Mundial Júnior de Surf disputa-se nas ondas desafiantes dos Açores

Autor: Miguel Marote Henriques    Data: 6-09-2016
Publicado em: Açores, Desporto, Eventos, Turismo

acores_ISA2Arquipélago vai ser palco das maiores provas de surf mundial. De 17 a 25 de setembro, cerca de 40 seleções de todo o mundo e mais de meio milhar de atletas, vão disputar o Troféu de Seleção Campeã do Mundo e Medalhas de Ouro individuais.

Termos sido escolhidos pelo ISA é uma conquista importantíssima para nos posicionarmos ao nível dos melhores destinos de surf do mundo – João Aranha, Presidente da Federação Portuguesa de Surf

Os Açores afirmam-se cada vez mais como um paraíso para a prática do surf. É para lá que segue uma das maiores provas mundiais do surf.  Após oito anos de ausência de um campeonato desta envergadura na Europa, e pela primeira vez desde que o surf foi integrado como modalidade olímpica, o Mundial Júnior de Surf, VISSLA ISA World Junior Surfing Championship, vai decorrer nas ondas da Praia de Monte Verde, em S. Miguel, Açores.

A candidatura vencedora de Portugal para co-organizar o VISSLA ISA World Junior Surfing Championship vem reforçar a importância crescente dos desportos de mar em Portugal.

acores_ISA2aPara João Aranha, esta é uma prova ambiciosa do ponto de vista de organização, mas está convicto que ficaremos orgulhosos do resultado final. O presidente da Federação Portuguesa de Surf acrescenta “Temos uma vasta equipa diretamente afeta ao evento para garantir que este mundial seja irrepreensível. As repercussões da realização deste mundial de juniores a nível económico, desportivo e cultural serão excelentes para os Açores e para a Portugal. Já mostramos que Portugal sabe surfar, tem ótimos spots de surf e sabe como receber com todas as condições os melhores surfistas do mundo”.

Em termos desportivos, depois de ter visto a Seleção Nacional Open sagrar-se vice-campeã do mundo, na Costa Rica, o selecionador nacional, David Raimundo, adianta que “há expetativas de um excelente desempenho para os nossos atletas mais novos”. A competir com seleções “fortíssimas” como a americana (vencedora da edição 2015), francesa e espanhola, o grupo português é o que apresenta a média de idades mais baixa,  o que não preocupa o treinador: “o ano passado conseguimos um 6º lugar em Oceanside e temos bons atletas, por isso vamos com a mesma vontade de dar o nosso melhor”.

Fonte: FPS
Fotos: ISA

 

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