Quinta Nova vence prémio internacional de luxo

quinta_novaA envolvência da paisagem do Douro associada à oferta de um serviço exclusivo foi valorizada pelo guia de luxo inglês Luxury Travel Guide que atribuiu à Quinta Nova Luxury Winery House o prémio Luxury Country Retreat Award of the year 2017.  Uma distinção que volta a premiar a Quinta Nova no prestigiado guia britânico que, na edição anterior, a elegeu como Unique Luxury Hotel of The Year.

O enoturismo na Quinta Nova é resultado da recuperação da casa senhorial da propriedade, onde os seus 11 quartos garantem todo o conforto e levam a perder o olhar sobre o rio e sobre as vinhas.

Várias salas sociais, um jardim de inverno e o wine bar compõem as áreas interiores que se estendem ao exterior num terraço junto ao bar e num grande alpendre, repleto de confortáveis sofás. A esplanada é o espaço mais usado entre Maio e Setembro, para usufruto da paisagem. A piscina convida a um mergulho entre vinhas e a capela encerra todo o ambiente pitoresco do local.

Para terminar qualquer visita, a Loja e a Sala de Provas, com vistas panorâmicas sobre o rio, estão sempre abertas a receber diversas atividades.

É uma enorme satisfação recebermos, pelo segundo ano consecutivo, esta distinção tão relevante para a Quinta Nova. Ela vem reforçar o elogio ao trabalho que temos desenvolvido em prol do Enoturismo e naturalmente reforça a nossa posição no segmento mais premium - Luisa Amorim, administradora da Quinta Nova

O Guia de luxo inglês Luxury Travel Guide alcança mais de meio milhão de pessoas em todo o mundo, sendo muito relevante para a divulgação internacional de qualquer projeto hoteleiro junto do trade e consumidores. Esta edição do Luxury Travel Guide volta a basear as avaliações em votações de especialistas “in-house”, subscritores e parceiros.

Através desta classificação o enoturismo da Quinta Nova conquista mais um importante reconhecimento junto do mercado de luxo.

Foto: DR

Na primeira pessoa: a paixão de Madalena pelo vinho

madalena_vidigal1Chamo-me Madalena Vidigal e nasci em Lisboa num ano de bons Porto Vintage, 1985. Sou licenciada em Gestão Hoteleira, pois sempre adorei turismo e viagens, e o vinho foi uma descoberta mais recente que mudou totalmente o rumo da minha vida!

O meu avô trabalhou no Instituto da Vinha e do Vinho (na altura, Junta do Vinho) e o meu pai é um grande apreciador de vinho, mas o vinho nunca me tinha entusiasmado. Ironicamente, foi preciso ir passar uma temporada a Moçambique, para provar pela primeira vez um vinho sul africano e achar que afinal valia a pena dar uma oportunidade a este néctar!

A partir desse momento, fazer workshops, frequentar feiras de vinho e passar horas em garrafeiras tornaram-se o meu passatempo favorito!

Uma vez que estava na área de turismo e o vinho ganhava maior importância na minha vida, decidi mais tarde fazer uma Pós-graduação em Enoturismo. Com este curso, descobri que o vinho move gente de todo o mundo e por todo o mundo, aproxima as pessoas à natureza e proporciona-lhes experiências inesquecíveis.

Até que surgiu na família a ideia de plantar uma vinha e essa ideia concretizou-se em Évora: sem história ou herança vitivinícola, a vinha nasceu do zero! Nessa altura, despedir-me do emprego e trocar o fato e os saltos altos de Assistente do Direcção de F&B num hotel de cinco estrelas em Cascais, por galochas e tesoura de poda numa vinha em Évora, foi uma decisão muito fácil!

Os 3 hectares de vinha foram plantados em 2013 e desde aí que me tenho dedicado a cuidá-la, vê-la crescer e desenvolver-se de ano para ano, com a ajuda de técnicos e agricultores da região. O entusiasmo e a vontade de saber mais, fizeram-me “voltar à escola”, mais concretamente à Universidade de Évora onde estou a estudar Viticultura.

Costumo dizer que os meus dias agora são passados “entre vinhas”, entre a minha e muitas outras. Sou uma viajante do vinho, uma enoturista imparável que adora descobrir as diferentes regiões por este mundo fora.

