Ilha do Pico recebeu o primeiro Granfondo realizado no arquipélago

12919780_1676315502631528_4609380989948025686_n[1]Elogiar os Açores e o seu enorme potencial para a prática de desportos e turismo de natureza tem-se tornado uma constante para a Excelência Portugal. Depois do Surf, do Cannoying e do Trail Running, agora é a vez do Ciclismo. Este fim de semana, a Ilha do Pico recebeu o primeiro Granfondo alguma vez realizado no arquipélago.

Com 448 Km2 de superfície, a Ilha do Pico é a segunda maior do arquipélago e aquela onde se situa a mais alta montanha de Portugal, precisamente o Pico, que lhe deu o nome, com 2.351 m de altitude. Muitas vezes apelidada como Ilha Montanha, é um dos vértices das chamadas “ilhas do triângulo”, a que fica mais a sul do grupo central do arquipélago e apenas a 6 km do Faial.

O Azores Granfondo é o primeiro dos 5 eventos que compõem o Cyclin’Azores, um programa que está a ser desenvolvido entre a Associação de Ciclismo dos Açores e o Governo Regional dos Açores, envolvendo ainda a AZORES Airlines, visando a promoção da região enquanto destino turístico de excelência para a prática de ciclismo nas várias vertentes. Trata-se de um conceito que não é novo, mas que foi evoluindo com o evoluir do ciclismo e que alia a vertente competitiva ao lazer, proporcionando a todos os participantes momentos de descoberta e aventura.

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Levar os cerca de cem participantes e as suas bicicletas até ao Pico, para um evento desta natureza, constituiu um grande desafio do ponto de vista organizativo. A largada teve inclusive de ser realizada trinta minutos  mais tarde do que o previsto inicialmente, atendendo ao horário da primeira ligação marítima entre Horta/Madalena no Sábado de manhã.

O percurso escolhido para esta primeira edição tem a extensão de 140 Kms e, para além da volta completa à ilha, passa ainda na zona central, mesmo na base da montanha do Pico a uma cota que ronda os 1100 metros, não esquecendo a passagem pela paisagem protegida da vinha. O acumulado total do Granfondo ronda os 3.000 metros. Para os menos aventureiros foi criado também um percurso de Mediofondo com cerca de 100 Kms e que, basicamente, faz a volta à ilha.

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Os ciclistas deram um colorido inédito às estradas da fantástica Ilha do Pico. Uma vez mais, os açorianos surpreenderam pelo seu envolvimento no evento e incentivo aos participantes. Os abastecimentos, cortesia das autarquias locais, que os concorrentes da frente não usufruíram para não perder tempo, deliciavam qualquer um.

De volta ao evento em termos competitivos, os grandes vencedores desta primeira edição foram Rui Costa (Bike Mais) no Granfondo (na primeira foto) e Luís Oliveira (Grupo Desportivo Cedrense) no Mediofondo.

granfondoMas também se correu no feminino e no Granfondo Nádia Mendes (Marrazes/Gui/Brejinho/Bikezone Leiria) foi a mais rápida, seguida da atleta do  Grupo Desportivo da Feteira/Café Silva, Sónia Mendes (ambas na foto).  Andrea Costa (CD Metralhas) e Carolina Oliveira foram as vencedoras no Mediofondo. Os resultados estão disponíveis no site da ACA.

O Secretário Regional do Turismo e Transportes, Engenheiro Vítor Fraga, afirmou em declarações aos jornalistas à margem da cerimónia de entrega de prémios, que “o ciclismo é hoje reconhecido pela Organização Mundial do Turismo como uma das atividades em grande crescimento, que contribui, por um lado, para a promoção da Região, nomeadamente sendo o turismo de natureza o nosso principal produto turístico, e, por outro, para a captação de fluxos turísticos numa altura de época baixa, atenuando os efeitos da sazonalidade”.

Esta semana, Vítor Fraga já tinha afirmado que a prova de ciclismo ‘Azores Granfondo’ está “em linha” com o que é preconizado pelo Plano Estratégico e de Marketing do Turismo dos Açores, apresentado numa cerimónia presidida pelo Presidente do Governo.

Fontes: ACA; Governo Regional dos Açores
Fotos: ACA e GaCS (3ªfoto)

 

 

 

Palácio Chiado : Novo espaço nobre da gastronomia lisboeta

palacio_chiado2Era uma vez, um requintado Palácio, erguido em meados de 1781, onde aristocracia e bons vivants  bailaram, se reuniram em faustosos banquetes e apreciaram obras de arte inéditas. Um Palácio distinto, quer pela esbelta arquitectura, como pela história e vivências, ao hospedar personalidades irreverentes associadas à origem de expressões como “farrobodó”  ou, a também célebre, “à grande e à francesa”. 

