Esposende e a Universidade do Porto, dando cumprimento à vontade, expressa em testamento, do Arquiteto Viana de Lima. De acordo com o protocolo, formalizado em 2010, o Município de Esposende assume a gestão da Casa das Marinhas, da autoria de Viana de Lima e propriedade da Universidade do Porto, comprometendo–se a distinguir, anualmente e durante 30 anos, os dois melhores alunos dos cursos de Arquitetura e de Belas Artes, sendo que findo esse prazo, o imóvel passa a ser propriedade municipal.

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A atribuição destes prémios, para além de cumprir a intenção declarada do Arquiteto Viana de Lima, destina–se ainda a homenagear e conservar a sua memória, enaltecendo o relevante tributo da sua obra para a história da arquitetura nacional e a cultura artística de um modo geral.

O Presidente da Câmara Municipal, Benjamim Pereira, felicitou as premiadas, assinalando que o prémio é o reconhecimento do seu trabalho, e destacou o facto de dividirem o mérito com todos quantos contribuíram para a sua formação. O Autarca expressou o desejo de que esta distinção sirva de exemplo e estímulo para outros jovens.

Considerando que as vencedoras terão agora de encarar um desafio maior, o ingresso no mercado de trabalho, num contexto difícil, Benjamim Pereira exprimiu palavras de incentivo e de esperança. Deixou agradecimentos à Universidade do Porto pela parceria que mantém como o Município e manifestou total disponibilidade para alargar o âmbito da cooperação. Referiu, aliás, que os Prémios Viana de Lima não são atribuídos pelo Município, mas por ambas as entidades, ao abrigo do protocolo estabelecido.

Benjamim Pereira destacou o “enorme altruísmo” de Viana de Lima pela cedência da Casa das Marinhas à Universidade do Porto, permitindo que o seu legado possa ser útil no plano cultural e das artes, acrescentando que o seu espírito abnegado constitui “um bom exemplo, sobretudo para os jovens”.

Na oportunidade, o Presidente da Câmara Municipal destacou a relevante aposta que o Município tem desenvolvido no plano cultural, em vários domínios, diferenciando–se, neste aspeto, de vários outros municípios que, por força da sua difícil situação financeira, não estão em condições de canalizar investimentos para a área da Cultura.

Em representação da Universidade do Porto, o Diretor da Faculdade de Belas Artes, José Paiva, louvou a iniciativa do Município, “que transporta o nome do Arquiteto Viana de Lima, conferindo–lhe prestígio e responsabilidade”. Para além da “preciosidade” dos prémios, José Paiva destacou a preocupação da Câmara Municipal de Esposende em dar um outro espaço à arte e à cultura.

José Paiva referiu ainda que, mais do que o reconhecimento do trabalho desenvolvido pelas jovens premiadas, o prémio origina um grau de responsabilidade para o futuro. Manifestou–se, contudo, otimista e convicto de que estas “vão dar respostas positivas”.

Afirmando que o tempo presente “é de grande restrição da arte e da cultura”, o Diretor da Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto manifestou a expetativa de que “esta cerimónia signifique que estamos juntos para criar mais presença da arte e da cultura na nossa sociedade”.

As galardoadas Maria Eduarda Souto de Moura e Ana Margarida Rocha agradeceram ao Município a distinção como valorização do seu trabalho. Eduarda Souto de Moura, licenciada em Arquitetura, aproveitou a oportunidade para expressar o seu “descontentamento com as condições atuais do setor”, dizendo que “há que ter orgulho e respeito por esta profissão”. Ana Margarida Rocha saudou a Autarquia pelos Prémios Viana de Lima, dizendo que “é de louvar iniciativas como estas que revelam particular apreço pela cultura e pelas artes”.

De acordo com o regulamento dos prémios, as premiadas entregaram ao Município uma obra/trabalho da sua autoria que irão integrar e valorizar o Fundo Viana de Lima.

 

fonte: CME

fotos: DR

Governo vai lançar a candidatura do azulejo português a património da Humanidade, da UNESCO

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O anúncio da candidatura foi feito, ontem, pelo secretário de Estado da Cultura, Jorge Barreto Xavier, no Museu Nacional do Azulejo e a candidatura será preparada pela Direcção-Geral do Património Cultural, em parceria com o Laboratório Nacional de Engenharia Civil e a Comissão Nacional da UNESCO/Ministério dos Negócios Estrangeiros.

Portugal soma e segue nas candidaturas, depois do cante alentejano e do fado, o azulejo português é o candidato que se segue.

O nome tem origem árabe e ganhou tradição em terras portuguesas. O azulejo tem 500 anos de produção nacional e é caso único como elemento decorativo e arquitectónico.  Este elemento pode ser encontrado no revestimento de igrejas, palácios e outros. A sua enorme carga história e artística pode ser comprovada no Museu Nacional do Azulejo.

Fotos: DR