Além de percorrer o país dos Vinhos Verdes ao Algarve e ilhas, também já me aventurei pelas vinhas de Napa Valley, Bordéus, Chile e Rioja e criei o meu próprio blog – Entre Vinhas. Assim partilho as minhas experiências como enoturista para mostrar que o vinho é acessível a qualquer um e, acima de tudo, é uma excelente desculpa para sair de casa e passar uns dias no sossego do campo!

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Quanto ao meu vinho, ainda é cedo para ser dado a conhecer. A vinha precisa de mais uns anos para nos dar as uvas que queremos para produzir um néctar de excelência. Até lá vou acompanhando as minhas plantas nas suas diferentes fases, com toda a calma e paciência, porque a natureza não se apressa e um bom vinho, precisa de tempo para se revelar!

Em relação ao futuro, sou muito optimista! Perguntam-me muitas vezes se não tenho medo das modas e de que o vinho, que agora preenche redes sociais, salas de eventos e até mesmo bares e discotecas, um dia perca o encanto e seja ultrapassado pelos gins e cocktails. Penso que não, uma bebida com uma tradição de mais de 2000 anos em Portugal não vai passar de moda, e a prova sou eu e tantos outros jovens produtores de vinho que acreditam no seu valor e dão continuidade a este nosso património vitícola.

É verdade que o vinho português ainda não tem o lugar de destaque nos mercados estrangeiros como se desejava, mas devemos pensar que a produção de vinho de qualidade (à excepção do vinho do Porto) é algo relativamente recente no nosso país. O reconhecimento e distinção demoram a conquistar e ainda há muito trabalho a fazer.

Também não acho que seja uma questão de quantidades e que por isso não somos um mercado competitivo em relação a grandes países produtores. Apenas temos que encontrar lugar nos mercados que dão valor a produtos exclusivos, a vinhos com história produzidos em família, a uma enorme variedade de castas e sabores e centenas de anos de experiência. Tudo leva o seu tempo e as mentalidades (fora e dentro de Portugal) ainda estão a mudar. Por isso acredito mesmo que Portugal está no bom caminho!

Fotos: DR

João Vaz Côrte-Real e John dos Passos baptizam os novos aviões da TAP

tap_a330João Vaz Côrte-Real e John dos Passos, duas personalidades de origem portuguesa ligadas ao continente americano e aos arquipélagos dos Açores e da Madeira, têm os seus nomes inscritos nos novos A330 da TAP, que diariamente cruzam o Atlântico nas novas rotas da companhia aérea para os EUA.

John dos Passos nasceu em Chicago em 1896, neto de Madeirenses originários do Concelho da Ponta de Sol, local onde se localiza o centro cultural com o seu nome. Considerado um dos escritores mais importantes da primeira metade do século passado, John dos Passos publicou ao longo da sua carreira cerca de quarenta obras, sendo as mais famosas Manhattan Transfer e a trilogia U.S.A.. Morreu em 1970.

Nos seus  últimos anos de vida, o escritor dedicou ainda uma obra à ‘História de Portugal: Três Séculos de Explorações e Descobertas’, publicada em 1969, em que se encontra reflectido o fascínio do autor pelas suas origens portuguesas, retratando na mesma o apogeu e queda do País enquanto potência mundial, a partir das suas próprias experiências de viagem e investigação histórica.

Natural de Faro, onde nasceu c. de 1420, João Vaz Corte-Real foi um dos principais navegadores e exploradores portugueses do Século XV, pois terá sido um dos primeiros europeus a atingir o continente americano, entre 1470 e 1473. a Terra Nova em 1472, terra que passou a ser conhecida por “Terra dos Corte-Reais”. Isto 20 anos antes de Cristóvão Colombo ter chegado à América.

Mais tarde, terá efetuado outras viagens que lhe permitiram explorar as margens do rio Hudson, na atual Nova Iorque, e as do rio São Lourenço, até ao Canadá, chegando à Península de Labrador. A Coroa Portuguesa atribuiu-lhe o título de Capitão-Donatário de Angra do Heroísmo, onde viveu grande parte da sua vida e onde viria, também, a falecer em 1496.

No âmbito do seu programa de expansão para o mercado norte-americano, a TAP homenageia, desta forma, duas singulares individualidades, inscrevendo os seus nomes nos novos aviões A330 a operar especialmente para Nova Iorque – JFK e Boston, adianta uma nota divulgada pela companhia aérea.