A história deste requintado Palácio permanece e retoma em 2016 como escape à rotina quotidiana, numa “extravagante fuga ao banal”.  Duarte Cardoso Pinto e os irmãos Gustavo e António Paulo Duarte, são os sócios responsáveis pelo novo templo da gastronomia lisboeta.

No renovado Palácio Chiado, as centenárias salas acolhem agora alternativas de alta restauração e outras de entretenimento para o dia-a-dia da capital lisboeta, e de quem a visita. Assumindo-se como um espaço de referência na cidade, cosmopolita, une história e modernidade de forma intemporal.

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No número 70 da Rua do Alecrim, as centenárias salas do Palácio Chiado acolhem agora sete alternativas de alta restauração de marcas-mãe reconhecidas. Cada marca criou uma designação exclusiva para este espaço.

A lista de restaurantes é composta pelo Meat Bar by Atalho Real; Burguers&Feikes by U-Try; Local Chiado by Your Healthy Kitchen; Páteo no Palácio by Páteo do Petisco; Espumantaria do Mar by Charcutaria do Cais; Delisbon by Charcutaria Lisboa e o Renaissance by Sushic.

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O serviço de bar ficou a cargo da parceria com o Ás de Copos e teve como pilar fundamental colocar uma pitada de extravagância em tudo o que se cria.

Quanto a preços, nos espaços do rés-do-chão, os menus rondam os 15€ por pessoa. No piso superior, já ficam entre os 25€ e 50€.

Fontes: Palácio Chiado;Nit
Fotos: DR

Porto de Cruzeiros do Funchal conquistou liderança nacional em 2015

porto_fnc_cruzeirosEm 2015, o Porto do Funchal cresceu em todas as variantes, tendo registado um aumento de 22% no movimento total de passageiros e de 9% no número de escalas ou seja, mais 15 escalas e mais 102.537 passageiros que no ano de 2014. Estes números permitiram ao porto madeirense assumir a liderança nacional com mais escalas e mais passageiros.

Também os números de embarques e de desembarques cresceram em relação ao ano anterior. No ano passado, houve 1814 embarques, mais 153, e 1904 desembarques, mais 144, em comparação com o ano de 2014.

O número de passageiros em trânsito situou-se, no ano passado, em 574.774 pessoas, mais 102.240 turistas que em 2014.

Quanto às nacionalidades, continuam a ser os ingleses e os alemães os que mais visitam a Madeira em cruzeiro. No ano passado, vieram do Reino Unido 212.248 passageiros, da Alemanha 187.534, da Itália 37.121, da Estados Unidos 31.657 e de França 16.839, entre 156 nacionalidades que estiveram no Porto do Funchal em cruzeiro.

De salientar também o crescimento do Porto de Porto Santo que em 2015 registou quatro escalas, mais uma que em 2014, e 1856 passageiros, mais 975 passageiros que no ano anterior.

Em relação a este ano, e segundo Alexandra Mendonça, presidente do Conselho de Administração dos Portos da Madeira (APRAM), em declarações veiculadas pelo Jornal da Economia do Mar, as perspectivas são animadoras, sendo que a estratégia do Porto “passa, essencialmente, pela consolidação dos resultados atingidos”. E os primeiros meses foram animadores. “O ano começou da melhor forma no Porto do Funchal, já que, no mês de Janeiro, tivemos 31 escalas, mais 11% do que no mesmo período de 2015, e 64.241 passageiros, mais 18%, em comparação com Janeiro do ano anterior”.

Questionada sobre novidades para este ano a presidente da APRAM, ainda citada pelo Jornal da Economia do Mar, destacou o registo de quatro escalas inaugurais: do “Le Lyrial”, a 12 de Abril; do “Sea Explorer I”, a 14 de Outubro; do “Koningsdam”, a 1 de Novembro; e do “Seven Seas Explorer”, a 22 de Novembro.

Fontes: APRAM; Jornal da Economia do Mar
Foto: APRAM

 

Hotelaria: Joana Arvelos representou Portugal no encontro internacional “Young Hoteliers Summit”

arvelos1Joana Arvelos, estudante do 2º ano curso de Gestão Hoteleira da Universidade Europeia, venceu a primeira edição do “Hospitality Challenge”, uma iniciativa da Terra Internacional, com um projecto de aplicação de gestão de reclamações para hotéis através de emojis a partir de um tablet ou smartphone.

A primeira edição do Portuguese Future Hoteliers Summit organizada pela Terra International com o apoio do Young Hoteliers Summit e da École Hôteliére de Lausanne, decorreu no Monte da Quinta Resort nos dias 27, 28 e 29 de novembro de 2015. Nesta iniciativa que pretende incentivar a colaboração entre estudantes e líderes da indústria hoteleira, como motor de geração e concretização de novas ideias, participaram nove universidades de norte a sul do país, e 27 estudantes criteriosamente seleccionados pelas universidades, onde licenciaturas de turismo, hotelaria e hospitalidade são leccionadas.

O projecto “The Experience App” foi o passaporte que abriu as portas a Joana Arvelos para representar Portugal, em Março de 2016, no “Young Hoteliers Summit”, uma competição internacional disputada por estudantes de várias nacionalidades oriundos das mais conceituadas escolas superiores de hotelaria do mundo, na prestigiada escola suíça École Hôteliére de Lausanne.

Por outro lado, Inês Fino, também estudante da Universidade Europeia, membro da equipa que ficou em segundo lugar, conquistou a oportunidade de estagiar no Monte da Quinta, no Algarve.

A Excelência Portugal falou com Joana Arvelos e ficou a conhecer uma das nossas maiores promessas na área da gestão hoteleira.

Ia ter a oportunidade de representar Portugal pela primeira vez no Young Hoteliers Summit, isso significou tudo para mim!

Que significado teve a tua participação na 1ª edição do Portugal’s Future Hoteliers Summit?

Tudo começou numa aula de Marketing Turístico e Hoteleiro, onde a minha professora nos apresentou o Young Hoteleirs Summit (YHS) em Lausanne e a iniciativa da primeira edição do Portugal´s Future Hoteliers Summit (PFHS). Sempre fui uma pessoa criativa e por isso a ideia de ter um challenge ligado à indústria que mais gosto pareceu-me uma ideia excelente. Além disso, era uma oportunidade para conhecer pessoas do mundo hoteleiro e aprender com eles.

Passei por um processo de selecção, enviei o meu CV e fiz uma carta de motivação onde expliquei por que motivo era tão importante para mim participar no PFHS. Nessa carta expliquei que as minhas origens são algarvias e que tive o privilégio de observar o mundo do turismo de uma maneira muito próxima. Desde muito nova soube que esta é a área indicada para mim.

Depois desta primeira fase de selecção fui chamada para uma entrevista com duas professoras da minha Universidade. Uns dias depois recebi o email a dizer que ia representar a Universidade Europeia no Portugal´s Future Hoteliers Summit. Fiquei tão contente e isso para mim já foi uma vitória!

No último fim de semana de novembro começou, aquilo que espero que seja, o início da minha carreira no mundo da hotelaria. Estive ao lado de pessoas bastante profissionais e que na verdade, espero um dia vir a ocupar um cargo tão importante como o deles.

Já no YHS fomos colocados em grupos de três elementos perfazendo nove grupos. Destes nove grupos apenas cinco teriam a oportunidade de apresentar a sua ideia. Tivemos apenas uma noite para colocar a nossa ideia numa página e preparar a possível apresentação. Às 15:40h de domingo o projecto tinha de ser enviado para a organização, para o júri decidir quais seriam os cinco grupos a apresentar.

Quando soube que o meu grupo ia apresentar já estava prestes a subir ao palco. A adrenalina e a felicidade que senti naquele momento fizeram com quem fossem os melhores dez minutos da minha vida. Quando chegou a altura de saber os resultados e ouvi o meu nome e o dos meus colegas para recebermos o primeiro prémio a emoção aumentou ainda mais. As lágrimas caíam, mas estavam carregadas de orgulho e de alegria.

IMG_4944-Vencedores[1]Em que consistiu a tua apresentação?

No PFHS tivemos um challenge que neste caso era encontrar um sistema eficiente de gestão de reclamações que fosse influenciado pelo mundo tecnológico que temos hoje.

A minha ideia começou com a palavra do ano de 2015 pelo Dicionário Oxford, que na verdade não foi uma palavra mas sim um emoji. Acho que isso consegue descrever o mundo tecnológico onde agora vivemos. Inspirei-me por essa “palavra” e juntamente com o meu colega de grupo,  Tiago Castro do ESEIG,  começámos a ter muitas ideias que se resumiram numa aplicação bastante diversificada.

Com esta aplicação os hóspedes têm um contacto muito próximo com todos os departamentos do hotel, o que facilita a gestão não só de reclamações, mas também de elogios que acreditamos ser um ponto muito importante para o bom funcionamento do hotel. E claro, que os emojis estão bem presentes nesta aplicação.

Em que consiste o teu projecto/app? Que feedback tiveste da mesma?

Acreditamos que o nosso projecto tem tudo para funcionar. A aplicação pode ser utilizada por todo o tipo de clientes em diversos hotéis. Não só é uma aplicação de gestão de reclamações e de elogios, como também visa poupar recursos onde os hotéis gastam muito. Todas as informações relativas ao hotel e à região onde estes se encontram passarão a estar presentes nesta aplicação, evitando a utilização de papel. Temos assim também uma vertente económica e ecológica.

Outro ponto fulcral da aplicação é a possibilidade de o hotel gerar receitas, pois há uma secção que permite ao hóspede comprar bilhetes para os locais turísticos, fazendo assim com que o hotel receba uma percentagem de todas as compras efectuadas na aplicação.