Com interiores de cabine completamente renovados, as novas aeronaves oferecem mais conforto em classe executiva, com cadeiras full flat, mas também em classe económica, com cadeiras slimline, dispondo de maior distância entre si e sistemas de entretenimento on demand.

Os novos A330 cruzam, assim, o Atlântico, dando continuidade a uma rota ancestral percorrida por portugueses há mais de 500 anos.

Fonte: TAP
Foto: Airbus

Porquê amar Lisboa: Forbes dá 12 das muitas razões

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Se ainda não descobriu razões suficientes para amar Lisboa. Se ainda não deu pelos seus inúmeros tesouros. Se não levantou os olhos para apreciar tudo o que o rodeia quando está na capital, então a Forbes decidiu partilhar algumas das suas preciosidades. Mais precisamente, dar a conhecer ao mundo 12 das muitas razões para o fazer.

Embora o artigo tivesse como principal objectivo dar a conhecer ao resto do mundo aquilo que Lisboa tem de especial, e o que dentro dela vive e existe, às vezes nós, portugueses, precisamos de ouvir umas verdades. Precisamos de ser relembrados do nosso valor e do raro que é haver cidades como a de Lisboa.

São as pessoas que fazem uma cidade. E foram os portugueses que fizeram de Lisboa aquilo que ela é hoje. Para o bem, ou para o mal, cometendo erros e evitando outros, não se pode negar que criámos algo que impressiona e agrada àqueles que a visitam. Como sabemos, e segundo o artigo da Forbes, há quem queira partilhar o sonho que é Lisboa e há quem o queira manter segredo. Em qualquer um dos casos, há um orgulho imperativo dentro dos portugueses.

Muito resumidamente, o artigo começa por apresentar algumas das coisas que emanam uma beleza natural que notamos ao passear em Lisboa. Começando pela calçada presente nas ruas estreitas que serpenteiam a cidade, subindo as suas colinas, a arquitectura histórica de muitos edifícios, os palácios belíssimos e uma cultura que é tão melancólica como é alegre, passando depois pelos bairros do Chiado e do Príncipe Real e a existência dos vários restaurantes que estão dentro das últimas tendências da moda, acaba no ambiente de festa que perdura até ao final da noite nas ruas do Bairro Alto.

“É adorável passar aqui um fim-de-semana sem qualquer tipo de plano, perdermo-nos no túnel do tempo dos bairros históricos, tendo os prazeres do peixe fresco e o pôr do sol numa marisqueira junto ao mar ou o turbilhão das festas de rua que duram a noite inteira.”

Mas desta “cidade postal”, como lhe chamam, eis algumas das experiências que mais se destacaram:

José Avillez

O chef prodígio de 36 anos impressionou. Sem desenvolver muito acerca do seu restaurante “Belcanto” ou do “Mini Bar”, aquele que está a dar que falar é o “Bairro do Avillez”. Às portas do Chiado e tipicamente bairrista, os pratos tipicamente portugueses recebem twists inventivos.

O Sky Bar no Tivoli Lisboa

Observar o pôr-do-sol é praticamente um desporto nacional. Um dos melhores e mais refinados sítios para o fazer é neste bar de terraço. Este está localizado num dos muitos hotéis de cinco estrelas históricos localizado na Av. Da Liberdade (A “Fifth Avenue” de Lisboa, disse um taxista que estava a sobrevalorizar a beleza desta última).

Cervejaria Ramiro

Esta é um passo atrás no tempo: papel branco sobre toalhas de pano, painéis de madeira que parecem não terem sido renovados desde que abriu nos anos 50, os lisboetas entusiasmados a beber cerveja e a comer camarão com alho.

Cascais

Lisboa é a única capital Europeia com o acesso tão fácil às praias de areia: Uma rápida e barata viagem de comboio permite-lhe chegar ao mar para que se possa refrescar e apreciar os dias de calor.

A Vida Portuguesa

Tudo nesta loja se especializa em produtos locais, de empresas que sobreviveram ao passar do tempo e representa o melhor de Portugal. “Com tempo, a inovação e o trabalho árduo tornam-se perfeitos e indispensáveis”, diz a marca dos seus produtos, que variam de objectos para cuidado pessoal a comida gourmet. “Eles estão marcados na nossa memória e representam um modo de vida. Evocam o dia-a-dia de outros tempos e revelam a alma do país”.