Tanto eu como o meu colega Tiago, neste momento queremos que alguém invista em nós e nas nossas ideias, pois o feedback tem sido fantástico! Já recebemos várias propostas para colocar a nossa aplicação no mundo real, por isso o que precisamos é de alguém que realmente queira investir neste projecto.

É óptimo quando o nosso projecto é reconhecido e se as pessoas desta indústria acham que é realmente aplicável, o meu desejo é um dia poder utilizar a minha própria aplicação numa estada num hotel em qualquer parte do país, ou além fronteiras e poder dizer ”EU concebi isto!”.

Esta distinção possibilitou-te a apresentação do teu projecto em outras instituições?

Tive o enorme prazer de juntamente com o Tiago fazer a nossa apresentação na Escola Superior de Estudos Industriais e de Gestão em Vila do Conde, onde o Tiago está a terminar a sua licenciatura. Brevemente também irei fazer na Universidade Europeia, e sinto um carinho muito especial, pois vou falar de todo o meu percurso na minha própria universidade.

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Que expectativas tinhas relativamente ao prémio conquistado – representar a Universidade Europeia no Young Hotelier’s Summit 2016?

Antes de ir para o YHS, na Escola de Hotelaria de Lausanne, sinceramente não sabia muito bem o que esperar. Sempre foi muito importante para mim ter os pés bem assentes na terra e não criar demasiadas expectativas para não acabar desiludida.

Agora que já regressei, posso dizer que foi uma experiência que nunca irei esquecer. Tive a possibilidade de fazer excelentes contactos e de estar ao lado de directores dos maiores grupos hoteleiros do mundo. Foi muito gratificante, aprendi muitas coisas sobre o mundo onde quero trabalhar e assisti a excelentes palestras e workshops dados pelos próprios directores.
Desta vez não voltei com o primeiro prémio, mas fui a primeira portuguesa a participar no YHS. Eu e o Tiago representámos Portugal pela primeira vez no YHS, e isso é o melhor prémio que poderia conquistar. Foi uma honra.

Acho importante que Portugal seja aproveitado no seu todo. As pessoas tendem a sobrelotar o litoral do país, mas o interior do nosso país também tem tudo para proporcionar as melhores experiências a quem nos visita.

Quais são as tuas ambições na indústria do turismo? Como vês este sector estratégico no nosso país? Somos um destino de Excelência?

Ao longo destes meses percebi não só que é esta a indústria que quero realmente trabalhar, como também as apresentações em público têm sido muito importantes para mim.

Há pessoas que receiam expor-se perante o público e têm pavor às apresentações. Eu sinto o contrário, gosto de expor, partilhar as minhas ideias e motivar quem me ouvir. Comunicar e partilhar as minhas ideias, fazer com que quem me ouça se sinta inspirado para vingar na sua área, seja ela qual for.

Desde que comecei a minha licenciatura que tenho o prazer enorme de promover a Universidade onde estudo nas escolas secundárias e é uma óptima sensação quando consigo motivar um estudante a ingressar a minha Universidade, principalmente no meu curso.

Imagino-me a trabalhar nos vários departamentos dos hotéis que me permitam um constante contacto com o público.

Portugal é sem dúvida um destino de Excelência e é o país onde gostaria de gerir o meu hotel de sonho, promovendo produtos nacionais de qualidade num restaurante próprio. É esse o meu maior objectivo e espero concretizá-lo.

Acredito que temos tudo para fazer do turismo, o sector com mais receitas de Portugal. Somos as portas da Europa, temos o clima, as paisagens, a gastronomia, a cultura e a arte de bem receber. Os ingredientes estão todos cá, só falta investir mais no que temos.

Fotos: DR

Offline Portugal: Desintoxicação digital

offline_capaQuer ter umas férias sem o seu smartphone? Acha que é altura de desligar da internet e conectar com o mundo?
Está cansado das redes sociais e quer conhecer pessoas novas e reais? Então deve conhecer o Offline Portugal.

O Projecto Offline começou em Londres, onde Bárbara Miranda, 34 anos, e Rita Gomes, 36, estavam a residir desde 2010 e se conheceram.  Ainda em terras de Sua Majestade, a arquitecta e a psicóloga decidiram re-inventar as amizades e as actividades sócio-culturais sem o uso de smartphones e internet.

As promotoras do projecto resolveram implementar o Offline em Portugal e concorreram ao VEM, programa lançado pelo anterior Governo para incentivar o regresso de emigrantes a Portugal. O projecto de negócio foi seleccionado e recebeu um apoio de 20 mil euros, o incentivo máximo previsto.

DESCONECTAR para RECONECTAR” (com a vida real) tornou-se o mote do projecto e a “offline House” nasceu na praia da Arrifana, em Aljezur. Aqui, em plena Costa Vicentina, encontra o cenário perfeito para experienciar estar sem rede, socializar e participar do vasto leque de  actividades que são disponibilizadas.

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No fim-de-semana prolongado da Páscoa, a “Offline House” abriu as suas portas. E ao entrar a porta vai deparar com a primeira diferença face a outras formas de alojamento:  Aqui o cliente faz check-in e deixa computador, tablet e smartphone num cacifo até fazer o check-out.

Para combater os efeitos da abstinência dos seus gadgets pode optar por várias actividades, entre as quais,  aulas de surf (35€), sessões de ioga (10€) e  tours de bicicleta (48€) ou de mota (150€) .  Ao final do dia pode desfrutar de um tradicional jogo de tabuleiro ou da música que os elementos da casa proporcionam.

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As duas amigas e co-fundadoras do projecto vendem “TEMPO”. Tempo em que o cliente, ou participante como também referem, goza de uma pausa do mundo virtual, da vida frenética que caracteriza o dia-a-dia nas grandes cidades.

Esta filosofia é praticada pelas próprias que uma vez por semana desligam os seus telemóveis. Fazem-no de forma alternada pois necessitam de estar contactáveis para que o negócio “role”.

Agora que já conhece o Offline, desconecte para reconectar com a vida real!

As promotoras

offline_fundadoras_capa2Fotos: DR

Turismo garante 7,9% do emprego, o futuro promete, e 2016 não desilude

turismo_wttc2Não, a crise não acabou. Não, nem todos os problemas do país foram resolvidos. Mas não, não estamos pior. E, pelo menos no turismo português, o futuro é brilhante. Ora veja:

Os últimos anos de boom no Turismo já se fazem sentir ao nível do emprego. Há mais empresas no sector e o número de postos de trabalho não tem parado de aumentar.

As estatísticas do World Travel & Tourism Council (WTTC), atravessam 184 países e procura perceber o impacto económico da indústria do Turismo e Transportes nas várias economias a regiões – por exemplo, G20, aliança do Pacífico ou OCDE onde Portugal também se insere. A entidade salienta que o sector está a crescer a um ritmo superior ao das próprias economias há já cinco anos.

Segundo a organização, o turismo criou 284 milhões de empregos em todo o mundo e daqui a dez anos suportará 370 milhões. Em Portugal, daqui a dez anos, o sector poderá responder por mais de um milhão de empregos.

No final do ano passado, transportes e turismo eram responsáveis por 363 mil empregos: 7,9% do emprego em Portugal, de acordo com o WTTC. Em 2016, numa altura em que já se aponta para um novo ano de recorde, este organismo com mais de 25 anos, antevê que o número de pessoas empregadas nesta área possa subir para 441 mil (mais 4,6% do que o registado no ano passado).

A contribuição total será, no entanto, bem maior: 915 mil empregos suportados por esta indústria – 22% do emprego em Portugal repartido entre agências de viagens, hotéis, empresas de transporte (excepto transporte pendular), companhias aéreas, e negócios de lazer e entretenimento para turistas.

Portugal é, por isso, o 33º país onde o Turismo Viagens mais pesa para a criação de riqueza. Em 2015, o WTTC estima que o turismo e viagens tenham gerado 11,3 mil milhões de euros para o PIB (6,4% da riqueza). O valor, antecipam, deverá acelerar em 2016 para atingir 14,6 mil milhões.

Mesmo assim, Vítor Neto, antigo secretário de Estado do Turismo, e Presidente da Comissão Organizadora da Bolsa de Turismo de Lisboa, considera que hoje “não está a verificar-se mais investimento do que na década anterior. O que aconteceu é que o turismo urbano conheceu um crescimento muito forte”, especialmente “Lisboa e Porto que conheceram ritmos de crescimento mais elevados, por exemplo, que o Algarve”. Parece então que esta evolução tem estado a acontecer mesmo à nossa frente. Claro que estamos todos cientes da fama que o Algarve há muito tem, e que continua a ter. Mas parece também que são agora outras cidades, como Lisboa e Porto, que são também reconhecidas. As cidades onde tanto acontece e muito há para conhecer. Claramente há ainda muito por descobrir, e este crescimento do turismo demonstra-nos que há cada vez mais pessoas dispostas a fazê-lo.

E os dados são consistentes com as expectativas do sector: Depois dos conflitos no Norte da Europa e entre a Ucrânia e Rússia, Portugal poderá vir a beneficiar da instabilidade vivida no centro da Europa. Também o fluxo de turistas que até aqui procurava a Turquia poderá começar a olhar para destinos como Portugal ou Espanha, onde o clima é igualmente convidativo. Estamos perante uma situação que, embora seja lamentável, preocupante e desconcertante, os portugueses são capazes de manter-se fortes e receberem aqueles que procuram o lado positivo da vida. E “sempre que a procura aumenta, há necessidade de reforçar equipas. Este ano, no Algarve por exemplo, os operadores turísticos estão a reservar mais cedo e por mais tempo, indo além de Julho e Agosto. Isso significa que é possível estender a operação hoteleira, melhorar taxas de ocupação, e dessa forma, necessitaremos sempre de contratar pessoas”, explica Gonçalo Rebelo de Almeida administrador do Grupo Vila Galé.