O Purista Barbiére

A tendência do barbearia-bar não é único em Lisboa, mas este estabelecimento, no Bairro Alto, rende-se muito bem à decoração retro, à cerveja belga da abadia e há um leque impressionante de gins.

Palácio Chiado

Construído em 1781, este edifício magnífico é, de facto, um palácio. Depois de uma meticulosa restauração de dois anos, vale a pena uma visita, nem que seja apenas para admirar a sua arte e a arquitectura, ou para experienciar as delícias que os diferentes estabelecimentos oferecem.

Ginjinha

Tal como a Itália tem o seu café, Lisboa tem muitos, pequenos bares especializando-se nas bebidas espirituais, um conhaque Português infundido com cerejas ácidas e canela.

Parque das Nações

Contrastando com a parte histórica, esta zona é uma concentração de edifícios contemporâneos depois de ter sido selecionada para receber a Expo de 1998. Um passeio ao longo rio e os teleféricos dão-nos as melhores vistas.

Time Out Mercado de Ribeira

Pode ser difícil arranjar um lugar para sentar, mas uma vez descoberto, existe uma abundância de prazeres degustativos neste mercado, que oferecem comida surpreendentemente sofisticada, algumas partindo de estrelas da culinária como Henrique Sá Pessoa.

Sintra

O nome de uma das cidades que pertencem ao Património Mundial da UNESCO (também a uma simples viagem de comboio de Lisboa) que nos presenteia com 3 belos palácios: o Castelo dos Mouros, o Palácio Nacional e o magnificente Palácio da Pena, um triunfo da arquitectura Romântica do século dezanove que conjuga os elementos dos estilos Gótico e Renascentista.

A apreciação por transportes “diferentes”

Passear por Sintra num sidecar de uma mota é uma grande diversão mas também é prático, já que o motorista consegue passar ao lado do trânsito que se acumula ao longo da subida que nos leva ao Palácio da Pena. Da mesma forma, uma tour pelo bairro de Alfama numa Segway parecia pateta mas fez sentido, já que as ruas são demasiado íngremes para subir a pé (ou mesmo a descer) e demasiado estreitas.

Foto: visitportugal.com

Funchal debate Estratégia Turismo 2027

madeira_let2O Funchal vai ser palco do Laboratório Estratégico de Turismo (LET), uma iniciativa para recolher contributos para a visão estratégica do turismo nacional até 2027. A realização deste LET é uma parceria entre o Turismo de Portugal I.P. e a Secretaria Regional da Economia, Turismo e Cultura (SRETC/DR).

O Presidente do Turismo de Portugal, Luís Araújo vai participar na sessão de abertura de mais um LET . Para analisar os principais indicadores do turismo da região, considerando as suas especificidades e debater tendências e desafios de âmbito internacional vão estar também o Secretário Regional de Economia, Turismo e Cultura da RAM, Eduardo Jesus e a Directora Regional do Turismo da RAM, Kátia Carvalho.

A Estratégia Turismo 2027 (ET 27) visa dar sentido estratégico às opções de investimento, promover a integração das políticas sectoriais e assegurar uma estabilidade nas políticas públicas do turismo na próxima década. O debate para a construção deste documento decorre até ao final do ano agregando a visão de empresas, instituições e autoridades regionais, mas também os contributos de campos transversais e decisivos para o turismo, como a cultura e a animação.

O processo de construção/participação da ET 27 foi lançado no passado dia 24 de maio de 2016, em Tomar, com a apresentação da versão de trabalho do documento para discussão pública, na qual consta toda a descrição do seu processo de construção e encontra-se disponível online.

Fonte: Turismo de Portugal
Foto: DR

O mercado de Estremoz ganha fama no outro lado do Mundo

estremozSe lhe perguntassem qual a relação entre Estremoz, uma pequena cidade situada no Alentejo, e a Austrália, um país no outro lado do globo, provavelmente não saberia responder. No entanto, a Excelência Portugal anda atenta, e por isso apresentamos-lhe a resposta.