A acompanhar o crescimento do sector está o investimento que, de acordo com os dados da WTTC, ascendeu a 2,4 mil milhões de euros em Portugal, no ano passado. Isto significa 8,9% do investimento feito em Portugal.

A Associação da Hotelaria de Portugal admite que ao longo deste ano possam abrir 29 novos hotéis. Mas, neste sector, há mais vida para além do número de aberturas. Há que planear reabilitações e remodelações de edifícios e negócios, cá, lá e em todo o lado. Claro que isto tem uma implicação óbvia: Investir e, geralmente, muito.

O desenvolvimento do produto e a inovação também têm grande foco. Talvez até com especial Nos transportes, por exemplo, a TAP leva a cabo uma nova reestruturação de frota na sua companhia principal: vai receber 53 novos aviões. E a TAP Express já começou a renovar a sua frota para receber aviões Embraer 190 e ATR 72.

O presidente da WTTC, David Scowsill, recorda a “natureza resiliente” do sector perante ataques terroristas, epidemias, variações cambiais e desafios geopolíticos como a questão dos refugiados. Espera-se que o sector cresça 3,5% em 2016.

O optimismo espalha-se, mas é o tipo de optimismo baseado em factos reais, em acontecimentos verídicos, em feitos conseguidos. E contra factos, não há argumentos. Claro que o país não está no seu melhor. Mas, neste momento, são poucos os países que o estão. Mas Portugal, não só não está no seu pior, como está a lutar por sucesso, lançando-se mundo fora, sem que saia realmente do sítio. Aproveitamos, da melhor forma, os recursos que nos são disponibilizados, e há aqueles que se esforçam para que o sucesso seja possível. O emprego sobe, o investimento também. A pouco e pouco reconstruímos o que se perdeu, e no futuro reergueremos a confiança que uma vez detivemos e que outros depositaram em nós. Porque o futuro começou ontem, e já estamos quase no amanhã, começar a lutar por um país melhor é uma missão a que muitos já se aliaram. Resta saber se todos o sabem.

Fontes: Dinheiro vivo, Revista Sábado, wttc.org
Foto: DR

Surf: Impacto do Moche Rip Curl ultrapassou os 10 milhões de euros

90_grd[1]A edição de 2015 do Moche Rip Curl Pro Portugal, etapa do principal Circuito Mundial de Surf (WSL CT) realizada em Peniche, na praia de Supertubos, teve um impacto económico de 10,6 milhões de euros.

Peniche é um bom exemplo de como os desportos de ondas – e toda uma estrutura física, humana e políticatêm permitido desenvolver e valorizar a economia local e posicionar internacionalmente a cidade e o recurso mar

Segundo um estudo realizado pelo Núcleo de Investigação em Surfing do Grupo de Investigação em Turismo da Escola Superior de Turismo e Tecnologia do Mar, a edição de 2015 gerou cerca de 1,3 milhões de euros em receita fiscal através de impostos indirectos e 9,3 milhões de euros de impacto directo. Estes valores reflectem as despesas realizadas pelos cerca de 100 mil visitantes que estiveram presentes em Peniche durante os 10 dias da prova. Os estrangeiros contribuíram com mais de 5 milhões de euros despendidos durante o evento.

Os números divulgados pelo estudo não incorporam nem o patrocínio dos sponsors nem o retorno em termos de projecção mediática.

O surf afirma-se, cada vez mais, como uma grande fonte de receitas no turismo. De acordo com um estudo da Associação Nacional de Surfistas (ANS), o impacto económico do surf em Portugal deverá atingir os 400 milhões de euros anuais. Este estudo citado pelo Expresso incorpora a indústria do surf , o turismo associado ao surf e o contributo dado pelos mais de 212 mil surfistas residentes no nosso país (dados de 2012).

Foto: C.M.Peniche

Açores: Fajãs de S. Jorge classificadas pela UNESCO como Reserva da Biosfera

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As Fajãs de São Jorge passam a integrar a Rede Mundial da UNESCO, na sequência da candidatura apresentada pelo Governo dos Açores.  O Conselho Internacional de Coordenação do Programa MaB – Man and the Biosphere (O Homem e a Biosfera) reunido no dia 19 de Março em Lima, no Perú, aprovou a classificação que contou com aclamação de todos os presentes. 

A partir de agora Portugal tem mais uma Reserva da Biosfera. A classificação, aprovada por unanimidade e aclamação, contempla áreas de núcleo, de transição e de tampão, abrangendo toda a ilha de S. Jorge e uma área marinha adjacente até três milhas da costa.

O processo de candidatura, desenvolvido em 2014 pela Secretaria Regional da Agricultura e Ambiente, através da Direção Regional do Ambiente, e incluiu cerca de meia centena de cartas de apoio de outros países e regiões que possuem este estatuto.

O Governo Regional dos Açores congratula-se com o sucesso da candidatura açoriana e considera que o inegável valor do património natural e cultural de S. Jorge e das suas fajãs, em particular, é merecedor desta designação internacional da UNESCO, que reconheceu também a excelência da candidatura açoriana, defendendo que os relevantes valores naturais, paisagísticos e culturais presentes nestes territórios devem ser potenciados enquanto elementos incontornáveis da animação e a promoção turística da Região, enquanto Destino de Natureza.

É de salientar que a ilha de São Jorge possui mais de setenta fajãs – pequenas planícies junto ao mar que tiveram origem em desabamentos de terras ou lava – e que nos Açores encontram-se quatro das Reservas da Biosfera existentes em Portugal, nomeadamente as ilhas do Corvo, Flores e Graciosa e, a partir de agora, também as Fajãs de São Jorge.

De acordo com o comunicado do Governo Regional, “A crescente procura das áreas protegidas enquanto espaços privilegiados de atividades e de lazer representa novas oportunidades de negócio relacionadas com essa fruição e, ao mesmo tempo, acrescenta responsabilidade aos poderes públicos e aos cidadãos em geral na gestão sustentável desses recursos”.

As Reservas Mundiais da Biosfera são porções de ecossistemas terrestres, costeiros e marinhos ou costeiros onde se procuram meios de reconciliar a conservação da biodiversidade com o seu uso sustentável. São propostas pelos países-membros da UNESCO e, quando preenchem os critérios, são reconhecidas internacionalmente.

De realçar que os Açores são uma das duas únicas regiões do mundo que possuem todas as classificações atribuídas pela UNESCO, sendo a outra a região a de Jeju, na Coreia do Sul.

Dos 195 países membros da UNESCO, apenas três possuem o pleno das classificações atribuídas por esta organização das Nações Unidas, nomeadamente Património Mundial, Reserva da Biosfera e Geoparque, sendo que os Açores, além destas, também possuem a classificação internacional Ramsar, atribuída a zonas húmidas, a que a UNESCO está associada.

No que concerne ao Património Mundial, Cultural e Natural, nos Açores existem duas áreas classificadas como Património Mundial da UNESCO, que são o Centro Histórico de Angra do Heroísmo, na Terceira, e a Paisagem Protegida da Cultura da Vinha da Ilha do Pico.

Fonte: GaCS/SRAA
Foto: GaCS/SIARAM

Pestana Hotel Group foi eleito Marca de Confiança 2016

pestana_marca_confiancaO Pestana Hotel Group acaba de ser eleito Marca de Confiança, na edição 2016 do conceituado estudo da Selecções Readers Digest que inquiriu 13.200 pessoas a nivel nacional, com representatividade estatistica da população portuguesa (com taxa de resposta acima dos 8%).

O Pestana Hotel Group atribui um enorme valor a esta eleição dos Portugueses, que reflecte o reconhecimento que a marca Pestana tem no seu país de origem e que é desde sempre um mercado ao qual nos temos dedicado com muito empenho. O ser a 1ª marca eleita, no 1º ano em que este estudo testa um atributo de tanto valor como a “confiança”, consideramos este um duplo prémio. Nenhuma marca pode liderar nada, sem a confiança dos seus clientes e stakeholders – Nuno Ferreira Pires, responsável pelo pelouro de Marketing & Vendas

Este inquérito, realizado a nível europeu, existe há 16 anos em Portugal, mas é a primeira vez que a Categoria “Hotéis” é analisada.

O maior grupo hoteleiro internacional de origem portuguesa orgulha-se de ter alcançado a liderança destacada. O 1.º lugar, uma estreia vencedora como marca de maior confiança entre a população portuguesa, foi alcançado fundamentalmente devido aos 2 atributos melhor classificados – Qualidade e Percepção das Necessidades dos seus clientes.

Criado em 2001, o estudo tem como objectivo medir o grau de confiança que os consumidores depositam nas marcas.

O Pestana Hotel Group:

O Pestana Hotel Group comemorou em 2012 os 40 anos. Com um percurso de quatro décadas de sucesso, o Grupo tem e gere 87 unidades em Portugal e no estrangeiro, e ainda seis campos de golfe, dois casinos, três empreendimentos de imobiliário turístico, 13 empreendimentos Vacation Club, uma companhia de aviação charter e um operador turístico, com o objetivo de oferecer produtos completos e mais atrativos. Na indústria e nos serviços, o grupo de Dionísio Pestana participa na Sociedade de Desenvolvimento da Madeira, gestora do Centro Internacional de Negócios da Madeira e na Empresa de Cervejas da Madeira. Ao todo são nove as áreas de negócio onde opera: hotelaria, golfe, casinos, imobiliário turístico, aviação, distribuição turística, Vacation Club, indústria e serviços.