Phil Hawkes é um jornalista que escreve para o “The Australian”. Não sabemos como é que ele foi lá parar, mas ao visitar Estremoz voltou de lá com uma história para contar. História essa que muitos portugueses conhecem, mas não necessariamente todos.

Segundo o artigo de Phil, esta cidade, que tem direito ao seu castelo e palácio, aquilo que tem de melhor é o mercado que ganha vida todos os Sábados.

Quão diferente poderá ser este mercado, comparando com todos os outros?” Esta é a questão central, e a única maneira de responder é através da descrição detalhada daquilo a que o jornalista viu e vivenciou. Ainda que admita que não é fácil explicar, Phil Hawkes voluntaria-se a fazê-lo.

Começa por descrever a imensidão dos produtos biológicos trazidos pelos genuínos agricultores (“acompanhados pelas suas mulheres robustas e os seus filhos de olhar selvagem”), notando a ausência de grossistas.

É a época dos frutos de baga e o sítio parece um motim de morangos, amoras, framboesas e mirtilos, e sabe lá deus que outras espécies. (…) Uma coisa têm todas em comum: são todas doces e deliciosas.”

E a narrativa acerca da abundância de alimentos prossegue.

“Além das variedades de produtos mais comuns, onde as batatas, as verduras, os pimentos, os alhos e as beringelas reinam, estão também presentes os animais. Galinhas, patos, pavoneiam-se e vibram com a azáfama; os coelhos e os porquinhos-da-índia (como animais domésticos, espero); e finalmente as gaiolas de pássaros de toda a espécie, criam um festim de cor e barulho, mas estes não são destinados para ir para a panela.”

Passando para outro tipo de bancas, Phil fala, mais uma vez, da grande variedade de enchidos que os vendedores trazem para mostrar e vender. Parece encantado com a ideia de que os próprios tenham, nas suas quintas, os fumeiros. Talvez pela proximidade que colocam os consumidores ao processo de produção, dando o encanto da comida caseira, ali à disposição daqueles que estiverem interessados.

E a partir daqui entramos na zona perigosa para aqueles que andam de olho no peso e na figura. O jornalista australiano passa pelos pães caseiros, robustos e rústicos, que acompanham deliciosamente os queijos de ovelha e de cabra. E, como orgulho de qualquer português, estão também presentes os pastéis de nata, que se juntam aos travesseiros e aos brioches de amêndoa. Os frutos silvestres voltam a marcar presença agora fundidos com todo o tipo de pastelaria.

Phil teve igualmente a oportunidade de visitar a feira de antiguidades, e tomou a decisão de também lhe fazer referência. “Quando o regateio começa, temos a sensação de que estamos a nadar um pouco fora de pé quanto às nossas técnicas de negociação”, conta. Mas ainda assim resume a experiência como pura diversão.

Normalmente tentaria explicar porque é que Portugal impressiona. Pois isso acontece todos os dias, a toda a gente. Mas Phil Hawkes já o compreendeu, e por isso concluo com as suas palavras.

Diferente? Bem, não está muito longe dos mercados que vemos na Austrália, à excepção das pessoas. É a vida que estas emanam: Não é uma excursão do fim-de-semana para os visitantes, mas sim uma reunião das pessoas da cidade e conterrâneos, gerações que se juntam e se unem pelo amor comum que têm ao seu país. E isso é Portugal.”

Fonte: The Australian
Foto: Moitas

Ponte de Lima é capital mundial de Horseball

horseball1De 14 a 20 de Agosto realiza-se em Ponte de Lima o Campeonato do Mundo de Horseball. A competição conta com a participação de trinta selecções provenientes de catorze países: Argentina; Austrália; Áustria; Bélgica; Brasil; Canadá; França; Reino Unido; Itália; México; Holanda; Espanha e Portugal.

Estão cerca de 300 cavalos e atletas em competição no maior evento desportivo deste verão em Ponte de Lima.  No recinto desportivo realizam-se 15 jogos por dia, entre as 17h00 e as 24 horas, sendo as finais no sábado, dia 20 de agosto, com a final marcada para as 21h15.

A meio do campeonato, o Município de Ponte de Lima e a organização consideram que o evento está a superar as expectativas. Diariamente acorrem a Ponte de Lima milhares de estrangeiros, entusiastas da modalidade e apoiantes das várias selecções em competição.

Em dia de descanso, o balanço da competição é o seguinte:

– Três grupos constituídos na classe Pro-Elite, liderados até ao momento por Portugal, França e Espanha, com forte possibilidade de apuramento;

– Na classe de sub-16 o ranking é liderado pela Bélgica, seguido de França, Espanha e Portugal, respectivamente;

– Na classe feminina o ranking é liderado por França, seguido de Portugal, Espanha e Itália.

Marta Castro e Maria Porto

Marta Castro e Maria Porto

A jogadora portuguesa, Maria Porto, é a melhor marcadora na classe feminina. Recordamos que a Selecção Nacional de Horseball feminina (na foto de capa) sagrou-se vice-campeã no Campeonato Europeu disputado em Bordéus (França), em Agosto de 2015.  A selecção lusa perdeu (9-1), na final com a selecção anfitriã. Nos dois jogos anteriores, as lusas haviam derrotado as espanholas (equipa de medalha de prata) e as belgas (ambas por 5-4).

Portugal conquistou 3 medalhas no Europeu de Horseball em Bordéus. Medalha de prata para a Selecção Feminina, e bronze para os Seniores e Sub-16.  A França conquistou ouro nas 3 categorias.

O apuramento para as semifinais será conhecido hoje, realizando-se os jogos na próxima sexta- feira, dia 19 de agosto, onde serão conhecidas as selecções candidatas ao título de Campeão Mundial.

Este evento faz parte da marca “Ponte de Lima – Destino Equestre Internacional” que se apresenta como forma de dinamizar o turismo e a economia local e que engloba entre os meses de abril e agosto, um conjunto de eventos equestres que foram realizados na Expolima, nomeadamente os Encontros na Manga Equestre, o Concurso de Saltos Internacional, o Campeonato Regional de Ensino, a X Feira do Cavalo, o Espectáculo Equestre, o Derby de Atrelagem e o Mundial de Horseball. Filipe Pimenta, Presidente da Comissão Executiva da Feira do Cavalo de Ponte de Lima, é o principal rosto da promoção do desporto equestre na Vila mais antiga de Portugal.

Fontes:  Horseball Portugal; Município de Ponte de Lima
Fotos: DR

 

Ultra Douro-Paiva : Mais de 1.500 atletas “provaram” o rio mais limpo da Europa

utdp1Sabe qual é o rio tido como o mais limpo da Europa? Os mais de 1.500  participantes da 3ª edição do Ultra Douro-Paiva (UTDP) conheceram a resposta in loco.

Cinfães tem vindo a afirmar-se na agenda nacional do Trail Run. O UTDP já vai na sua 3ªedição e o número de atletas tem vindo a crescer de edição para edição: 700 em 2014, 1.000 em 2015 e 1.500 em 2016.

Este ano o evento realizou-se no dia 10 de julho e contou com quatro provas distintas: 75 Km (4500 D+), 38 Km (2500 D+), 25Km (1500 D+) e 18,5km (1116 D+). Este amplo leque de distâncias torna o UTDP apetecível para atletas com os mais variados graus de resistência e experiência.

As várias provas do UTDP tiveram a partida e meta junto à Igreja Matriz de Cinfães. Os participantes percorreram trilhos pelo concelho de Cinfães onde atravessaram grande parte da margem do Vale da Bestança.

Os atletas aventuraram-se por algumas aldeias históricas de Cinfães, tais como, Covelas, Contença, Nespereira, Tendais, Pelisqueira, Aveloso, Vila Viçosa, Marcelim, Granja e Ferreiros, Boassas e Sanguinhedo. De salientar a aldeia de Boassas, uma das mais antigas de Portugal, com cerca de 1.000 anos de existência. Nestas freguesias, os atletas, passaram pelos rios, Ardena, ribeiro Barrondes e o Bestança, este último, considerado o rio mais límpido da Europa. O rio Bestança nasce na Serra de Montemuro e desagua no rio Douro. Tem 13,5 Km de curso caracterizado pelas suas àguas sempre cristalinas e verde paisagem.

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O grande desafio da prova seria na Serra de Montemuro, conhecido pelo grande maciço granítico. Esta montanha tem a particularidade de ser pouco explorada a todos os níveis e esteve na génese da criação do UTDP.