Na hotelaria, o seu principal negócio, o grupo opera com três marcas: Pestana Hotels & Resorts, Pestana Collection Hotels e Pestana Pousadas de Portugal, cuja gestão da rede assumiu em 2003. Presente em 15 países, tem cerca de 11.000 quartos disponíveis na Europa, África e América e cerca de sete mil colaboradores. Em 2015 as receitas atingem os 400 milhões de Euros.

Fonte: Pestana Hotel Group
Foto: DR

Azores Airlines : Nova imagem e nova aeronave com Nelly Furtado como madrinha

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O novo A330 da Azores Airlines foi baptizado, esta quarta-feira, com o nome “Ciprião de Figueiredo”, tendo como madrinha Nelly Furtado, cantora, compositora e actriz luso–canadiana reconhecida internacionalmente e vencedora de um Grammy, em 2002. A cerimónia foi presidida por Vasco Cordeiro, Presidente do Governo Regional dos Açores e a aeronave foi benzida pelo padre Duarte Melo.

O nome escolhido para a aeronave, “Ciprião de Figueiredo” importante figura histórica e autor da célebre frase: “Antes Morrer Livres do que em Paz Sujeitos”, adoptada como divisa da Região Autónoma dos Açores, pretende ser um símbolo de esperança e ambição, virtudes abraçadas pelo Grupo SATA e pela Região Autónoma dos Açores.

Esta aeronave apresenta a nova imagem da recém criada Azores Airlines. O símbolo da Companhia tem por base a cor verde, distribuída por nove matizes e formas, que representam todas as ilhas dos Açores e que, ao mesmo tempo, compõem o rabo de uma baleia. Esta é uma solução que credencia uma nova representação do Arquipélago, fixando o olhar de quem vem de fora na descoberta do verde diversificado e profundo que é marca inconfundível da paisagem açoriana. É um símbolo que faz justiça à melhor tradição e que passa a mensagem da bravura e da capacidade de acolher.

O novo avião vem reforçar o posicionamento de modernidade e inovação da Companhia Aérea Açoriana que conta já com uma longa história de 75 anos.

O Presidente do Governo dos Açores afirmou que o novo avião Airbus A330 da Azores Airlines, baptizado em Ponta Delgada, traduz bem a aposta renovada do Grupo SATA nas rotas de médio e longo curso, como é o caso das ligações com os Estados Unidos da América e Canadá.

O novo Airbus A330 constitui, assim, segundo Vasco Cordeiro, uma ferramenta ao serviço desta aposta, que se dirige não apenas ao reforço da ligação com as comunidades emigradas, mas que pretende ir mais além, abrangendo a dimensão do mercado da América do Norte.

Esta estratégia, que hoje conheceu mais um patamar de desenvolvimento, tem já produzido resultados significativos, salientou o Presidente do Governo, apontando o exemplo do número de dormidas de cidadãos oriundos deste mercado, que cresceu cerca de 110 por cento entre 2012 e 2015.

Ainda de acordo com o Presidente do Governo Regional dos Açores, a madrinha da aeronave, Nelly Furtado trouxe a este momento “notas acrescidas de orgulho nas nossas raízes” inspirando-nos com a sua história de triunfo num mundo bastante exigente e competitivo.

Estiveram presentes na cerimónia, realizada no hangar de manutenção da SATA Air Açores, no Aeroporto João Paulo II, em Ponta Delgada, cerca de uma centena de pessoas e várias entidades oficiais entre as quais o Presidente do Conselho de Administração do Grupo SATA, o Secretário Regional do Turismo e Transportes e o Director Regional dos Transportes.

O novo A330 da Azores Airlines, realizou hoje o seu primeiro voo, que partiu de Ponta Delgada para Boston às 15h00, pilotado pelo comandante Victor Lopes.

O Grupo SATA

A SATA, fundada em 1941, é, hoje, um universo de seis empresas, nomeadamente a SATA Air Açores, Azores Airlines, SATA Express, Azores Express, SATA Gestão de Aeródromos e SATA SGPS, cujo centro de decisão está localizado na Região Autónoma dos Açores, ilha de São Miguel, cidade de Ponta Delgada.

A Azores Airlines

A Azores Airlines é a nova denominação da SATA Internacional. A companhia alterou a denominação, naming e branding com vista ao reforço do seu posicionamento face ao destino Açores.

A frota da companhia é composta por três aeronaves A310, três A320 e uma A330.

Fontes: Sata e Governo Regional dos Açores (GaCS)