O UTDP mostra-se como uma prova bastante técnica e dura (o trail não é suposto ser duro?) principalmente com elevadas temperaturas. O calor, esse acaba por ser mitigado pelos vários rios e ribeiros atravessados.

O Ultra Douro­-Paiva é um circuito de provas competitivas de corrida de montanha, estando a direcção de prova a cargo de André Oliveira. Este evento tem o apoio institucional e logístico do Município de Cinfães.

A prova além de contar para a obtenção de pontos para todas as provas do Ultra-Trail du Mont-Blanc®, é ainda pontuável para o UltraSkyMarathon® e SkyRace®, incluídas na Taça de Portugal de SkyRunning®.

Fotos: UTDP (1) Eduardo Campos (2) Matias Novo

Pestana Vintage Porto já tem um “Pokemón Go Concierge”

Vista Pestana Vintage PortoA loucura do Pokemón Go chegou ao Pestana Vintage Porto e o hotel acaba de disponibilizar um “Pokemón Go Concierge”. Trata-se de uma pessoa habilitada a mostrar onde estão os pokémons dentro do hotel e nas proximidades, para além disso este responsável irá organizar visitas guiadas pela invicta e pelos locais mais emblemáticos do jogo, nomeadamente, a alguns dos PokéStops, ginásios, etc.

A função do “Pokemón Go Concierge” será ajudar ao máximo todos os fãs em busca das personagens daquele que é um fenómeno mundial de popularidade. Um jogo que faz com que milhões de pessoas se aventurem pelas ruas em busca de criaturas através do smartphone, tendo já sido considerado um autêntico fenómeno social.

O Pokémon Go foi lançado dia 15 de Julho, em Portugal e já se tornou numa verdadeira loucura que movimenta milhões de pessoas em todo o mundo. O jogo para smartphones da Nintendo foi inspirado no desenho animado japonês Pokémon sucesso infantil na década de 90 e já conseguiu que as acções da empresa valorizassem 120% desde o seu lançamento, superando mesmo a gigante Sony na bolsa de Tóquio.

As visitas guiadas têm custos associados.

Fonte: Pestana Hotel Group

Peniche integra selecção dos Melhores Destinos para o Verão 2016 pela trivago

peniche_surf_De acordo com a trivago, Peniche está entre os destinos mais procurados para a época do bom tempo e aqueles que, segundo viajantes de todo o mundo, apresentam os melhores hotéis.

Nesta selecção exclusiva, que cruza os destinos com melhores avaliações com aqueles com a maior procura, há representantes de norte a sul do país. Albufeira, Monte Gordo, Funchal, Portimão, Figueira da Foz, Vilamoura, Viana do Castelo e Sintra são as outras localidades em destaque nesta selecção do maior motor de busca de hotéis do mundo.
tozecorreiaÉ um orgulho enorme para Peniche este reconhecimento por uma marca internacional tão importante como a trivago
- António José Correia, Presidente da Câmara Municipal de Peniche
Em Peniche, a cidade mais ocidental da Europa Continental, o autarca local considerou que “esta distinção acontece quando Peniche acaba de conquistar onze praias com água dourada (Quercus) e sete praias com bandeira azul e ambos os eventos são reflexo dos investimentos do município ao nível da qualidade ambiental”. Concluiu convidando todos “para conhecerem pessoalmente Peniche e desfrutarem das nossas fantásticas maravilhas naturais”.

A trivago é um motor de busca de hotéis que agiliza o processo de pesquisa e reserva, disponibilizando os preços que mais de 250 sites de reserva oferecem para mais de um milhão de hotéis. O site integra mais de 200 milhões de opiniões sobre hotéis e 15 milhões de fotos. Fundada em 2005, a trivago opera em 55 plataformas internacionais e o seu motor de busca é consultado por mais de 120 milhões de visitantes todos os meses.
Esta selecção resultou do cruzamento entre os destinos mais procurados para estadias entre 1 de junho e 30 de setembro de 2016 com os destinos com as melhores avaliações de hotéis. Foram considerados para esta selecção todas os destinos com, pelo menos, 40 hotéis e um rating superior a 75 em 100. Os destinos que figuram na selecção final foram aqueles que conseguiram as melhores médias.
 

Fontes: trivago; Município de Peniche
Foto: visitcentrodeportugal.com